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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Emprego

Estou "fora do mercado" há uns anos. Trabalho nesta empresa há 7 anos e picos e, desde então, não tenho tido uma atitude muito próactiva na procura de emprego.

Como temo pelo meu posto de trabalho, acho que devo começar a procurar alternativas de uma forma mais séria.

A quem tem mais experiência que eu, peço-vos que deixem na caixa de comentários dicas, sites, técnicas de procura de emprego... Eu conheço o netempregos e pouco mais.

Agradecida.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Natal e coisas assim #2

Pois que a minha suspeita em relação ao Subsídio de Natal se confirma.



Extracto da conversa:

Eu - Perspectivas? O gajo que normalmente me paga - Não há perspectivas.

Eu - Fechamos? O gajo que normalmente me paga - Não quero equacionar essa hipótese para já, até porque blablabla whyskas saquetas.

Está bonito, portanto.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mudasti

Vêm por aí mudanças cá em casa. Um de nós [que não sou eu] vai iniciar uma nova aventura profissional. Mudar para melhor, esperamos. Aparentemente para melhor, pelo menos. Siga para bingo.

Já eu... bem eu nem gosto de escrever sobre isto. Não por receio de me expor, mas porque não quero vir aqui reler um post e encontrar a minha própria frustração. Mas profissionalmente, este é sem dúvida o sentimento que me domina neste momento. Há demasiado tempo.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

E as nuvens, que não me largam...


Eu juro que tento encarar o futuro com optimismo. Juro que me esforço por andar sempre com um sorriso, mas isto está a tomar proporções algo preocupantes.


Não me quero expor demasiado, mas basicamente passa-se na minha casa aquilo que eu imagino que se passe um pouco nas casas da maioria de nós. Eu sempre tive os pés bem assentes na terra. Não dou passos maiores que a perna. Antes de começarmos a procurar casa, fomos ao banco, fornecemos todos os dados que nos pediram e fizemos uma simulação mais ou menos rigorosa. Ficámos logo a perceber quais eram os nossos limites e, só então, começámos a visitar sites de imobiliárias. Excluímos logo todas as ofertas que não cabiam no nosso orçamento. E encontrámos uma solução bastante razoável. Nem sequer esticámos até ao limite possível. Ficámo-nos pelo "confortável". E isto tudo para dizer que as decisões que tomamos na nossa vida seguem todas esta linha de raciocínio. Somos, portanto, pessoas ponderadas e que não se atiram de cabeça para compras megalómanas.


Nessa altura, há dois anos e picos atrás, ambos tínhamos [como continuamos a ter] um emprego. Ambos efectivos. Ambos com alguma segurança. Tivémos de investir em equipamento para a casa [alguns móveis, electrodomésticos e afins] e, para isso, usámos as nossas poupanças. Também foi das nossas poupanças que saiu o montante exorbitante que pagámos em impostos sobre a transacção. E, entretanto, preparávamos nesse ano a chegada do piolho. Não fazíamos vida de rico, mas as coisas corriam-nos razoavelmente bem.


De lá para cá, aumentaram as nossas despesas. Tivémos um bebé e toda a gente sabe o que isso significa em termos de orçamento. Temos bastantes ajudas, só tenho de me preocupar com o jantar, porque almoçamos na bisa G., ao sábado almoçamos na minha mãe. Os meus pais e avós vão ajudando com o que podem, hoje uma roupa para o piolho, amanhã um pacote de fraldas e assim se vai levando. Não fizémos mais investimentos significativos, exceptuando o carro que comprámos por altura do nascimento do meu filho. Não foi um luxo, foi uma necessidade. Temos dois carros a gasóleo e não podemos dispensar um deles. Os compromissos profissionais não nos permitem abdicar de um carro.


De resto, pagamos água, luz, gás. Ambos temos telemóvel. Temos uma assinatura de TV por cabo, internet e telefone. Não fazemos férias no estrangeiro, não viajamos, nem sequer nos hospedamos em hotéis. Optamos sempre pela solução mais económica e cozinhamos nas férias. Não temos iPhone's, ipad's, tablet PC's. Eu nunca tive um portátil. Herdei o do meu marido quando ele teve, por força da profissão, de comprar um portátil novo. Não temos telemóveis topo de gama. Não compramos prendas um ao outro e, quando compramos, optamos por utilidades que teríamos de comprar de qualquer forma. Compramos muitos produtos de marca branca. E eu podia continuar aqui a mostrar o quanto nós somos controlados e ponderados, mas acho que já deu para perceber a ideia. A única coisa em que eu não penso muito quando gasto dinheiro é nos produtos que compro para o meu filho. E não estou a falar de iogurtes de bebé xpto [come iogurtes de aroma e polpa absolutamente normais], de roupas caras [visto-o basicamente na Zippy, H&M, Zara e pouco mais... não temos Primark perto], etc. Falo sim dos cremes para pele atópica, da alimentação sem gluten, de pelo menos um bom par de sapatos por estação, das fraldas [venha quem vier, só compro dodot, quase sempre em promoção. Dou-me ao trabalho de consultar os sites das grandes superfícies antes de decidir onde é que as vou buscar]. Portanto, mesmo nas compras para a o meu filho, estabeleço prioridades.


