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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mais uma paulada

E como se não houvessem já problemas suficientes para nos manter ocupados, eis que levamos mais uma paulada. Desta vez, algo que serve para nos ajudar a relativizar tudo o resto. É grave. E dói. E dói aqui bem pertinho. Não restem dúvidas de que a saúde é mesmo o mais importante. Hei-de lembrar-me disto de todas as vezes que me apetecer fazer queixinhas.

Força B. Havemos de estar sempre aqui para ti.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Joy to the world

A minha bebé cresceu. E hoje, que faz 12 anos, tenho o coração inundado de alegria. Chamo-lhe "a minha mais velha".

Sei que já não és minha, já não és nossa, que já és do mundo, cada vez mais do mundo. Voa, querida! Voa segura. Voa bem alto. Sempre que precisares de poisar... tens aqui o meu ninho.

Adoro-te!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Parabéns, Vô

Pelo teu 82º aniversário! Love.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Promessas

Eu já ando a prometer que um dia a coisa explode há demasiado tempo.

Tenho um familiar. neste caso uma, de quem não gosto, com quem não tenho afinidade, com quem não me identifico, que já me prejudicou MUITO no passado, mas que é familiar directa. Ora, para as convenções sociais, os familiares directos são intocáveis. Dane-se. Para mim valem o que valem. Se for muito, dou o coiro por elas. Se for nada, quero que se fod@m.

Esta pessoa em particular sabe [ou já devia saber, porque eu nunca o escondi e não consigo ser hipócrita a esse ponto] que eu não gosto dela, sabe o mal que já me fez, directa e indirectamente.

Esta pessoa insiste em impor-se na minha vida, com a conivência de mais família directa, para quem ela é "coitadinha" e passam a vida a justificar a infantilidade dela com "já sabes, ela é assim, não ligues". Não ligo? Mas que obrigação tenho eu de levar na minha vida com uma pessoa de quem eu não gosto e que não escolhi para amiga!?

Desde que o meu filho nasceu, a situação piorou drasticamente. Já eu tinha escolhido madrinha há muito tempo e ainda pairava a esperança vã naquelas cabeças ocas que só não vêem o que não querem, que eu ainda ia mudar de ideias e convidá-la. No dia em que o meu filho nasceu, os meus pais puderam entrar na sala de recobro, uma vez que a hora das visitas já tinha passado. Quem é que a minha mãe conseguiu enfiar lá dentro????? A mula, claro. E assim, no dia em que eu pari e queria à minha volta as pessoas que realmente me importam, levei com a mula, porque era bonito ir lá mostrar que estava presente. Ninguém se lembrou de mim, de me perguntar se queria recebê-la.

Muita água já rolou debaixo desta ponte desde então. Tenho guardado as mágoas todas para mim, para não magoar outras pessoas, mais velhas, cansadas, para as poupar às minhas angústias e aos verdadeiros motivos que me levam a querer afastar esta pessoa da minha vida. Estou a ficar esgotada. Hoje passei-me.

Ligou-me, como se nos déssemos como irmãs, a dizer que tinha ido à creche do meu filho visitá-lo. WHAT!? Mas quéstamerda!? Aquilo é algum hospital com hora de visita? Então eu ando a penar para o deixar tranquilo e sem chorar, para que ele se adapte o melhor possível e aquela mula resolve aparecer a meio do dia para estragar tudo? Sou só eu que acho uma anormalidade? Uma coisa é ir buscá-lo [que não tem autorização, obviamente]. Agora aparecer para satisfazer a sua vontade sem pensar no estado em que a criança vai ficar quando perceber que voltou a ficar sozinho??? A Educadora foi apanhada completamente desprevenida, ainda tentou demovê-la, dizendo "não se deixe ver, que ele depois fica triste e está a almoçar tão bem". Mas sua excelência insiste e entra pelo refeitório dentro "ah, vou só dar um beijinho".

Na creche já ficou indicação de que, de futuro, em circunstância alguma e seja com quem for, é situação que não volta a repetir-se. Pedi desculpa por não ter previsto esta situação, a educadora estava aflita, mas ficou assente que quem sabe o que é melhor para o meu filho SOU EU E O PAI e esta situação não volta a repetir-se.

