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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Autómatos

Detesto pessoas que não têm nada de seu para dizer. Nada que lhes saia da própria cabeça, sem recurso a frases feitas, encontradas em sites manhosos de suposta reflexão, normalmente acompanhadas de fotografias de gatinhos e cãezinhos e bebés fofinhos. Era só isto. Boa noite.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

#Errata

Sobre este post.

Preciso urgentemente de receber o meu ordenado :/

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Comunicado oficial

Estou farta da merda da crise.

Porra para isto. Além da minha situação em particular, que ainda não é das piores, reconheço, enerva-me viver neste país de cáca.

Estou fartinha de viver num país que compactua com anúncios de emprego insultuosos. Ai estamos em crise? Deixa-me cá aproveitar para contratar escravos pessoal pelo ordenado mínimo. Mas só se souberem alemão, inglês e espanhol na ponta da língua e dos dedos, tiverem viatura própria para uso na função, disponibilidade para trabalhar jornadas de pelo menos 10 horas... a lista não tem fim. Quer, quer. Não quer, infelizmente há mais quem precise queira.

Estou fartinha de viver num país de maus pagadores. Ai estamos em crise? Deixa-me cá aproveitar para fazer o choradinho aos fornecedores e ver se fico a dever mais este mês. É que é incrível, minha gente... "pois, não podemos pagar... é a crise, sabe?" Se sei? Infelizmente. É a crise o caralho tanas!

Estou fartinha de viver neste país, de ver sempre os mesmos a abicharem os euros. Todos os dias a vergonha de ver nos jornais casos de corrupção, de acumulação de funções, de criminosos em liberdade, de crimes de colarinho branco que ficam sempre impunes. Claro que se for eu a falhar o prazo de entrega do IRS tenho logo os abutres à perna a cobrarem o dízimo. E se for um tipo a roubar para comer, fica em prisão preventiva, que a justiça não brinca, só se distrai quando interessa aos boy(i)s.

Estou farta de viver num país que dá porrada em mortos. Já estás na merda? Então toma lá mais um balde, que enquanto respirares é sinal que sobrevives. Quê? Trabalhaste uma vida inteira, fizeste os teus descontos todinhos, a tua empresa pagou os impostos como manda a lei, mas eras sócio-gerente? Vai-te foder lixar então, que não há cá subsídio de desemprego para ti. Já reformas milionárias para o tio do primo do amigo do irmão do gajo do partido X é outra conversa.

Estou fartinha de viver num país que mata a sua própria economia. Se o povinho não consome, querem viver de quê? Vão vender esta merda aos chineses? Já pouco deve faltar. Depois é ver os carneiros a trabalharem cada vez mais horas por cada vez menos dinheiro para o patrão dos olhos em bico. Feriados? Na China não há cá disso. Cala-te e trabalha. Subsídio de Natal/Férias? Para que é que tu precisas disso? Trabalhas 7/7, não tens tempo para o gastar.

Estou fartinha de viver num país que não me deixa ter mais filhos.

Estou farta!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Questão

Uma pessoa envia-nos um pedido de amizade no facebook. Não tem foto nem qualquer informação disponível. Chama-se Manuel Alberto como se poderia chamar Patrocínio das Neves, que nenhum dos nomes me diz absolutamente nada. E está à espera de quê?

segunda-feira, 2 de abril de 2012

É o dilúvio

Está a chover a potes. Troveja. A luz já ameaçou faltar uma série de vezes. Eu sem luz em casa nem a sopa do miúdo aqueço. Está bem que a chuva faz falta... mas era preciso vir toda de uma vez?

sexta-feira, 23 de março de 2012

Há muitas coisas que me tiram do sério

Desde logo, odeio que me mintam [tal como odeio mentir, mesmo aquelas mentirinhas da treta ficam-me sempre a pesar na consciência].

Mas há uma coisa que me lixa mais do que mentirem-me. É mentirem-me descaradamente. Estão a ver, quando vocês sabem que determinada coisa é/aconteceu de uma maneira e a outra pessoa mente com os dentinhos todos, porque ainda não se apercebeu que foi apanhada? Odeio.

Mas há pior. A pessoa apercebe-se que foi apanhada e continua a mentir para se justificar. Ou então insiste na mentira, insiste até à exaustão e depois, perante as evidências, acaba por admitir.

Odeio pessoas mentirosas. Odeio, odeio, odeio.

Pior que pessoas mentirosas, só pessoas mentirosas que ainda se armam em vítimas. PQP.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ódios de estimação

André Sardet.

Ele paga às rádios para passarem as pseudo músicas [?] dele, não é?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Promessas

Eu já ando a prometer que um dia a coisa explode há demasiado tempo.

