sábado, 31 de dezembro de 2011

Falta sensivelmente 1 hora para 2012

E eu estou sentada no sofá, de pijama. O garoto está doente e já dorme, depois de um ben-u-ron há 1 hora atrás. O big gajo está a trabalhar. Eu tenho a televisão ligada nos Gordos. Could it be worst!?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011, anda cá

Anda cá, que eu quero-te dizer um segredo:











Puta que te pariu, ano dum cabrão.
Xô.
 Vai-te.
 Pisga-te.
Xispa-te daqui.
Põe-te a milhas.
Panisgas de merd@
Obrigada.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Queiram desculpar

Mas eu não recebi casacos de marca, botas de griffe, camisolas da loja da moda, iPhone's, iPad's ou Tabblet Pc. Não recebi perfumes vindos de Paris de França ou aquele par de pantufas de trazer na rua comprados em NYC. Eu nem sequer recebi uma caixa de Guylian, que eu tanto adoro.

Cá em casa foi tudo para o mais pequeno. Mas foi tudo com conta, peso e medida. Puzzles, jogos, plasticina sem gluten, livros. Abriu tudo, viveu a magia do Natal e agora vai tendo acesso a um de cada vez, ao longo das próximas semanas. Não é pela crise, nós somos mesmo assim.

Desculpem lá se não vos esfrego as minhas cocozices etiquetas na cara, mas... não faz o meu feitio. É que já enjoa, caramba.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Salvou-me o meu filho

... de sucumbir ao pior Natal de sempre. Ia dizer que foi mesmo o pior Natal de que há memória, mas não estaria a ser justa com o meu petit enfant terrible. Valeu-me a alegria dele, o seu 1º entusiasmo a sério pela chegada do pai Natal, a felicidade dele em rasgar os papéis. Igual a ele próprio, borrifou-se nas prendas e preferiu ser o centro das atenções, cantar, gesticular e por toda a gente a repetir as coreografias.

Fora isso, e atenção que isto que acabei de descrever não tem preço, eu sei e reconheço, o meu Natal foi uma merda.

Hoje, agarradinhos ainda na cama, prometemos um ao outro que o próximo será melhor. E vamos cumprir, dê por onde der.

Agora por favor, não me venham falar de comemorações de ano novo, que eu ainda não me recompus da última fantochada, sim!?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

OH! OH! OH!

Feliz Natal a todas todos quantos espreitam desse lado.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Feliz Natal, sim?

Antes que me passe definitivamente da cabeça, venho já aqui desejar-vos um Natal Feliz, dentro das possibilidades de cada um.

O meu também há-de ser. Não me lembro de ter tido um Natal em que TUDO corresse mal, como este ano. Mas eu sou uma mula do caraças e não vou deixar de ter a minha noite feliz por causa disso.

Já agora, ó duendes... vejam lá se metem uma aí cunha. Eu não peço presentes. Só queria que a diarreia do miúdo passasse rápido, que amanhã vai ter a sua 1ª festa na creche e era giro poder participar, just saying... 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Obrigada, querida máquina de secar

Tenho em casa uma máquina de secar há umas semanas. Não é nova, é de uma prima que não a usava. Ainda não sei quanto me vai custar, que a Maria ainda não lhe fez preço, mas vale cada cêntimo.

Ora vejamos:

- Praticamente só é usada para a roupa do mini [a nossa espera, que remédio]
- Lavo a roupa, estendo na marquise sem molas e deixo-a assim a "arejar" pelo menos 24h
- 24 horas depois coloco a roupa na máquina de secar, tudo ao molho
- Faço um programa de 50 minutos apenas [a humidade maior já se foi no estendal]
- Se tiver o cuidado de a dobrar ainda morna [máximo 10 minutos], fica pronta para ir para as gavetas, sem passar pela tábua de engomar

É um #win total. Gasto electricidade com a máquina de secar, mas em 24 horas fico com a roupa seca e arrumada. Não gasto electricidade para a engomar, nem perco uma hora com isso. A máquina consegue retirar imenso pêlo dos tecidos, coisa que me enervava solenemente na hora de engomar. O filtro é super simples de tirar e o pêlo sai em placas, sem fazer lixo. Aproveito a água que fica no depósito para encher a caldeira do ferro e quando vou engomar, fica um cheirinho bom. Evito o stress de ver as gavetas do miúdo a ficarem vazias e a roupa já lavada por secar. Evito aquele cheiro a mofo na roupa que fica com humidade na corda dias a fio.

Gosto da minha máquina de secar :)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A pescadinha de rabo na boca...

Eu confesso que ainda vou vivendo na ilusão de que este país funciona. Vou fazendo a minha vidinha normal, saio de casa de manhã, vou levar o garoto à escola, eu vou trabalhar, o big gajo vai trabalhar, regressamos os 3 ao final do dia, às vezes vamos às compras [ir às compras = abastecer a despensa], às vezes limitamo-nos ao básico, outras vezes temos de fazer uma ou outra despesa extra [seja roupa para o garoto que não pára de crescer, seja uma conta no mecânico] e assim vamos levando a nossa pacata vidinha. Hoje, por exemplo, decidi que não faço jantar e vou comer um hamburguer no intervalo das compras. E vou, e podia não ir e pensar que os 10€ que vou gastar me podem fazer falta amanhã. Mas ainda não cheguei lá. Ainda vivo a doce ilusão de que este país há-de pegar, nem que seja de empurrão.

Mas a verdade é que a minha cabeça começa a congeminar cada vez com mais frequência cenários preocupantes, negros, violentos até. Na verdade, isto está mais para afundar de vez do que para flutuar. Já não tenho segurança no emprego, o meu marido também não. Já não tenho segurança numa rede social de apoio, seja ela familiar ou diga ela respeito à Segurança Social propriamente dita. Já não vivo num estado-social. Já não vivo desafogada, vivo remediada. Já não tenho a segurança de um ordenado certo ao final do mês, "dê por onde der".

Começo a não acreditar que os problemas económicos e financeiros do país tenham uma solução pacífica. Adivinho muita contestação social a vir por aí. Revoltas, greves, motins, paralizações, uma guerra civil, uma Europa em guerra, uma guerra à escala mundial. Prevejo muitas dificuldades, muita pobreza. Começo a imaginar o cenário tantas vezes contado pelos meus avós, das filas para as senhas de produtos essenciais, que vão começar a escassear, a tornar-se inacessíveis para o comum dos mortais. Arrepio-me. Tenho um filho e arrepio-me. Os meus avós são todos vivos [e para mim seriam eternos] e não queria vê-los passar por tudo outra vez. Tenho medo do que vem por aí. Só não consigo prever quando exactamente, que prazo de validade enfrentamos.

No entanto, cruzo-me com as pessoas na rua e falamos dos mesmos assuntos banais, sorrimos, dizemos o clássico "vamos indo, que remédio". Mas será que vamos mesmo, será que vamos indo? E vamos indo para onde? E o que é que nos espera lá?

E logo à noite vou comer um hamburguer, porque me apetece. E amanhã, os 10€ que vou gastar podem-me fazer falta. E agora? Deixamos de consumir? Sentamo-nos todos à noite debaixo da manta, com o saquinho de água quente para não gastar gás, luz, lenha? Um país onde não há consumo, vai crescer de quê? Num país onde não há dinheiro, vamos gastar de onde? 

Sou só eu que vejo uma pescadinha de rabo na boca? 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Maré

... de azar, pois claro.
Hoje tive um daqueles dias compriiiiiiiiiiiiiiiiiidos, trabalhosos, emocionalmente desgastante. Fui jantar a casa do meu pai e no regresso tenho a casa a cheirar a cocó. Juro. Como se mil fraldas sujas tivessem ficado esquecidas durante horas num apartamento fechado e ao sol. Não sei o que raio se passa, nunca tinha acontecido. Provavelmente a merda a porcaria da chuva aliada à falta de limpeza dos esgotos terá provocado algum entupimento nas caixas e o cheiro veio por aí acima.

Mas isto não é o mais importante. Numa tentativa de fazer água correr pelos canos a ver se me livrava do cheiro, fui descarregar todos os autoclismos e abrir todas as torneiras. Acabei a levar com uma tromba de água gelada na tromba cabeça abaixo.

Só a mim.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Educar

.. é difícil.

Ando farta de estar sempre a ralhar, ora porque atira com tudo pelo ar, ora porque nos desafia e só quer andar aos saltos em cima do sofá/cama/bancos/cadeiras/you name it.

Tenho dias em que do primeiro ralhanço à palmada vão 30 segundos.

Não podemos continuar assim e a adulta sou eu, por isso sou eu que tenho de rever a minha postura. O meu piolho só tem 2 anos. Tem um desenvolvimento cognitivo e emocional acima da média [estou-me a borrifar para comentários do tipo "estás-te a armar" ou "isso é o que dizem todas"]. Tem vocabulário e discurso de uma criança de 3/4 anos e eu esqueço-me que, na realidade, ele só tem DOIS ANOS!

Sou eu que tenho de rever a minha postura e pensei muito sobre o assunto. Ele precisa de extravasar, de atirar com coisas, de desafiar, de desobedecer, de fazer birras, de pensar que manda... está na idade. Eu, decidi que, tirando as situações que o colocam em perigo, não há mais berros, ou sou eu que dou em doida.