À mula também já dei o recado. Já sei que isto me vai trazer dissabores, que vai haver tomada de partidos, na qual eu fico SEMPRE a perder. Mas caguei. Porra, pá. Era pedir muito que me deixassem em paz!?

domingo, 31 de julho de 2011

Existem coisas

Existe a distracção.
Existe o desleixo.
Existe a negligência.
Existe a parvoíce da idade.
As neuras da meno/andropausa.
A ternura dos 40.
As crises da adolescência.
A ignorância.
A fraqueza.
O medo.
Um dia mau.
Um ano mau, vá.
As várias fases e estados de espírito.
Existem "n" merdas que podem justificar um mau comportamento, um momento menos bom que não nos enche propriamente de orgulho, uma má escolha na vida, enfim merdas que num determinado momento servem de justificação a uma má opção.

Depois existe a maldade pura, aquela que leva alguém a passar por cima do seu semelhante, mesmo que esse semelhante seja um filho, uma mãe, um pai, um companheir/a. Aquela que leva alguém a achar-se tão superior, que a destruição à sua volta deixa de ter importância e transforma-se apenas num meio para atingir um fim. Doença? Talvez. Mas não há NADA que justifique, nada que valha a destruição de uma família inteira, digo eu.

Mesmo assim, eu gostava que esta minha má experiência servisse de alguma coisa. E é por isso que eu lanço o alerta. Se vocês têm uma suspeita de que determinado comportamento numa pessoa se está a tornar obsessivo, exagerado, incontrolável, estranho, prejudicial... não esperem anos para puxar a ponta do novelo, porque, nessa altura, dificilmente lhe conseguem encontrar o fim. Falem, partilhem com outros elementos do núcleo familiar e círculo de amizades, investiguem, fucem, percam a vergonha, vão ao fundo da questão o mais rapidamente possível. Acreditem. Muitas vezes as nossas suspeitas têm mesmo fundamento. E quanto mais tarde chegarmos ao fundo da questão, maior a probabilidade de encontrarmos um monstro no lugar daquela pessoa que nos era tão querida...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um dia a coisa vai explodir

E vai haver cacos por todos os lados.

Nem posso dizer que estou desiludida, porque não estou. Sempre soube que, se um dia aquelas pessoas tivessem de tomar um partido, não seria o meu [e eu odeio a expressão "tomar o partido de alguém", sinceramente, acho de uma falta de inteligência atroz]. O que acontece é que estou a chegar ao meu limite, estou a tornar-me numa pessoa cheia de ódio e não posso admitir que a minha vida continue por este caminho. Se estivesse a falar de outras pessoas, que não fossem por natureza importantes para mim, já teria mandado toda a gente para o c%$%$lho sem pensar duas vezes. Mas não. Trata-se de um núcleo de pessoas que representam muito do que foi a minha infância, a minha adolescência, toda a minha vida e que agora também fazem parte da vida do meu filho. E é por isso que eu ando neste impasse, sem saber muito bem que decisões tomar e como fazer para as levar por diante.

A única coisa que sei é que o meu desencanto é permanente, é para toda a vida. Tenho a certeza que nunca mais vou conseguir ver aquelas pessoas com os mesmos olhos. Talvez as coisas possam funcionar bem de outra forma que não a actual, mas nunca mais serão como "antes". Estou absolutamente intransigente. E não quero mesmo que as coisas voltem a ser como antes, prefiro um milhão de vezes conhecer a essência das pessoas [mesmo que isso me doa muito] do que continuar a viver de olhos tapados. Se me importa que isso não seja bem compreendido? Nada. Fizeram-me chegar a um ponto de não retorno e eu daqui só ando em frente.

Falta-me agora tomar uma série de decisões difíceis, mas ou é assim, ou um dia isto tudo explode e fica feito em fanicos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E agora?