Tenho um familiar. neste caso uma, de quem não gosto, com quem não tenho afinidade, com quem não me identifico, que já me prejudicou MUITO no passado, mas que é familiar directa. Ora, para as convenções sociais, os familiares directos são intocáveis. Dane-se. Para mim valem o que valem. Se for muito, dou o coiro por elas. Se for nada, quero que se fod@m.

Esta pessoa em particular sabe [ou já devia saber, porque eu nunca o escondi e não consigo ser hipócrita a esse ponto] que eu não gosto dela, sabe o mal que já me fez, directa e indirectamente.

Esta pessoa insiste em impor-se na minha vida, com a conivência de mais família directa, para quem ela é "coitadinha" e passam a vida a justificar a infantilidade dela com "já sabes, ela é assim, não ligues". Não ligo? Mas que obrigação tenho eu de levar na minha vida com uma pessoa de quem eu não gosto e que não escolhi para amiga!?

Desde que o meu filho nasceu, a situação piorou drasticamente. Já eu tinha escolhido madrinha há muito tempo e ainda pairava a esperança vã naquelas cabeças ocas que só não vêem o que não querem, que eu ainda ia mudar de ideias e convidá-la. No dia em que o meu filho nasceu, os meus pais puderam entrar na sala de recobro, uma vez que a hora das visitas já tinha passado. Quem é que a minha mãe conseguiu enfiar lá dentro????? A mula, claro. E assim, no dia em que eu pari e queria à minha volta as pessoas que realmente me importam, levei com a mula, porque era bonito ir lá mostrar que estava presente. Ninguém se lembrou de mim, de me perguntar se queria recebê-la.

Muita água já rolou debaixo desta ponte desde então. Tenho guardado as mágoas todas para mim, para não magoar outras pessoas, mais velhas, cansadas, para as poupar às minhas angústias e aos verdadeiros motivos que me levam a querer afastar esta pessoa da minha vida. Estou a ficar esgotada. Hoje passei-me.

Ligou-me, como se nos déssemos como irmãs, a dizer que tinha ido à creche do meu filho visitá-lo. WHAT!? Mas quéstamerda!? Aquilo é algum hospital com hora de visita? Então eu ando a penar para o deixar tranquilo e sem chorar, para que ele se adapte o melhor possível e aquela mula resolve aparecer a meio do dia para estragar tudo? Sou só eu que acho uma anormalidade? Uma coisa é ir buscá-lo [que não tem autorização, obviamente]. Agora aparecer para satisfazer a sua vontade sem pensar no estado em que a criança vai ficar quando perceber que voltou a ficar sozinho??? A Educadora foi apanhada completamente desprevenida, ainda tentou demovê-la, dizendo "não se deixe ver, que ele depois fica triste e está a almoçar tão bem". Mas sua excelência insiste e entra pelo refeitório dentro "ah, vou só dar um beijinho".

Na creche já ficou indicação de que, de futuro, em circunstância alguma e seja com quem for, é situação que não volta a repetir-se. Pedi desculpa por não ter previsto esta situação, a educadora estava aflita, mas ficou assente que quem sabe o que é melhor para o meu filho SOU EU E O PAI e esta situação não volta a repetir-se.

À mula também já dei o recado. Já sei que isto me vai trazer dissabores, que vai haver tomada de partidos, na qual eu fico SEMPRE a perder. Mas caguei. Porra, pá. Era pedir muito que me deixassem em paz!?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O meu instinto assassino ou eu sou simplesmente mãe?

Sobre o vídeo da ama apanhada por vizinhos a maltratar crianças - confesso que não vi a reportagem toda na sic, apenas vi o vídeo [e bastou-me] a rodar pelo facebook - só me ocorre admitir que descobri instintos assassinos dentro de mim.

Que nojo de pessoa. Que mundo de merd@ este em que os pais são praticamente obrigados [?] a deixar os filhos numa ama com mais 13 [treze, leram bem] crianças/bebés. Como é que aquela mulher ainda respira? Que marcas ficaram naquelas crianças? Que merd@. Que nojo. Que raiva.

Eu não sei, mas tenho cá para mim que não ficaria satisfeita só com pena de prisão. Enquanto não lhe conseguisse por as mãos no pelo, não conseguiria voltar a dormir em paz. Eu não sou uma pessoa radical, considero-me bastante tolerante até, mas este é um daqueles casos em que o "olho por olho" se devia aplicar.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sabem aquelas pessoas que comem de tudo?

As que podem comer duas bolas de berlim ao pequeno almoço e não passam dos 49Kgs para 1,65 no mínimo? Que põem maionese em tudo e mais alguma coisa e nunca acusam colesterol elevado nas análises? Que comem batata frita e bebem coc-cola [ai as saudades que eu tenho de uma coca-cola] e têm sempre a barriga mais lisa do mercado mundo? Que não fazem ponta de um corno exercício para se manterem em forma, mas mantêm? Que nunca tiveram ponta de celulite? Sabem?