Ele desarruma tudo? Paciência. No fim, tento convencê-lo a ajudar a arrumar.
Ele corre e salta e pula? Só lhe faz bem. É deixá-lo ir e esperar que corra tudo bem e ter sempre uma mãozinha a jeito.
Ele não quer comer isto, mas apetece-lhe aquilo? Há que ponderar. Eu também não me apetece todos os dias aquilo que me põem à frente. Não comer sopa para pedir batatas fritas 30 segundos depois é coisa para não resultar. Mas que mal tem se não lhe apetece mais sopa e me pede um pão com queijo!?
Ele tem a mão lampeira? Vai para o castigo em silêncio. No fim explico-lhe pela milionésima vez que não se bate/morde na mãe.
And so on, and so on...

É difícil educar, sobretudo quando se passa muito tempo a educar sozinha. Estou cansada, sinto-me cansada e já andava a dar em maluca com tanto stress à volta de coisas que afinal são simples e próprias da idade. Este cansaço extremo levou-me quase a tornar-me na mãe que não quero ser. O meu filho merece o melhor e é isso que eu lhe quero dar.

Nova fase, siga para bingo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sending the bad vibes away...

Prostituta que deu à Luz a.k.a. PQP

Eh pá. Estou mesmo lixada com esta situação. Há um mês atrás, tinha uma continha recheadinha que até dava gosto.

Entretanto... A) Despesas fixas [ok] + B) Duas despesas com "biaturas" sem estar a contar [ok - muuuuuuuuitos €s] + C) Aniversário piolho [ok] + D) Seguro de uma "biatura" [ok] - E) Subsídio de Natal [not ok] - F) Vencimento do cônjuge Novembro [not ok] - G) Subsídio de Natal do cônjuge [not ok] - H) Contas [não] feitas e não pagas com anterior entidade patronal do cônjuge [not ok] = A 9 de Dezembro de 2011, a conta do meu filho está mais recheada que a minha.

Se trabalhei? Muito. Se o cônjuge trabalhou? Demasiado. Puta que pariu.

Nota:
Os pontos F e G terão [ouví-nos Senhor] resolução a curto prazo, trata-se de um pequeno [?] atraso
O ponto E não apresenta perspectivas [queira o Senhor que eu não tenha mais surpresas no final de Dezembro]
O ponto H [estamos a falar de valores com 4 dígitos] vai dar muita chatice... ou não me chame eu Ni Maria.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Natal e coisas assim #2

Pois que a minha suspeita em relação ao Subsídio de Natal se confirma.



Extracto da conversa:

Eu - Perspectivas? O gajo que normalmente me paga - Não há perspectivas.

Eu - Fechamos? O gajo que normalmente me paga - Não quero equacionar essa hipótese para já, até porque blablabla whyskas saquetas.

Está bonito, portanto.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ponham os ouvidos nisto

Era bom que toda a gente ouvisse este testemunho de 6m25'

Talvez existissem mais pessoas a perceber o verdadeiro significado da SOLIDARIEDADE!

É de louvar quando nos damos ao trabalho de recolher nos nossos pertences algo em bom estado e que já não tem serventia para nós para partilhar com alguém. Esse algo, pode ser muito útil para outra pessoa, não questiono a grandeza de coração de quem o faz. Chamem-lhe solidariedade, caridade, ajuda, o que quiserem. É um gesto válido e muitas vezes faz a felicidade de alguém.

Mas de louvar mais ainda é abdicar de algo para nós, para podermos ver [ou imaginar apenas] um sorriso. Get it?

Parabéns ao Exército de Salvação, parabéns à Ana e a todas as pessoas envolvidas na logística e organização dos Anjinhos de Natal.

A todas as pessoas que não compreendem o conceito de solidariedade desta forma, eu desejo um feliz Natal e que o Ano Novo vos traga muita paz. Às outras... não é preciso. Sei que vão ter um Natal quentinho no coração e um Ano Novo brilhante, tão brilhante quanto esta iniciativa!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Chorar

Sempre fui uma pessoa de choro fácil e chorar sempre me lavou a alma. Fosse por tristeza ou emoção. De há uns meses para cá, parece que gastei as lágrimas todas e nem chorar consigo de tanto cansaço [emocional, sobretudo].

Ontem, chorei mais de uma hora seguida. É incrível o quanto me fiquei a sentir melhor.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Balanço do ano

Ainda falta um mês para o final do ano, mas acho que já posso fazer o balanço das minhas resoluções de ano novo para 2011.


1. Mudar de emprego - Não aconteceu. Infelizmente, a situação está ainda pior do que estava e este ponto vai manter-se nas resoluções para 2012.


2. Deitar abaixo [vários] Kgs [+ de 5 e - de 10] - Emagreci 15Kgs. Este ponto foi mais que superado, como podem ver aqui.

3. Encontrar uma creche que me encha as medidas e inscrever o piolho - Encontrada, inscrito, aceite, a frequentar e muito satisfeitos. Mais um ponto que sai da lista.

4. Fazer uma viagem [Madeira ou Açores, por exemplo] - Népia. Este ponto vai manter-se e, pelo andar da carruagem, ad eternum...

5. Fazer exercício regular [inscrever-me finalmente no ginásio era uma ideia] - Também não.
 
6. Deixar de ser burra - Nunca vai acontecer...

Natal e coisas assim

Acabei de saber por linhas travessas que é muito provável que não haja guito para pagar subsídios de Natal na empresa onde trabalho. E é isto. Ou muito me engano, ou vou começar o ano a engrossar as listas de desemprego e a picar o ponto na Junta de Freguesia.

Pior? É eu ter a certeza de que se o barco afunda de vez, não vai haver euros para pagamento de indemnizações...

Comentários

Já perdi a conta aos comentários que escrevi nos vossos blogs (do blogger) e que se perderam por essa internet fora... "Lamentamos, mas não é possível blablabla" :(

Começo a acreditar que o defeito seja meu. Alguém já teve o mesmo problema?

sábado, 26 de novembro de 2011

O elefante de madeira

No dia do teu 2º aniversário, o teu avô ofereceu-te um elefante de madeira. Não é um elefante qualquer, não. É um elefante muito especial, um tesouro, um dos presentes com mais significado que algum dia irás receber. Vou ajudar-te a tomar conta dele, a protegê-lo para que te acompanhe até que um dia consigas também perceber a importância deste gesto e possas ser tu a tomar conta dele.

Mas primeiro vou contar-te a história deste elefante.

Há uns anos atrás, o avô tinha um negócio próspero. De porta aberta, a fazer aquilo que ele sempre soube fazer melhor, a comunicar com clientes, a receber de braços abertos todos quantos vinham comprar ou apenas fazer uma pergunta. Nessa altura, o avô começou uma colecção de figuras em madeira, lindas, máscaras, girafas, figuras femininas, chefes tribais, grandes, pequenas, médias, todas elas a fazer lembrar a "sua" África, o seu país de origem, Angola. O avô sempre teve muito orgulho nesta colecção, que fazia as delícias dos clientes que visitavam a loja. Muitas vezes lhe ofereceram dinheiro por várias peças e ele nunca vendeu uma única.

Um dia, teve de deixar aquele espaço e empacotou quase tudo. Deixou apenas algumas peças que foram adornar um espaço mais pequenino. A palavra "crise" começava a ouvir-se regularmente nos noticiários e passou rapidamente a fazer parte da realidade de muitos empresários empreendedores como o teu avô.

A prosperidade de outros tempos parece-nos a todos, agora, uma realidade muito longínqua. Mas apesar disso, o teu avô não baixou os braços e luta diariamente por reconquistar uma vida mais tranquila.

No dia em que fizeste 2 anos, o avô não te pôde comprar um brinquedo caro, ou uma roupa de marca. Mas deu-te o coração dele na forma de um pequeno elefante de madeira que tu cobiçaste durante meses... e isso diz tudo sobre o teu avô.

Amo-te, pai. E prometo ensinar ao meu filho aquilo que aprendi contigo sempre... que "a vida é feita de pequenos nadas!!"

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A vida dá-nos a volta

Achei sempre que quando fosse mãe seria de uma menina. Pancas. Seria pelos folhinhos e fitinhas e ganchos e adereços e tretas? Talvez.

O que é certo é que por volta das 17 semanas soubemos que seria um rapaz. Pânico. Um rapaz? Mas... nesta família nascem sempre meninas!! Um rapaz? Dois homens em casa? Um rapaz? Roupa azul? Sem fitinhas e ganchos? Um rapaz? Carrinhos, bolas e brinquedos parvos? Um rapaz? A sério? Um rapaz! Olha que ideia engraçada, um rapaz é capaz de ser giro! Um rapaz? Hey! Eu vou ter um RAPAZ!

E as coisas nunca mais foram iguais. Amo ser mãe de um rapaz. Não acho nada que não haja roupa gira e que as meninas estão em vantagem. Adoro o meu pilas. Às vezes dou comigo a pensar que não saberia ser mãe de uma "pinxexa" [grrrr, que nervos me dá a palavra pinxexa]. Às vezes dou comigo a pensar que não teria pachorra para Hello Kity's e barbies [odeio não gosto de barbies] e problemas existenciais aos 2 anos de idade [as miúdas são muito mais chatas tramadas, eu sei, eu já vi]. Não imagino o quão deve ser diferente.