Sabem quando alguém, que é naturalmente importante para vós, vos desilude? E quando vocês, mesmo assim, dão a mão a essa pessoa e, depois do choque inicial, se disponibilizam para aceitar os erros? E a seguir, essa pessoa engana-vos uma e outra e outra e outra vez... Nunca passaram por isso? Ainda bem. Pois é assim que eu me sinto, totalmente desencantada. E agora?

domingo, 15 de maio de 2011

Já só faltam umas horas

Para o pai desta casa chegar.
7 dias. 6 noites a "brincar" às mães solteiras. Foi dureza. Beijo grande aos meus pais, sem eles teria sido tãaaao mais difícil.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Aviso à navegação: este post contem veneno, mas eu estou mesmo a precisar de destilar

Eu não gosto de ti.
Tu não é uma pessoa autêntica e genuína. E eu adoro pessoas genuínas.
Tu és falsa e cínica. És uma coitadinha. E eu detesto coitadinhos.
Tu és lunática. Fazes filmes que só acontecem no teu cérebro [?] tamanho de ervilha. E imaginas que podes transportar a audiência para as tuas novelas mexicanas. E há almas que se deixam levar, sim. Mas felizmente há as outras, as mais atentas, que assistem de camarote, como eu.
Tu és sádica. Gostas de ver um circo pegar fogo. E eu odeio circo.
Tu és artificial. És um pau mandado, e bem mandado, diga-se de passagem. Mas disfarças tão, mas tão mal. E eu detesto carneirada mal disfarçada.
Tu és burra. E como eu odeio gente burra. Letrada, mas burra. Get it? Eu sei que andaste a estudar e tal e que até és quase engenheira [só quase], mas... burra.
Tu és ingrata. Dás cabo das pessoas que te sempre te deram tudo e que continuam a sustentar-te apesar das tuas quase 4 décadas. E como eu detesto parasitas mal-agradecidos.
Tu danças conforme a música de quem te interessa no momento. E não és coerente. Vais do funk ao clássico em segundos. E como eu gosto de pessoas que se regem pela coerência. És como um feijão de duas caras.
Tu és infantil. E totalmente inconveniente. E eu estou farta do "deixa lá, já sabes que ela é assim". Eu sou pela evolução, pelo crescimento. E não gosto de pessoas em corpo de adulto que pararam de crescer aos 12. Faz-te à vida, pode ser que ainda não seja tarde.
Eu não te escolhi. Tu calhaste-me. Azar o meu.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

50


Parabéns, Mommy!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nervos

Eu não sei se sou só eu, mas irrita-me até à 5ª casa que as pessoas façam competição em relação ao meu filho. Competem pela atenção do miúdo de uma maneira que me enerva solenemente. E vêem-no diariamente, o que fará se o vissem de mês a mês. Agora até competem com as coisas que ele aprende. Alguém faz um som inadvertidamente que o miúdo repete e "ai que fui eu que o ensinei a imitar o porquinho". Arre diabo. É que não há paciência...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

De molho


Na sexta feira passada fiquei de molho, literalmente. Não sei o que aconteceu, mas a faringite do garoto passou para mim, juntou-se-lhe uma gripe furiosa e um febrão como não me lembro de alguma vez ter tido.

O gajo grande lá de casa estava fora em trabalho, com regresso marcado para sábado. Na sexta ainda me levantei razoavelmente bem de manhã, tratei do piolho, levei-o à "escolinha" da Bisa e fui trabalhar. O dia foi uma espiral de mal-estar. Comecei a ver a minha vidinha a andar para trás, tonturas, arrepios de frio, acessos de calor, dores, muitas dores no corpo. Pedi ajuda. "Mãe, pai, posso dormir em vossa casa!???????"

E assim foi, saí do trabalho mal me consegui despachar. Fui a casa, preparei roupa, sopas, lanches, leites, banhos e ensaquei tudo o que me lembrei que pudesse fazer falta. E a seguir fugi para o mimo dos meus pais. E se não fossem eles? Que faria eu no estado em que estava com um piolho a precisar de atenção???