Cabras.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Coisas que eu às vezes pergunto a mim própria

Quando alguém tem uma necessidade extrema de estar constantemente a frisar que não se preocupa com aquilo que os outros possam dizer e /ou pensar; que é como é e quem gosta, gosta, quem não gosta "temos pena" e ainda que só sente necessidade de dar satisfações a si próprio/a...

...não será isto sintoma do contrário!?

Não é o que se diz, atenção. É a necessidade constante de o afirmar. Em alguns casos, chega a ser ridículo, parece que repetem a mesma lenga-lenga para si próprios para ver se se conseguem convencer que é verdade... 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Apelo ao bom senso em cada um de nós

Mesmo que este pedido só chegue a uma alma que seja, já valeu a pena.





Por favor, não ofereçam comida a crianças.




Toda a gente sabe que não é por mal, que é só por simpatia / cortesia, mas é uma irresponsabilidade. Nunca sabemos se a criança em causa poderá ter alguma restrição. Passa-se com o meu filho, é alérgico ao gluten e à clara de ovo. Estou farta de contar a mesma novela a pessoas que não têm nada a ver com a minha vida, só para justificar o porquê de não deixar o menino comer aquela bolachinha que lhe ofereceram...


É chato para mim, é [muito] perigoso para o meu filho, é desagradável para ambas as partes e podia ser evitado com um pouco de bom senso, apenas.



Mesmo antes do meu filho nascer, nunca ofereci uma migalha que fosse a uma criança sem pedir autorização ao pai/mãe [de preferência sem que a criança se aperceba]. E é assim que deve ser. Façam o mesmo, por favor.



E se puderem, ajudem-me a divulgar este apelo. Agradecida.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O meu filho [não] é melhor que o teu e eu [não] sou melhor mãe que tu, blablabla, whiskas saquetas

Este post vai ser mal amado, mas aqui vai na mesma :)


Antes de ser mãe, sempre notei uma certa tendência na generalidade das pessoas para comparar o que não tem comparação. Cada miúdo/a é um/a miúdo/a e nenhum é melhor que o outro só porque começou a andar com 9 meses, ou porque fala pelos cotovelos aos 13, ou porque aprendeu a ler sozinho aos 3 anos e assim por diante. Da mesma forma, cada casal [ou cada mãe e cada pai individualmente], deve decidir a melhor educação para o seu filho. Para o seu. Não para os filhos dos outros, se faz favor. E eu posso até não comungar dos mesmos ideais, mas [à excepção de casos limite de maus tratos, por exemplo] respeito as escolhas de cada um, como exijo respeito pelas minhas, pelas nossas. Dou opiniões, se mas pedirem. Mas não dou palpites gratuitos, não mando bitaites.


Se há coisa que me tira do sério mesmo é ouvir mãezinhas [sim, são sobretudo as mães] gabarem-se que se acham o suprassumo da maternidade, muito mais mães que todas as outras mães, porque, a título de exemplo:


-Deram de mamar até à exaustão, com as mamas desfeitas e lágrimas nos olhos de tanta dor, com os bicos gretados, mas mesmo assim não desistiram. Desculpem, mas eu não acho que sejam melhores mães por isso. Há momentos na nossa vida, em que procurar uma alternativa melhor para nós, é também o melhor que fazemos pelos nossos filhos [e atenção que eu não me estou a defender em causa própria, porque o desmame do piolho aconteceu naturalmente e eu nunca sofri horrores com a amamentação, apenas os normais dias-melhores-dias-piores].


-Deixam de ter vida própria e só aceitam a ideia de que quem tem filhos tem de abdicar do que gosta, porque tem de dedicar-se 100% aos filhos e nada é mais importante que estar com eles e só os programas que os possam incluir devem ser equacionados [nada contra, atenção. Só nunca me venham dizer que são melhores mães que eu por pensar de maneira diferente e por deixar o meu filho dormir uma noite nos avós esporadicamente para poder fazer um programa de gente crescida].


-Nunca levantaram a voz ou tiveram vontade de dar uma palmada valente num filho [eu aceito as convicções das pessoas que não batem nos filhos e não berram com eles e se conseguem controlar sempre. Eu própria faço um esforço enorme para evitar berros e palmadas, porque não acredito que sejam a melhor forma de educar. Mas no dia em que eu der uma palmada ao meu filho - porque isso vai acontecer -, não aceito ouvir ninguém dizer que nunca bateu e, por isso, é melhor que eu].