Um dia, se a vida permitir, hei-de ter outro bebé. Não me incomoda nada que seja outro menino. Se for menina, o pai que se ponha a pau... é que duas galinhas no mesmo capoeiro é dose, eu sei, eu já vi! :)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quatro anos

Arquivo pessoal



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Apaixonei-me Por Um Fio

Ainda não tive tempo de explorar o blog com olhos de ver, mas fiquei apaixonada por estas pulseiras... ora espreitem!

Acho que me vou presentear a mim própria :)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Aviso à navegação

Tenho tido bastantes dificuldades em comentar em alguns blogs do blogger. Ando por aqui, acompanho-vos, mas vá-se lá saber porquê não consigo deixar comentários em algumas de vós.

Sónia [Home Alone], fico contente que o Tito esteja um comilão e um dorminhoco nato!. Este é só o último que acabou de me acontecer, a título de exemplo, mas há mais blogs na mesma situação :(

domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Parabéns, FILHO

ÉS O MAIOR! E só tens 2 anos!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Há 2 anos

Faltavam poucas horas para te conhecer. Eu ainda não sabia se iria ser naquele dia, mas esperava muito que sim, que desses sinal de querer conhecer o mundo. Choveu a semana toda e tu esperaste pelo único dia de sol para te dares a conhecer.

Recordo cada momento passado naquela sala de partos, cada volta que dei nos corredores, cada vez que me pendurei no teu pai quando vinha uma contracção mais forte, cada vez que respirei exactamente como tinha aprendido nas aulas de PPP...

A partir do meio dia, as dores começaram a apertar, mas ainda não havia condições para a Santa Epidural [um dia falo-te dessa santa querida de quem passei a ser devota]. Passei um mau bocado até por volta das 17:30 talvez, hora em que a Santa foi autorizada a intervir.

Depois disso, foi um descanso. Tinha dores e sentia as contracções, mas de uma forma amigável, suportável. Todo o tempo que decorreu entre esse momento e as 19:24 minutos, hora que o relógio marcava quando choraste pela primeira vez, foi passado em clima de grande descontracção.

Lembro-me de perguntar ao enfermeiro-parteiro, o Anjo Gabriel, "Ó senhor enfermeiro, o meu filho nasce hoje, não nasce?". E passado um segundo, ele informa-me que estava tudo pronto para tu nasceres. E assim foi. O médico que te seguiu na gravidez quase não chegou a tempo. Num instante, estavas cá fora.

Nasceste limpinho, rosado, tiveste de ser aspirado e não puderam por-te logo no meu peito, como estava combinado. Mas não fez mal, eu podia ver-te a uns escassos centímetros enquanto outra enfermeira te vestia a roupa que preparei numa trouxa. Foi ela que lembrou o pai: "Ó pai, não quer tirar umas fotos?" Tinhamos levado 2 máquinas e uma parafernália de baterias e pilhas, mas estupidificámos durante os teus primeiros minutos de vida. Só fomos capazes de ficar a olhar para ti, nem nos lembrámos das fotos...


Depois de vestido e agasalhado vieste finalmente juntar o bater do teu coração ao meu. O pai deu-te o 1º colo. Foi a 1ª vez que pegou num recém-nascido, mas parecia um profissional. Enchi-me de orgulho dos meus dois homens naquele momento. E de mim, que me portei à altura.

Nem parecias ter acabado de nascer. Não tiveste pressa em comer, mas abriste os teus olhos enormes e ficaste a habituar-te à luz. Eu era capaz de jurar que me piscaste o olho.

Na tua primeira noite de vida, o pai deixou-nos já tarde, por volta das 23h. Tenho a certeza que mal dormiu de excitação e ansiedade. Eu não dormi. Não que tivesses dado trabalho, pelo contrário. Mas eu tinha sede e fome de te ver, de observar cada movimento, de conhecer cada bocadinho de ti, de ficar horas a contemplar o meu filho, a minha obra, o meu bebé perfeito.

De manhã estava fresca como uma alface. O pai chegou cedo com as tralhas que não tinham ficado no dia anterior. Tomei um banho e senti-me como nova. Só queria que 3 dias passassem a correr, ir para a nossa casa, com o pai, que todos os dias passou connosco todo o tempo que lhe era permitido.

Tivemos alta a um sábado e pudemos finalmente ter um momento em família, os três. O pai esqueceu-se do teu casaco e teve de voltar a casa. Quando regressou, tinha-se esquecido do meu :)

Amo-te daqui até à lua, ida e volta vezes catramilhões e mais um. E estamos a escassas horas de completares DOIS anos. Adoro-te, filho. Obrigada.

Ni

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pesos e medidas

Altura: 86 cm
Peso: 10.930 Kgs
PC: 49,8 cm






O Magriço, portanto :)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Habemus Bolo

Amén, assim seja e essas coisas todas que eu nisto sou como o S. Tomé: é ver para crer!

Na sexta-feira, terá um bolinho mais simples, sem gluten e sem clara de ovo para levar para a creche. Da mesma massa, serão feitos 4 cupcakes para a festa de sábado [decorados com as 4 personagens do Super Why]. Para a festa de sábado, a massa do bolo será normal [o reguila come cupcake] e a decoração terá como tema o desenho animado preferido do meu Super-Filho! Super Why... em acção!


Produtividade em baixa

[Aliás, nota-se. Já vou no segundo post e ainda nem é hora de almoço]

Não me apetece fazer a ponta de chifre. Tenho um plano de actividades para terminar e um balanço para começar. Tenho prazos, ando a procrastinar. Há dias assim, em que até o básico me dá tédio. Hoje é um dia desses.

Chove a potes. Odeio chuva.

Queria estar em casa a lamber a minha cria porque estou nostálgica. Há 2 anos, estava nos meus últimos dias de gravidez. Não sei se mais alguma vez vou sentir o turbilhão de emoções que é ter um bebé na barriga a comunicar comigo. Comigo. Eu e ele.

Há 2 anos nesta altura já estava farta de o ter cá dentro, já só queria connhecê-lo, ver-lhe as bochechas, os pézinhos, cheirá-lo, abraçá-lo, aconchegá-lo no meu colo.

Hoje, só o queria ter cá dentro outra vez, só mais uns dias e vê-lo nascer de novo. O nascimento do meu filho foi o momento mais completo da minha vida. Uma gravidez boa, um parto que correu muito bem, um bebé lindo de olhar zangado. Jamais vou esquecer aquele momento. O pé. Que pé perfeito. O choro. A alegria. O primeiro toque naquela pele rosadinha. O gorro azul que o fazia parecer um pequeno gnomo. Os olhos curiosos a habituarem-se à luz. A cabeça oval, tipo E. T. que só arredondou ao 3º dia :). Os olhos do pai. A nossa própria interrogação de como foi possível gerar um ser tão perfeito!?

Adoro o meu almost two year old boy, adoro. Mas tenho tantas vezes saudades daquele segundo em que o vi a 1ª vez e do último grande pontapé na barriga.

Já comentei que estou nostálgica?

Festa

A 4 dias da pequena festa na creche e a 5 da pequena reunião familiar, sinto-me estafada e não consigo ver nada de palpável feito. Ou melhor, está feito o que depende de mim. Tudo o que depende de terceiros está... pendente.

No ano passado juntámos aniversário e baptizado e os bolos [tendo em conta as alergias alimentares do miúdo] foram encomendados a uns bons Kms de casa. Foi uma aventura, a logística foi tramada, mas o miúdo teve direito a 2 bolinhos maravilhosos, tanto em sabor como em aspecto.

Este ano, procurei uma solução mais perto de casa, encontrei um atellier de bolos, negócio pequeno e caseiro, que não tendo experiência se disponibilizou a realizar experiências para me conseguir fazer 2 bolos sem gluten e sem clara de ovo. Na 6ª passada, mandam-me uma mensagem: a coisa não está a correr bem... Nem vou pensar mais nisso até 5ª, se não houver bolos, passo a noite de 5ª a inventar eu uma alternativa em casa.

A garagem está minimamente limpa e eu recuso-me a limpar mais até que todo o lixo tenha sido feito [furos e tretas].

A sala ficou ontem impecavelmente limpa. Ainda há tralhas para tirar das escadas. Falta [depois de limpar] arranjar o esquema para as brincadeiras dos miúdos na garagem. Falta-me encomendar coisas. Faltam-me horas de sono. Falta-me paciência.

Este post está confuso, mas eu também. Siga para Bingo.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O universo sabe o que faz

Descobri que entre milho aquecido e arrumações... só se estragou uma casa, como diz a minha amiga Elaine.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Divagações sobre a blogosfera

A blogosfera tem tanto de positivo como de merdoso.

Quando criei o blog, esteve tempos e tempos sem um único seguidor/leitor. Eu simplesmente não o apresentei a ninguém. Só o meu marido e uma amiga tinham acesso às minhas parvoíces.

Quando comecei a ganhar "coragem" para comentar noutros blogs, foram chegando aqui uma ou outra comentadora e assim se tornou público este cantinho.

Lembro-me que a primeira "outsider" foi a minha querida Daniela, na altura da minha gravidez. Depois foram chegando outras e eu ia acrescentando alguns blogs interessantes à minha lista ali do lado direito.

Alguns já foram com as couves, que uma gaja não tem paciência infinita para "pipoquices", se bem me entendem.

Outros, com muita pena minha, deixaram de escrever. Mas eu mantive-os ali, na esperança que um dia voltem a inspirar-se.