O meu pai levou-me ao Centro de Saúde [excelente atendimento, mas isso fica para um outro post] e eu senti-me uma adolescente. No meio da desgraça, soube-me bem ter os meus pais a cuidarem de mim [e do meu piolhinho]. O termómetro na triagem marcou 38,8. Em casa, cerca de 2h antes já tinha marcado 38,4. A enfermeira perguntou-me "então, mas quando mediu a temperatura em casa tomou um benuron, certo?" E eu fiquei burra para a minha vida. Não. Eu não tomei absolutamente nada... com tanta coisa para preparar, passou-me. E o que me teria aliviado esse benuron...

Foram mais 2 dias/noites de febre e cama, até me doer o corpo todo de já não arranjar posição deitada. De tudo, o que mais me custou foi não ter força para tratar do piolho e não me poder sequer aproximar, quando tudo o que ele queria era um colinho de mãe. É verdade que ele fica sempre bem com os meus pais e entretanto também chegou o amor da vida dele, o pai. Mas mãe é mãe e no sábado de manhã até metia dó ver a carinha dele pedinchona de um colinho que eu não lhe pude dar.

Hoje faltei ao trabalho. Por doença [excepção feita à minha operação em 2007] creio que foi a primeira vez. Amanhã já estarei de volta, apesar de ainda estar de ressaca.


Odeio o inverno.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

1ª grande viagem

Foi ao Estoril, para marcar presença no 5ª Encontro da Família C.

A viagem correu muito bem, fizémos várias paragens, foi o menino nas mãos das bruxas e regressámos já tarde. Dormiu todo o caminho e ferrou o galho até de manhã, mal o pousei na cama, depois da mama.

Entretanto já tem 2 dentes (os 2 da frente, em baixo) e está cada vez mais giro a todos os níveis. É um charme. Apaixono-me mais a cada dia, não sei onde é que isto vai parar... :D Diz adeus com a mãozita, mas não a pedido. No entanto, faz o gesto quando se vai embora e não noutra altura qualquer... ou então também pode ser o meu coração de mãe babada a fazer filmes...

Matámos saudades de tios e primos e para o ano há mais. Aqui mais pertinho de casa!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Cenas da minha avó


Hoje ao almoço:

Mãe: Ah, é verdade... não sei se ouviram mas morreu o Saramago...

Eu: Bem, o senhor também já estava um bocadinho gasto...

Avó: Ahhh, não era nada velho, coitado. Só tinha 87 anos!


Pois, não era nada velho, não senhora...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Existe uma espécie de gente que me faz espécie...


Aliás, existem várias, mas hoje foi esta que me ficou atravessada e eu já ando atravessada com isto há algum tempo, mais precisamente desde que o meu filho nasceu.


É só a mim que me irritam as pessoas falsas [mais falsas que as mamas da mulher do Mourinho], cínicas e hipõcritas e que gostam, adoram, amam ficar bem na fotografia!?? Aquele tipo de pessoas que conseguem enganar as mentes menos preparadas, que são as eternas vítimas, que nunca fizeram nada de errado na vida [não, a vida é que é madrasta e as pessoas implicam com estas pessoas só porque lhes apetece]... Pessoas que não têm amigos... porque ninguém as atura!!? Não! Porque as outras pessoas TODAS são más, claro! Pessoas que passam a vida a dizer "ah, não foi por mal, eu só queria ajudar"... mas que nunca ajudam!?!? Tão a ver!?!? Eu podia ficar aqui o resto da tarde a dar exemplos, mas não tenho tempo... só vim mesmo desabafar!


Dass... E os amigos a gente ainda escolhe, agora quando é família... dass!

domingo, 25 de abril de 2010

75 anos


É a idade da minha avó paterna. Feitos hoje, ainda estão fresquinhos! :) Parabéns avó!

Nota mental: queria que os meus "velhotes" vivessem para sempre...

sábado, 17 de abril de 2010

Há 50 anos...


... o meu avô enganava a minha avó, ou vice-versa, como queiram! Parabéns!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

10 aninhos


Hoje a minha L. faz 10 aninhos. Está crescida, uma adulta em ponto pequeno, sempre foi assim e eu sempre fui uma madrinha babada, como ela é agora com o meu filho. Adoro a minha L. Parabéns, querida!

Parabéns também à madrinha do meu filho e ao pai dela que fazem anos no mesmo dia!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010