E eu podia ficar aqui a tarde toda a dar exemplos, mas acho que já deu para perceber. Queria apenas deixar claro que eu não critico nem condeno nenhuma destas situações. Simplesmente não aceito que sejam usadas como estandarte nesta coisa difícil que é a maternidade.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Aviso à navegação: este post contem veneno, mas eu estou mesmo a precisar de destilar

Eu não gosto de ti.
Tu não é uma pessoa autêntica e genuína. E eu adoro pessoas genuínas.
Tu és falsa e cínica. És uma coitadinha. E eu detesto coitadinhos.
Tu és lunática. Fazes filmes que só acontecem no teu cérebro [?] tamanho de ervilha. E imaginas que podes transportar a audiência para as tuas novelas mexicanas. E há almas que se deixam levar, sim. Mas felizmente há as outras, as mais atentas, que assistem de camarote, como eu.
Tu és sádica. Gostas de ver um circo pegar fogo. E eu odeio circo.
Tu és artificial. És um pau mandado, e bem mandado, diga-se de passagem. Mas disfarças tão, mas tão mal. E eu detesto carneirada mal disfarçada.
Tu és burra. E como eu odeio gente burra. Letrada, mas burra. Get it? Eu sei que andaste a estudar e tal e que até és quase engenheira [só quase], mas... burra.
Tu és ingrata. Dás cabo das pessoas que te sempre te deram tudo e que continuam a sustentar-te apesar das tuas quase 4 décadas. E como eu detesto parasitas mal-agradecidos.
Tu danças conforme a música de quem te interessa no momento. E não és coerente. Vais do funk ao clássico em segundos. E como eu gosto de pessoas que se regem pela coerência. És como um feijão de duas caras.
Tu és infantil. E totalmente inconveniente. E eu estou farta do "deixa lá, já sabes que ela é assim". Eu sou pela evolução, pelo crescimento. E não gosto de pessoas em corpo de adulto que pararam de crescer aos 12. Faz-te à vida, pode ser que ainda não seja tarde.
Eu não te escolhi. Tu calhaste-me. Azar o meu.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Looks


Fui cortar o cabelo. Cortei muito, tirei uns valentes cms ao comprimento, aqueles que pareciam palha, de tão fino e quebradiço que o meu cabelo estava. Ele volta a crescer. Agora é um pouco mais fácil tratar da trunfa de manhã.
Pena não teres notado...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nervos

Eu não sei se sou só eu, mas irrita-me até à 5ª casa que as pessoas façam competição em relação ao meu filho. Competem pela atenção do miúdo de uma maneira que me enerva solenemente. E vêem-no diariamente, o que fará se o vissem de mês a mês. Agora até competem com as coisas que ele aprende. Alguém faz um som inadvertidamente que o miúdo repete e "ai que fui eu que o ensinei a imitar o porquinho". Arre diabo. É que não há paciência...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Parece-me bem (NOT)


Ei! Psht! Sim, tu. Tu que te queixas diariamente que vives num país de merd@... Amanhã, quando vieres com a ladaínha dos costume, vou-te perguntar: "Ontem, foste votar?" Se a tua resposta for "NÃO", passa à frente e vai-te queixar ao Tota.


E não. Não aceito justificações de treta. Eu também tenho cartão do cidadão, tenho um filho com 14 meses e moro numa cidade que amanheceu com temperaturas perto de zero.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Está tudo doido


Hoje, voltei a lembrar-me porque é que eu RARAMENTE compro alguma coisa de jeito nos Saldos. Ó pá, é impressionante. Não comprei um casaco que andava a precisar como prenda de Natal para mim própria. Nem sequer fui procurar. Pensei: "esperas mais uns dias e depois vais aos Saldos". Péssima ideia. Péssima. Bolas, pá. Nas últimas semanas não se podia entrar numa loja. Era o Natal. E eu que não andei às compras de Natal [porque aviei os miúdos em Novembro e para os adultos as lembranças foram home made], tive de me resignar à confusão. Agora parece que está meio mundo de férias, as lojas estão à pinha, anda tudo ao encontrão, instalou-se a confusão total, irra!


Mesmo assim, deixei o piolho com a minha avó e fui com o big gajo procurar o raio do casaco, palavra que estive quase a desistir. Aliás, houve mesmo uma loja [que até os tinha giros] que foi riscada do mapa só pelo tamanho da fila para pagar... Comprei um casaco. Eu juro que vi outras coisas giras e provavelmente em conta. E a falta que me faz um refresh no guarda-roupa... mas não tive pachorra para mais.


Odeio os Saldos.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Conversa surreal...


"Então o teu miúdo?"

Eu - "Está bom, obrigada."

"Já caminha?"

Eu - "Não."

"Não???? Então mas já não fez um ano???"

Eu - "Até já fez 13 meses. Mas porquê? Está escrito nalgum livro que eu não li que eles têm de caminhar quando fazem um ano?"

"Ah... não, realmente não..."



Dass...