Outros começaram a desiludir-me e ainda não decidi muito bem o que lhes fazer, porque tenho dias em que me farta tanta "cocozice".

E depois ainda tenho uma outra categoria, a que chamo os meus guilty pleasures, ou seja, detesto a maioria do que se lá escreve, ou a postura do/a blogger em si, mas não consigo deixar de me deliciar com tanta parvoíce, mesquinhice, presunção, burrice, falta de coerência, etc.

Por norma, limito-me a constatar que existe mesmo gente muito estúpida. Não costumo comentar ou alimentar polémicas quando não tenho nada de positivo a acrescentar. Mas já me aconteceu não morder a ponta dos dedos e destilar a minha indignação. Isto leva-me a outra constatação. Há pessoas que escrevem [para si próprias, dizem elas] e que deliram com a legião de comentadores que diz amén a tudo quando é post. Mesmo que o de hoje seja o contrário do de ontem. Nunca gostei de carneiros, vá-se lá saber porquê... Quando aparece alguém que não concorda ou dá uma opinião diferente numa caixa de comentários que existe para isso mesmo "o blog é meu e eu escrevo o que eu quiser". Desisto!

Mesmo assim, o meu balanço é claramente positivo. Este blog já me trouxe muita gente boa que de outra forma nunca iria ter o prazer de ter na minha vida. Siga para Bingo!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

2º Filho

Nem de propósito, nos últimos dias tenho sido brindada com notícias [das boas!!!] de segundas gravidezes no meu círculo de amigos.



Tenho tanta gana de deixar a pílula e ver o que acontece...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Duas semanas

Faltam aproximadamente 2 semanas para o 2º aniversário do meu pequeno. Estou sem vontade nenhuma de organizar a festa. Nos últimos dias livres [feriados e fins-de-semana] estivemos dedicados a preparar o espaço. A festa será em casa do meu pai, mas queria ter um espaço onde a canalhada pudesse brincar e correr livrementte, sem muitas limitações: garagem.

Já deitei mais lixo fora que sei lá o quê. Roupas velhas em caixas, papelada sem serventia nenhuma, cacarecos, pilhas de inutilidades que se vão guardando ano após ano. A garagem [e todo o piso inferior] já tem um ar apresentável. Para a semana tratamos de mais um ou outro pormenor e está feito.

Os comes e bebes estão mais ou menos alinhavados [na minha cabeça], mas ainda não fiz lista de nada. Ando a ver se chego ao dia e me dá uma síncope, só pode.

Ambiente. Era bom que fosse o de outros tempos, mas não vai ser. Tenho pouca vontade de convidar pessoas de fora, portanto, será quase só família. Garotos são poucos, mas rondam todos a mesma idade, é capaz de ser giro.

Adoro o meu filho e faço este sacrifício por ele [que a minha vontade era pegar nele e no pai e desaparecer daqui por um fim-de-semana], mas se vejo este dia passado até digo que é mentira.

A nossa festa a 3 será depois, daqui a umas semanas contamos ir mostrar-lhe o Oceanário. Isso sim, vai ser uma festa, longe dos problemas e num ambiente diferente.

Já mencionei que o meu filho vai completar 2 [DOIS] anos!?!?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Vai chover.

- Vai tu!

Este tempo deprime-me. Eu já não ando bem, ando com um humor de cão, mas esta chuva e este lusco-fusco que mais parece que nunca chega a ser dia deixam-me com uma tromba maior que a do elefante Babar.

Também ando farta e saturada de partes da minha vida. A profissional, desde logo, mas quanto a isso já aprendi a relativizar e a tirar o melhor partido possível das condições que tenho.

Estou farta de determinados silêncios. Faltas de iniciativa, então, andam a deixar-me cansada. Mas pior, pior, são as faltas de sensibilidade.

Podia estar aqui a dizer que é o meu marido que me chateia, ou a colega que já veio de férias, ou a minha mãe, que não o sabe ser, ou as contas para pagar, mas não. É uma conjugação de factores que quando se junta com dias cinzento-escuro, chuva e frio têm um resultado bombástico na minha disposição. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mom fail

1. Detesto gritos. Detesto. Sempre disse que não ia gritar com o meu filho. FAIL! A sério, às vezes leva-me a um ponto de exaustão tal, que chego mesmo a berrar com ele, como se fosse um adulto e estivesse a entender o motivo da minha ira. É verdade que ele goza connosco, descaradamente. Que já tem muita noção do que está bem e do que está mal, mas eu não consigo deixar de me sentir uma big loser.

2. No domingo deu comigo em doida de manhã. Nada estava bem, só queria andar a fazer porcaria e a saltar em cima da cama e a atirar com caixas plásticas pelo ar e a fazer das garrafas de água vazias uma bola e a cair e atirar-se ao chão. Ainda não eram 10 da manhã quando saí com ele de casa para arejar e já estava de rastos. Fui à H&M comprar-lhe uns casacos. Ele gosta de tirar sempre uma peça de roupa num cabide e passear-se pela loja como se aquilo fosse a compra dele. Todas as vezes que isso aconteceu, a peça voltou para o expositor e levámos apenas aquilo ao que íamos. No domingo cedi. Troquei a peça que ele escolheu por uma igual do tamanho certo e deixei-o trazer aquilo [era um body, faz sempre falta, mas mesmo assim não é desculpa]. Foi a culpa, eu sei que foi a culpa de ter berrado com ele. FAIL!

Serviço público

Atenção, pais e mães de meninos e meninas celíacos, alérgicos ao glúten ou ao trigo:

Existem algumas marcas de pastas de moldar [vulgar plasticina] que usam farinha de trigo na ligação das massas. É concerteza para evitar o uso de químicos tóxicos e potencialmente perigosos, mas para os nossos garotos é UM PERIGO.

Eu já encontrei pelo menos 2 marcas: Ric&Rok (Jumbo) e Giotto.

Fiquem atentos!

Preocupações

Trabalho numa empresa que depende em grande parte de projectos co-financiados pelo Fundo Social Europeu. Suspeito que a delegação em que sou a única funcionária só se mantem aberta porque ainda vai havendo algum trabalho nessa área. O trabalho de iniciativa privada [conquistar um cliente e fornecer-lhe um serviço] não existe por estas bandas. Na sede, as coisas não estão melhores e o que mais me espanta é ver que qualquer um dos assalariados desta empresa está mais preocupado com a situação do que a Direcção.

Até 2013, ano em que termina o actual Quadro Comunitário, talvez tenha emprego. E até lá [ou até ao dia em que for despensada] confesso que não vou procurar uma alternativa. Vou ficar aqui sossegadinha, não me apetece ser eu a sair por iniciativa própria e perder a antiguidade na empresa e os respectivos direitos. Até mesmo porque, estando constantemente atenta a anúncios e ao mercado de trabalho, sairia daqui para uma situação mais precária com toda a certeza.

Não gosto de estar aqui. As condições físicas e humanas são deploráveis. Vou cumprindo, fazendo o meu trabalho, respondendo às solicitações, mas já vão longe os dias em que trabalhava por gosto e em que tomava a iniciativa de criar trabalho. Enquanto profissional, sinto que baixei a fasquia. Mas ao mesmo tempo não me sinto culpada ou responsável. Remar contra a maré cansa. E um dia, somos obrigados a deixar-nos levar pela corrente.

Estou profundamente preocupada, óbvio. Enquanto tiver emprego sei com que linhas me posso coser. Nunca fui pessoa de dar passos maiores que a perna, mas não havendo trabalho, fico apreensiva. Tenho a casa para pagar, as despesas de água, luz, gás, telemóveis, cabo, creche e pouco mais como despesas fixas. Por enquanto dá para termos tv cabo e internet em casa, quando não der, paciência. Por enquanto dá para manter 2 redes de telemóvel [sendo que o objectivo é fazer uma boa gestão das chamadas e sms, procurando gastar menos do que se tivesse só uma]. Quando não der, voltamos ao antigamente. Combina-se de hoje para amanhã, hora e local, e há que cumprir.

Tenho um filho, vai fazer 2 anos em Novembro. A maioria dos nossos gastos extra são com ele. Gastamos em produtos sem glúten/trigo uma pequena fortuna mensal. Além da mensalidade da creche, levamos ainda esses pequenos mimos [bolachas, pão, douradinhos] para que ele se sinta o menos diferente possível. Gastamos uma boa maquia em produtos para a pele. Mesmo assim, tenho procurado soluções alternativas mais baratas, como por exemplo o uso intercalado de óleo de amêndoas doces. Compramos a roupa dele em lojas acessíveis. É raríssimo ter uma peça de roupa que não seja da H&M, Zara ou Zippy. Não compramos brinquedos, apenas livros e puzzles. Se calha comprar 2 ou 3 livros, não lhos damos logo todos, vamos guardando para ocasiões especiais.

Quero ter outro filho. Quero mesmo. Não teria de fazer um investimento inicial tão grande, todos os artigos de puericultura que ficaram do M. estão impecáveis. A roupa são outros quinhentos, depende sempre da altura em que nascem, pode ser que dê para aproveitar muito, pouco ou nada. Mas tenho medo. A velha máxima do "tudo se cria" faz-me comichão. Quanto mais o tempo passa, mais esta ideia vai esmorecendo cá dentro e isso deixa-me de rastos. Tinha jurado a mim mesma que não deixaria o meu filho sem a companhia de um irmão/ã. Talvez por eu ser filha única. E nem vou aqui dissertar sobre as vantagens/desvantagens de se ser filho único. 

Merda para isto. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fonix

Paródias lá de casa:

Eu: "Olha lá, não queres um bocadinho de arroz com perú?"
Ele: nada
Eu: "Tu não estás a ouvir a mãe? Queres arroz com perú ou não?"
Ele: nada
Eu: "Mau! Mas tu agora és surdo? Estou a falar contigo!"
Ele: "Não quero. Fó-ni-que-se"

Eu: "Hoje vamos a casa da avó G."
Ele: "Ena! Que boa ideia! Está lá o avô, a avó [pausa]. AS BOLAS, mãe"

No carro
Ele: "As luzes tão apagadas."
Eu: "Claro que sim, é de dia."
Ele: "Ó dona Luz... puque tás apagada? Caramba, pá"

De manhã, quando chega ao meu quarto
Ele: "Ó pai!! Tás cá hoje?"

Ao jantar
Ele: "Quero mais uma bolota [salsicha]."
Eu: "Já comeste muitas. Não há mais."
Ele: "Mas eu quero, mãe. Por fabôre. Anda lá."

Outras com menos piada:
Ele: "Dá cá isso, pá. Eu quero isso"
Eu: "Como é que é? Não percebi!"
Ele: [sorriso safado] "Se faxavor, mãe".

Ele: "Vai apanhar aquilo."
Eu: "Não é assim que se fala. Vai lá tu apanhar, que tu consegues."
Ele: "Não posso. Tou a bincáre."

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Maratona de discos pedidos

O meu filho tem andado impossível difícil de aturar. Eu não sei, ele sai da creche com um speed que eu às vezes desconfio que lhes dão café ao lanche, ou algo assim. Eu digo sempre, antes irrequieto que mono [detesto não acho garaça a miúdos monos], mas isto tem sido um arraial.

Antes do jantar, brinca um bocadinho na sala, onde ainda tem o seu cantinho da brincadeira, longe da mesa e da tábua de passar a ferro [sim, está 90% do tempo montada, shame on me], ali mesmo entre os sofás e as almofadas. Mas agora as brincadeiras são sempre perigosas. Ou atira coisas, ou caminha em cima dos brinquedos, ou sobe para cima do sofá, que é alto, e depois atira-se sem qualquer noção de perigo... enfim, não tem sido fácil conseguir fazer alguma coisa de útil a essa hora.

Depois vem o banho. Não quer ir para o banho porque está "xentadinho a bincáre". Lá o convenço e vai todo animado. Depois não quer sair porque está "xentadinho a bincáre na água". É um drama para o tirar, apanha frio escusadamente, choraminga, consome-me a paciência, mas lá vamos. A seguir é a cena dos cremes. Não quer porque "tem coceguinhas" [não sei de onde lhe vem tanto 'inho!!!]. É uma luta, mas lá se consegue. Se tiver de lhe por soro no nariz, então... é a desgraça total.

São 19:30 e eu já rebento pelas costuras. Vamos jantar. Quer comer "xojinho". Uma eternidade para comer a sopa, distrai-se com qualquer coisa e lá vamos nós de vez em quando enfiar-lhe uma colher goela abaixo na boca. Quando há manga, quer pêra, quando há pêra quer banana, quando há banana... pode ser. O 2º prato é por conta dele, come o que lhe apetecer e eu nem me chateio mais, tirando a parte em que quando dou por ela está a esfregar a colher no cabelo acabado de lavar. Ufa.

Depois do jantar, começou a ser difícil mantê-lo com qualquer actividade decente durante mais de 5 minutos. Como me custa deitá-lo de barriga cheia, normalmente um de nós, ou os dois, fica encarregue de o entreter até o sono dar mesmo cabo dele. O meu marido descobriu uma técnica infalível nos últimos dias. Liga o computador e faz uma sessão de discos pedidos. Começa sempre pela música do Gombby e vai rodando [odeio inclui a Xana Toc-toc]. "Olha a bola, Manel", Genérico do "Super Why", "Bruxa Babiruxa [esta confesso que sou eu que adoro], e tantas, tantas outras. Ele é que escolhe. Ontem fiquei sozinha com ele a partir das 19:30. Às 20:15, mais ou menos, já estávamos os 2 na sala. Experimentei a táctica e foi tão fixe ficar sentadinha com ele no sofá, mantinha nas pernas, ele a escolher as músicas, os dois a cantar! Adorei. Quando dei por ela já eram 21:30... passou a correr. Xixi. Cama!



Não pode ser todos os dias, mas ter algo que lhe capte a atenção por um bom bocado já não é mau. E música sempre me parece melhor que televisão. Custa-me imenso usar a TV como distracção para conseguir alguma coisa, mas algumas vezes já teve que ser... Assim é uma mega WIN para todos!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pancas

Eu tenho uma panca [pronto, eu tenho várias, mas hoje é só esta] com a segurança do meu filho.

Eu sou a mãe. Eu tenho obrigação de garantir que nada de mal lhe acontece. Esforço-me, tento protegê-lo deixando-o viver. Deixo-o cair e esfolar-se e dar cabeçadas, mas mantenho sempre ali a mão por perto, não vá o diabo tecê-las.

Noutro dia caiu do sofá e fez um enorme galo. Bateu com a cabeça no chão. Eu estava perto, fui avisando "vais cair, não faças isso" e, no fundo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde as investidas de sobe e desce sofá acompanhadas de sono aos montes na hora da parvoeira que antecede o jantar iam resultar num "abre olhos". E assim foi. Tratei logo de por água fria, arnidol, no dia seguinte já mal se notava.

Depois, depois dei comigo a pensar. "Ó minha anormal irresponsável! E se o garoto caía mal e partia o pescoço?" Gelei. Paranóia? É capaz de ser, mas só de imaginar que ele podia ter tido consequências graves por causa de uma queda que eu podia ter evitado e não evitei, morri por segundos.

Não acho que seja um problema esta minha paranóia. Sempre fui assim com algumas coisas na minha vida. As coisas aconteciam e eu depois ficava a magicar nos "e se isto, e se aquilo". Nunca foi impeditivo de eu me sentir uma pessoa normal, com uma panca.

Depois há o segundo em que deixamos de o ver. Enquando dou um gole no café, ele desaparece atrás de uma cadeira. Pânico momentâneo. Dura 1 segundo, depois caio em mim. Mas e se mo levam? E se alguém mal intencionado se aproveita de 1 segundo de distracção? NÃO! Recuso-me. Quando saio sozinha com ele, redobro os cuidados, mas mesmo com o pai ou o avô, tenho sempre um olho no burro e outro no ciganito.

Depois há os momentos em que nós não estamos e aí, nada a fazer. Eles precisam de liberdade, de convívio fora do ninho e por muito que confiemos nas pessoas com quem os deixamos, podem acontecer exactamente as mesmas coisas que aconteceriam mesmo que estivéssemos com mil olhos em cima dele. Procuro não pensar muito nisso, mas quando ele não está comigo, há sempre uns milésimos de segundo em que o meu coração se desassossega.

Agora, o pior mesmo é pensar que o Duarte podia ser meu filho, sobrinho, afilhado, primo, amigo, vizinho. Estas coisas ACONTECEM mesmo. Há bebés que morrem, sim, a palavra correcta é morrer, por mais eufemismos que procuremos. Eu não posso imaginar a dor destes pais, com este desfecho depois de tantos meses de sofrimento, agonia e luta. Todos os dias há um milésimo de segundo em que o meu coração se aperta, às vezes só dou por isso quando abraço o meu filho com força sem saber muito bem porquê.

E é por isso que eu preciso de dar mesmo uma volta às minhas prioridades e deixar de perder tempo com merdas e pessoas que valem o que valem.

Já agora aproveito: se ainda não és dador de medula óssea, pensa nisso com carinho. Não dói nada!

Duarte

O Duarte perdeu a luta, aos 20 meses de vida. Estou sem palavras.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Desta vez foi a Naná a desafiar-me. Cá vai:

Desafio: dizer 7 coisas sobre mim e passar o selo a 15 outros blogs (...)

1 - Não sou uma fada do lar, detesto aspirar e arrumar roupa. Prefiro mil vezes sentar-me no chão a brincar do que arrumar a confusão generalizada e permanente que é a minha mesa da sala de jantar.

2 - Gosto de cozinhar, mas odeio fazê-lo por obrigação. Faço um arroz de polvo de comer e chorar por mais, bons assados, mas não sou muito criativa no dia-a-dia.

3 - Não tenho jeito nenhum para manualidades. Ando há semanas a pensar em coisas giras para oferecer no Natal, que possa incluir o meu filho, mas não me sai nada de jeito.

4 - Odeio o meu emprego há demasiado tempo. Não é o trabalho. São as condições humanas e físicas e a falta de consideração da entidade patronal por alguém que trabalha todos os dias sozinha num escritório sem luz natural...

5 - Adoro SOL! Adoro praia e tenho pena de não ter feito um único dia de praia este verão...

6 - Não tenho jeito para maquilhagem e unhas e penteados e essas tretas todas. Gostava muito de andar mais arranjadinha, mas não encontro paciência nem jeito (nem tempo).

7 - Tenho pancas sobre a segurança do meu filho. Morro de medo que alguma coisa lhe aconteça. Desde que ele nasceu, tenho medo de morrer, conduzo mais devagar e assusto-me com mais facilidade.

E o selo vai para os seguintes blogs: 15 são muitos!!! Leve quem quiser.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Chegou


Eu fico um bocado eufórica com isto. No ano passado, quando pedi o Anjinho, estava longe de imaginar a sensação de andar às compras para uma criança que não conheço, que nunca vou conhecer, mas que vai ter um Natal mais feliz com esta iniciativa. Posso dizer-vos que chorei muito de emoção quando acabei de comprar o fato-de-treino para a pequena Mafalda.

Este ano volto a ter uma Anjinha. A Diana tem 7 anos e pede bonecos Pin&Pon e um fato-de-treino tamanho 8 anos.

Minha querida, lá terás os teus presentes.

Eu podia não falar sobre o assunto. Afinal, a verdadeira solidariedade não é a que vê, é a que se faz. Mas aproveito para divulgar a iniciativa. Vá lá, não vamos deixar nenhum Anjinho sem prenda este Natal!!!!!

Todas as informações aqui!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Habemus artista pop

Esta manhã no elevador:

"Bom dia, bom dia!

Bom dia a toda a gente.
Eu hoje vou à escola
E por isso estou contente"

E no fim ainda bateu palmas! Go, filho!

Também canta sozinho:
- genérico do Gombby
- as pombinhas da catrina
- o porquinho foi à horta
- parabéns
- machadinha [quem te pôs sabão... ahahahahahahahah]
- mais umas quantas que eu depois venho aqui actualizar

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Só para deixar registado

O primeiro Galo a sério :(

Atirou-se de cabeça do sofá, like a boss...

sábado, 15 de outubro de 2011

Eu amo o meu filho de paixão!!!

E pronto, hoje era só isto!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Anjinhos de Natal

À semelhança do ano passado, este ano vou juntar-me novamente a esta iniciativa do Exército de Salvação.

Informações aqui!

Importante:

Data limite para os pedidos [15 de Novembro de 2011]

Data limite para entrega [30 de Novembro de 2011]

Consultem os pontos de entrega. Eu vou usar o habitual e enviar tudo para O Segredo das Festas.

Quero educar o meu filho assim...




Roubado à Mafalda :)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mas o que é isto?

Nunca me tinha acontecido uma coisa assim. Normalmente o piolho nem pestaneja quando vai para a cama. Já o deito com sono e ele lá se deixa ficar. Já houve noites em que foi menos pacífico, claro, mas nada de especial. A noite de ontem saiu fora de qualquer padrão...

Às 21:30 fui deitá-lo e ele lá ficou. Fui estender uma máquina de roupa e levei o intercomunicador. 10 minutos de silêncio, tudo ok. Entretanto começou a resmungar, primeiro baixinho, depois a chamar "mããããããããããe" já com impaciência. Perdi a conta às vezes que lá fui. De cada vez que me aproximava da cama, quase saltava para o meu colo. Dei cabo das costas e dos braços, levei-o para a sala um bocadinho porque notei que não estava realmente com sono. Quando começou a bocejar, nova tentativa. Colo, colo, colo. Já não podia mais. Levei-o para a minha cama. Mexe, remexe, patadas. Impossível. Nova tentativa de o por na cama dele. No meio disto tudo, alguma falta de paciência a começar a mexer-me com os nervos. Deitei-o, sentava-se. Uma dúzia de vezes. Lá se deitou, mas eu tinha de lhe dar a mão. Adormecia. Eu tirava a mão devagarinho, ele ligava o sensor e agarrava-me a mão outra vez. Não sei quanto tempo estive nisto, mas o processo todo até ele finalmente ficar a dormir sem a minha mão [e atenção que continuou a resmungar mais um pouco] levou cerca de 3 horas.

Eu espero que isto tenha sido um episódio isolado. Caso contrário, tiro uma semana de férias, vou para um hotel e deixo-o ficar com o pai...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Promessas

Eu já ando a prometer que um dia a coisa explode há demasiado tempo.

Tenho um familiar. neste caso uma, de quem não gosto, com quem não tenho afinidade, com quem não me identifico, que já me prejudicou MUITO no passado, mas que é familiar directa. Ora, para as convenções sociais, os familiares directos são intocáveis. Dane-se. Para mim valem o que valem. Se for muito, dou o coiro por elas. Se for nada, quero que se fod@m.

Esta pessoa em particular sabe [ou já devia saber, porque eu nunca o escondi e não consigo ser hipócrita a esse ponto] que eu não gosto dela, sabe o mal que já me fez, directa e indirectamente.

Esta pessoa insiste em impor-se na minha vida, com a conivência de mais família directa, para quem ela é "coitadinha" e passam a vida a justificar a infantilidade dela com "já sabes, ela é assim, não ligues". Não ligo? Mas que obrigação tenho eu de levar na minha vida com uma pessoa de quem eu não gosto e que não escolhi para amiga!?

Desde que o meu filho nasceu, a situação piorou drasticamente. Já eu tinha escolhido madrinha há muito tempo e ainda pairava a esperança vã naquelas cabeças ocas que só não vêem o que não querem, que eu ainda ia mudar de ideias e convidá-la. No dia em que o meu filho nasceu, os meus pais puderam entrar na sala de recobro, uma vez que a hora das visitas já tinha passado. Quem é que a minha mãe conseguiu enfiar lá dentro????? A mula, claro. E assim, no dia em que eu pari e queria à minha volta as pessoas que realmente me importam, levei com a mula, porque era bonito ir lá mostrar que estava presente. Ninguém se lembrou de mim, de me perguntar se queria recebê-la.

Muita água já rolou debaixo desta ponte desde então. Tenho guardado as mágoas todas para mim, para não magoar outras pessoas, mais velhas, cansadas, para as poupar às minhas angústias e aos verdadeiros motivos que me levam a querer afastar esta pessoa da minha vida. Estou a ficar esgotada. Hoje passei-me.

Ligou-me, como se nos déssemos como irmãs, a dizer que tinha ido à creche do meu filho visitá-lo. WHAT!? Mas quéstamerda!? Aquilo é algum hospital com hora de visita? Então eu ando a penar para o deixar tranquilo e sem chorar, para que ele se adapte o melhor possível e aquela mula resolve aparecer a meio do dia para estragar tudo? Sou só eu que acho uma anormalidade? Uma coisa é ir buscá-lo [que não tem autorização, obviamente]. Agora aparecer para satisfazer a sua vontade sem pensar no estado em que a criança vai ficar quando perceber que voltou a ficar sozinho??? A Educadora foi apanhada completamente desprevenida, ainda tentou demovê-la, dizendo "não se deixe ver, que ele depois fica triste e está a almoçar tão bem". Mas sua excelência insiste e entra pelo refeitório dentro "ah, vou só dar um beijinho".

Na creche já ficou indicação de que, de futuro, em circunstância alguma e seja com quem for, é situação que não volta a repetir-se. Pedi desculpa por não ter previsto esta situação, a educadora estava aflita, mas ficou assente que quem sabe o que é melhor para o meu filho SOU EU E O PAI e esta situação não volta a repetir-se.

À mula também já dei o recado. Já sei que isto me vai trazer dissabores, que vai haver tomada de partidos, na qual eu fico SEMPRE a perder. Mas caguei. Porra, pá. Era pedir muito que me deixassem em paz!?

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Creche #3

Hoje o meu filho não chorou no caminho, ficou na creche sem chorar, portou-se lindamente, comeu bem, dormiu, brincou, fez jogos, cantou e dançou. Estou muito contente.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Updates vários

Sentado a falar sozinho: "E não sei quê... e tal..."

De castigo sentado na cama: "Ó mãe... vens aqui ou não? Estás aqui ou estás ali?"

O pai pergunta-lhe o que está a fazer: "Vou-te comer, pai erbilia [ervilha]"

Quando acaba de fazer um disparate: "Ó minha querida mãezinha" ou "Minha santa mãe/pai"

Constantemente: "Mas eu quero/não quero", "eu disse que não/sim", "já disse que não/sim"...

A mãe pergunta: "Mas quem manda?" Resposta: "A mãe, pronto."

Está um bardina de primeira apanha, temos de estar sempre a controlar o riso, é muito safado, é engraçado e sabe disso. É tramado, mas eu adooooooooooooooooooro. E como não tem abébias lá vai cumprindo. Espectáculo de miúdo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Febre (?)

Palavra de honra que isto me comunica com o sistema nervoso. O miúdo está constipado, tem alguma tosse [já agora, fica a dica: uma cebola aberta em quartos na mesinha de cabeceira faz milagres], mas já pouca, muito menos. O nariz anda ranhosito. Durante o dia anda bem [tirando a dose industrial de mimo a que acha que tem direito, porque já percebeu que andamos em cuidados, mas tudo bem]. Começa a chegar a noite e ele a ficar molinho, com olhos de febre, mais paradito que o normal e aquela respiração esquisita, muito profunda, nem sei explicar.

Antes de ir para a cama, tirei-lhe a temperatura [apesar de saber que ia ser alta, porque vinha no carro a transpirar por todos os poros]. O termómetro marcou 37,7º. Ontem marcava nas mesmas condições 37,4º e não o mediquei. Hoje também não. Teoricamente, devem criar alguma resistência à febre, porque também é a febre que está a combater a bicharada, seja ela qual for. A minha intenção é ir lá daqui por uma hora e ver a evolução. Se tiver subido, dou ben-u-ron. Caso contrário, deixo-o destapado e vou-me deitar. Mas porra, estas temperaturas da treta dão-me cabo do juízo. Por um lado queria aliviá-lo. Por outro, penso que estou a fazer o melhor. Respiro fundo e convenço-me que enfardar-lhe ben-u-ron sem que chegue realmente a ter febre não é uma boa opção.

Ouço muitas mães dizerem que dão ben-u-ron até de prevenção [por exemplo, antes das vacinas ou logo a seguir, quer façam febre quer não façam]. Outras que chegando aos 37,5º é como se fosse 38º e dão. Acredito que cada pessoa só queira fazer o melhor para o seu filho e, tal como eu, muito provavelmente não inventaram estas estratégias, estão aconselhadas por um pediatra ou médico de família. Mas caramba, fico com tantas dúvidas. E quando estou sozinha, pior. Ninguém a quem pedir uma opinião imediata.

Que estratégia seguem vocês? A minha é: até 38º de temperatura não dou medicação. Arrefeço o ambiente, tiro roupa, destapo, dou um banho tépido, tento tudo antes de recorrer à medicação. A partir de 38º, 38º e picos, dou ben-u-ron e até hoje, a temperatura baixou sempre, nunca houve casos para alarme. Partilhem lá comigo...

Adenda: 1h depois, a temperatura baixou de 37,7º para 37,3º sem recurso a medicação. Vou manter-me vigilante e, para já, não há medicação para ninguém. Amanhã de manhã, conforme correr a noite, logo decido se vai à escola ou se eu vou marcar pontos para um eventual despedimento. É lixado ser mãe e ter um emprego.

sábado, 24 de setembro de 2011

Creche FDP

Tosse, muita tosse.
Ranho às carradas.
Temperaturas acima dos 37 e abaixo dos 38.
Odeio esta merda.
F&DA$$

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Creche #2

Não ver o meu pilas à hora do almoço deixa-me cheia de saudades...

Creche

Iniciou-se no passado dia 1 de Setembro, como previsto.

Day #1
Ficou sem chorar muito, achou graça à sala e aos meninos
Não comeu nada de jeito o dia todo
A sesta foi complicada, mas com a desculpa de "descansar os olhinhos" lá dormiu

Day #2
Ficou sem chorar muito
Comeu tudo e muito bem
Dormiu a sesta impecável

FDS

Week #2
Ficou sempre a chorar de manhã
Passou o resto do dia impecável
Comeu bem e dormiu a sesta sempre
Nos últimos 2 dias, decidi que deixá-lo de manhã era "entrar e sair" e foi o melhor que fiz. Reduziu-se a choradeira drasticamente.

FDS - Gastroenterite

Week #3
Casa
Frases mais ouvidas: "Eu não vou à escola. Eu não quero ir à escola. A mamã não vai tabaiáre"
Recuperou bem da gastro

FDS

Week #4 - day #1
Ficou a chorar, claro. Liguei às 9:30 e estava impecável a jogar jogos e a fazer puzzles.

Balanço: well, podia ter sido pior... positivo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Eu quero respirar ar puro

Preciso que coisas boas aconteçam à minha volta.
Preciso de voltar a estar bem e a ver os meus bem.
Preciso de afastar esta núvem negra e tudo o que vem agarrado a ela.

Nunca imaginei ter um ano tão difícil. Vou postando aqui as pequenas desgraças domésticas, a caldeira, o carro [também fiquei sem portátil], mas o meu problema é muito mais profundo que isso.

Arrasto há anos uma situação profissional que o melhor que tem é um vencimento ao fim do mês. Trabalho sem motivação, sozinha e cada vez em piores condições físicas e humanas. Procuro trabalho, claro. Mas não consigo pensar em baixar ainda mais os nossos rendimentos mensais "só" para poder fazer algo que me agrade mais. E mesmo assim, a oferta é escassa.

Vivo há meses envolvida numa atmosfera pesada, que se está a tornar demasiado penosa para mim. Sinto-me a definhar. Tento concentrar-me nas soluções e não tanto no problema e surgem logo novas dificuldades, novos entraves. Preciso de uma lufada de ar fresco, que alguma coisa na minha vida corra realmente bem.

Vale-me o meu filho, que apesar das preocupações que também me dá, retribui de uma forma que nunca esperei. É um miúdo que supera todas as minhas expectativas.

Vale-me o meu marido e companheiro e a perspectiva de que, em breve, as ausências serão mais espaçadas, em menor quantidade e poderemos voltar a funcionar como uma família de 3.

Vale-me o meu pai, que adoro, que me ajuda sem esperar nada em troca, mas que ocupa a fatia maior de preocupações e angústias no meu coração.

Preciso de respirar. De me deitar com a cabeça limpa e acordar com o coração leve. Preciso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Férias de sonho

Ficam para mais tarde. Estas, infelizmente, viraram o verdadeiro pesadelo.

Fiquei sem carro no 1º dia de férias. Entre peças que não chegam e tal porque é Agosto [já partilhei convosco que odeio Agosto?] e atrasos na marca para nova programação das chaves, hoje, mais de 3 semanas depois, continuo sem carro. Sem comentários.

O meu filho entrou na creche. Uns dias melhor, outros menos mal, chegámos ao fim da 1ª semana satisfeitos. Fica relativamente bem de manhã, brinca, como bem, faz a sesta sem problemas, lancha bem, porreiro. No sábado seguinte, acordamos às 2:30 da manhã com a cama dele toda vomitada. A caldeira tinha avariado no dia anterior [composta entretanto na 2ª feira pela módica quantia de 366€, não me dêem um saca-agrafes, que ainda corto os pulsos]. Hospital porque não parava de vomitar, soro, internamento, diagnóstico: gastroenterite.

Deveria ter começado a trabalhar na passada 2ª feira, mas tive de ficar em casa com ele. Acabei por apanhar também e cá endo eu no WC a tratar da minha vida. Amanhã conto ir trabalhar, mas ainda não o levo à escola, vai para a bisa. Já não vomita, nunca fez febre, o cocó está melhor, obrigadinha, mas não vou arriscar.

Cada vez que me ouve falar em ir trabalhar, choraminga [aquele choro falso e enervante] que não vou nada. "Não vais nada trabalhar e eu não vou à escola". Assim, literal. Estava a correr tão bem a adaptação e agora... estou f&/%da. E esta dor de cabeça que não me larga!?

Férias? Porra. Eu preciso é de férias das férias...

domingo, 4 de setembro de 2011

E a coisa deu-se

O tal reencontro aconteceu este fim-de-semana. E foi tão bom recordar, treinar, re-conviver, jantar, relembrar histórias e peripécias... Sem dúvida, um momento a repetir :)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Se há coisa que me magoa à brava

é que alguém próximo não partilhe do meu entusiasmo por ocasiões especiais.

Pior, só mesmo quando fazem tudo para que um dia especial por natureza seja apenas um dia banal...

Creche - day #1

Agora é que vai ser fazer máquinas de roupa! Alguém me podia ter avisado que eles vinham assim tão emporcalhados da escola!!! E café! Deram-lhe café, só pode :))

Gostou. Vinha contente. Durante o dia, chorou um pouco quando percebeu que já não estávamos nas imediações. Comeu mal [coisa que nele é inédito], dormiu a sesta e chorou novamente quando nos viu. Vem totalmente eléctrico e porco. Penso que posso dizer que correu muito bem. Entretanto, traz umas novidades... atira com cenas pelo ar e acha um piadão. Deve fazer parte, digo eu, que sou caloira.
 
Siga. Amanhã há mais!

Já está!

Ficou bem e não chorou. Saímos de masinho e ele ficou a brincar. Não sei mais nada. Não liguei para lá [nem vou ligar], mas também ninguém me ligou [bom sinal, certo?]. Estou mortinha que sejam 15h para saber como correu o dia. Adoro-o e estou cheia de saudades.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

1.9.2011

Será o primeiro dia de creche do meu ainda-ontem-recém-nascido filho. Não sei se ria, não sei se chore!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Às vezes

Mas mesmo só às vezes, durante um milésimo de segundo, vejo uma luz ao fundo do túnel. Mas tenho tanto medo, que não dura mais que isso... uma milésima parte de um segundo.

sábado, 20 de agosto de 2011

Talvez

Talvez a ficção tenha algum fundamento. Talvez se fosse assim... Talvez eu gostasse mais de lá ir. Talvez.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Best Blog, by Naná

Fui desafiada pela minha querida Naná. A Naná é uma colega de faculdade, de quem nunca perdi o rasto. Gosto muito de ti, querida e fico feliz por te teres lembrado de mim. Eu nem sou muito destas coisas, mas vou aceitar o desafio, afinal é tão simples :)

Sendo assim, já cumpri a primeira regra: mencionar quem me ofereceu o selo.

Depois a segunda regra: tenho que partilhar 7 coisas sobre mim.

1. Tenho medo de alturas e não suporto ver sangue: duas coisas que me fazem automaticamente perder a força nas pernas. 
2. A minha cor preferida é o roxo e gosto de comprar umas peças dessa cor também para o meu filho.
3. Não tenho irmãos e quero ter outro filho, e sinto que se acontecer, será outro menino :)
4. Desejo ardentemente ser mais e melhor para o(s) meu(s) filho(o) do que a minha mãe algum dia foi para mim
5. Sou a fã n.º 1 do meu Pai. Adoro-o, admiro-o e respeito-o e ele merece tanto!
6. Sou insatisfeita por natureza e reclamo sempre que me sinto lesada, nas mais diversas vertentes da minha vida.
7. A minha perdição gastronómica são enchidos, doces com leite condensado, mil-folhas com cobertura de açucar branco e... o meu querido Marido! Adoro-te gajo!

Agora a terceira regra: oferecer o selo a sete bloguers. Também não o costumo fazer, mas aqui vai...

1. Dreia - Correndo o Mundo de Saltos

2. Kiki - Família de 3 e 1/2

3. Baunilha - Baunilha e Companhia

4. Pirilampo Mágico - Pirilampo Mágico

5. Cuca - A Cuca te pega

6. Sónia - Home alone.. not

7. Tânia - O Nosso mundo perfeito
Everyone else, com vontade de partilhar 7 curiosidades com o resto do mundo!


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A prova de que eu sou uma chata é...

... o garoto estar a comer sozinho e a cada colherada que enfia na boca, repetir: "Mastiga. E depois engole."

Estado de exaustão

Hoje é dia 12 de Agosto. Ainda não conheço o calendário das festas para Setembro, mas vou assumir que pior que Agosto não pode ser. Nestes 12 dias, o meu marido passou 1 [um, para que não restem dúvidas] em casa. Nos próximos 19 dias, teremos direito a mais 1 [um, para que não restem dúvidas] e esse 1 será o 31 de Agosto.

Este mês é comprido demais para a minha pequena camioneta. Fim-de-semana prolongado? Pois sim. Se isso significasse descanso, eu juro que rejubilava convosco. Mas não. Fim-de-semana para mim significa apenas não vir ao escritório. Estar sozinha com uma criança de 20 meses com a energia do meu filho é dose. A casa, a roupa, os banhos, as correrias, as compras, as refeições... Continua a valer-me o meu pai, que é o melhor do mundo e me ajuda na parte da companhia.

Se fossem só estas as minhas preocupações, diria que estava a ter um verão duro, mas de cabeça erguida tenho a certeza que estaria a passar ao lado da maioria das picuinhices do dia-a-dia. Mas não. A minha vida, em cerca de 2 meses, virou de cabeça para baixo. Eu não estou psicologicamente bem e isso reflecte-se tanto, mas tanto a nível físico que às vezes nem me lembro de ter adormecido/acordado/comido. Vai-me valendo o meu filho. Parece um cliché, mas agora dei-me conta que por eles somos mesmo capazes do impossível.

Estou tão cansada.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quando alguém nos lê o pensamento...

Se eu tivesse o talento desta menina para escrever, podia ter escrito isto.

Bad girl, desculpa o abuso. Não dá para deixar comentário no teu blog a avisar que "roubei" este post. Se te sentires lesada, apago-o daqui. Já está gravado na minha cabeça, de qualquer forma.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tudo o que eu quero

é que chegue rapidamente o dia em que eu vou dormir descansada e acordar em paz.

domingo, 31 de julho de 2011

Universo, dá para parar de conspirar contra mim um bocadinho, dá!?

No dia seguinte à partida do pai para o continente africano, chega a febre. Controlada pela medicação, cedia, mas voltava, chegou aos 39º nesse dia à noite. Nunca tinha tido uma temperatura tão alta. Passou. Sem mais sintomas. Nem vómitos, nem diarreias, nem falta de apetite, nem tosse, nem ranhoca, nada. Conforme veio assim foi.

No sábado já acordou sem febre e muito bem disposto. À noite, notei umas borbulhinhas junto ao pescoço, tipo borbulhas do calor. De manhã, tinha mais meia dúzia na zona do peito. Lembrei-me do ditado que o pediatra nos disse da última vez que teve febre seguida do mesmo género de borbulhinhas "sarampo, sarampelo, 7 vezes vem ao pêlo". E fiquei tranquila. Ao final do dia, quando lhe fui dar banho, notei que se coçava mais e que as borbulhinhas tinham alastrado às costas. Ainda estava mais ou menos tranquila, mas decidi ligar para a linha de Saúde 24h.

Apesar de não apresentar todos os sinais, aconselharam-me a levá-lo à urgência para ser observado com suspeita de escarlatina. Nem sei dizer o que senti. Não pelo medo que fosse escarlatina, porque me garantiram logo que é uma doença normal em crianças e que podia ficar descansada. O que me deixou de rastos foi sentir-me algo negligente por ter estado "na boa" até àquele momento. Estava sozinha em casa, perguntei se lhe podia dar o jantar antes de ir e assim fiz. Jantou e fomos ao hospital. Valeu-me uma vez mais o meu pai [um dia hei-de fazer um post que lhe faça justiça]. Foi lá ter, estacionou-me o carro, fez-nos companhia, foi connosco à farmácia.. esses pequenos nadas que contam tanto.

Depois de observado, a hipótese escarlatina foi imediatamente afastada. Exantema súbito também. A médica que o viu ficou convencida que se tratou de uma reacção alérgica e que o mais certo é ser uma alergia de contacto [não descartando as hipóteses de alergia alimentar ou inalante]. E agora estou aqui a fazer contas de cabeça e a tentar descortinar o que poderá ter sido. E a minha cabeça anda tão desgovernada que me esqueci de comentar com a médica que o meu marido chegou esta noite do continente africano [o que, tendo em conta que a reacção já se manifestou ontem, provavelmente nem seria revelente, mas...].

Caramba! Quando é que o universo vai parar de conspirar contra mim!?!? Raios, eu nem sou pessoa de acreditar nestas merdas e não acredito em bruxas, mas... que as há, HÁ!

Existem coisas

Existe a distracção.
Existe o desleixo.
Existe a negligência.
Existe a parvoíce da idade.
As neuras da meno/andropausa.
A ternura dos 40.
As crises da adolescência.
A ignorância.
A fraqueza.
O medo.
Um dia mau.
Um ano mau, vá.
As várias fases e estados de espírito.
Existem "n" merdas que podem justificar um mau comportamento, um momento menos bom que não nos enche propriamente de orgulho, uma má escolha na vida, enfim merdas que num determinado momento servem de justificação a uma má opção.

Depois existe a maldade pura, aquela que leva alguém a passar por cima do seu semelhante, mesmo que esse semelhante seja um filho, uma mãe, um pai, um companheir/a. Aquela que leva alguém a achar-se tão superior, que a destruição à sua volta deixa de ter importância e transforma-se apenas num meio para atingir um fim. Doença? Talvez. Mas não há NADA que justifique, nada que valha a destruição de uma família inteira, digo eu.

Mesmo assim, eu gostava que esta minha má experiência servisse de alguma coisa. E é por isso que eu lanço o alerta. Se vocês têm uma suspeita de que determinado comportamento numa pessoa se está a tornar obsessivo, exagerado, incontrolável, estranho, prejudicial... não esperem anos para puxar a ponta do novelo, porque, nessa altura, dificilmente lhe conseguem encontrar o fim. Falem, partilhem com outros elementos do núcleo familiar e círculo de amizades, investiguem, fucem, percam a vergonha, vão ao fundo da questão o mais rapidamente possível. Acreditem. Muitas vezes as nossas suspeitas têm mesmo fundamento. E quanto mais tarde chegarmos ao fundo da questão, maior a probabilidade de encontrarmos um monstro no lugar daquela pessoa que nos era tão querida...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Odeio o Verão, é oficial

Acabei de me despedir ao telefone do big-gajo, que a esta hora já embarcou num avião para uma viagem de 7 horas. Até sábado. Que corra tudo bem.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Acordar cedo

Detesto. Custa-me. Quero sempre mais 10 minutos de cama. Mas reconheço que quando acordo e me levanto cedo, aproveito melhor o dia.

Hoje o piolho acordou com as galinhas e às 8:00 em ponto estavamos prontos para sair de casa. Fomos ao café antes de o ir deixar, com tempo, tudo com muita calma. Antes das 9:00, que é a hora de pegar ao serviço, resolvi em 10 minutos um assunto que já me andava a atormentar há meses. Menos um stress e kudos para mim.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Não, agora a sério

Quando pensas a coisa já bateu no fundo, vais consultar o calendário de trabalho do teu marido para o mês de Agosto e percebes que o poço ainda tem quilómetros... O bom disto tudo? Pior já não pode ficar, porque se Agosto tivesse mais de 31 dias, aí sim... estavas fodid@ e mal paga.

domingo, 24 de julho de 2011

Somehow, I will...

Um dia hei-de lá chegar

Só não sei como nem quando. Mas lá chegarei.

Esgotada

Tenho momentos em que me sinto sem pinga de energia. Só de pensar nas próximas semanas, dá-me um fanico. Estou aqui a tentar ver um programa de televisão e mal consigo manter os olhos abertos. Sinto o corpo torpe, sem reacção. O meu filho já dorme e eu só consigo pensar: "graças a todas as divindades". Este pesadelo diário aliado às ausências do pai cá de casa estão a deixar-me de rastos. Todos os dias repito para mim mesma uma centena de vezes: "Menina, sossega o coração. O verão não vai durar para sempre e o que é teu está guardado. A culpa não é tua." Mas mesmo assim é tãããããããããããããããão difícil estar na minha pele.

FML.