Neste momento, nenhum dos nossos empregos é tão estável assim. Estamos cada vez mais retraídos enquanto consumidores. E isto é só na minha casa. Se multiplicarmos esta realidade à escala do país e do mundo empresarial, eu não consigo ver um futuro sem núvens.


Não sou economista nem tenho soluções para a crise. Faço a economia da minha própria casa e acho que faço um bom trabalho. Mas até quando? Há muitos meses que não conseguimos amealhar. Sempre fomos pessoas de poupar, de juntar dinheiro para as cadeiras da sala [que ainda não temos], para a festa de baptizado do miudo, para a máquina de fazer pão, para necessidades específicas que vão surgindo. Neste momento, quando o fim do mês se começa a aproximar, eu já só quero que ele chegue rápido. Olho para o depósito do carro e fico deprimida quando percebo que está na hora de ir atestar novamente [bombas low cost, pois claro]. Vejo o frasco do creme do meu filho chegar ao fim e equaciono se chegará à semana seguinte, porque 25€ custam muito a dar... A minha afilhada faz anos e eu, que sempre lhe pude dar um presente que fizesse a diferença, dou mil e uma voltas à cabeça para conseguir encontrar uma solução mais barata, mas que a deixe feliz.


"&%$"&%$", pá! Estou cansada de apertar o cinto. E o pior é que ele ainda vai ter de apertar muito mais. Não quero ainda equacionar a hipótese de um de nós perder o emprego de forma repentina. Eu não tenho medo de trabalhar, em casa não hei-de ficar. Mas o facto de não ter neste momento uma rede que me permita ser surpreendida por uma situação de desemprego... deixa-me nublada e com um nó na garganta.


Onde é que está o escudo? Onde foi parar o meu poder de compra...?


sexta-feira, 4 de março de 2011

(Des)vantagens de trabalhar numa empresa (des)organizada


Acabei de receber uma chamada da sede a avisar que 2ª feira fazemos "ponte". Ora como é 6ª à tarde e eu já tinha a minha semana que vem mais ou menos planeada e compromissos de trabalho para 2ª feira que já não posso adiar, não vou poder ficar em casa. Pena? Não. De qualquer forma já estava a contar vir trabalhar e assim acabei por trocar e fico em casa outro dia que me dá muito mais jeito.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Nada a acrescentar


Ai que preguiça. Waaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Já está...

Já se passou o 1º dia da nossa nova rotina. Hoje foi pacífico, o pai estava em casa de manhã e foi ele que levou o piolho a casa da bisa G., lá pelas 10:30. Eu fui trabalhar às 9:00. Almocei com o piolho e às 17h+tempo-perdido-no-trânsito fui buscá-lo. Comeu bem a sopa, a fruta e a papa, não chorou e ainda deu um passeio pequenino durante a tarde.

Agora eu... morri de saudades, consegui distrair-me com o trabalho [disso ainda não me apetece falar], mas tive muuuuuuitas saudades! O meu coração de mãe ainda dói, mas aos poucos também ele se vai habituar a esta nova rotina, que faz bem ao piolho e à mãe!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Estou incapaz de escrever seja o que for


Tenho um nó na boca do estômago... provavelmente só voltarei a escrever para registar o meu regresso ao trabalho e os primeiros dias do piolho em casa da bisa G. Que corra bem, é só o que peço, que ele fique tranquilo e feliz... eu... bem, eu vou chorar de certeza...

Entretanto vou ali comemorar o meu aniversário amanhã e o da bisa C. no emblemático 25 de Abril! Sempre!

PS: Já estou cheia de saudades dos teus miminhos, filho!

domingo, 18 de abril de 2010

Down...


Vou entrar amanhã na minha última semana em casa. A licença terminou na 6ª feira e esta semana vou estar de férias, por conta de férias não gozadas no ano passado. O meu coração começa a apertar-se de uma forma que se torna difícil suportar.

No dia a seguir ao meu regresso ao mundo dos graúdos, o meu marido vai 2 semanas para Faro trabalhar.

Vai estar a chover a semana toda, segundo as previsões.

Sábado faço 32 anos e não vou poder comemorar com o gajo grande cá de casa.

Não me apetece fazer a ponta de um corno e tenho a casa toda para limpar. Ainda só limpei uma casa-de-banho.

Estou sentado a escrever com uns calções térmicos vestidos. Devia era estar a caminhar (ou a aspirar), mas não me apetece mexer uma palha.

Não é preciso dizer mais nada para vocês adivinharem o tamanho da minha neura, pois não!?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu até era capaz de escrever um post


... se me viesse outro assunto à cabeça que não fosse o meu regresso ao trabalho no próximo dia 26... :(

quarta-feira, 10 de março de 2010

E pronto, é oficial...


Regresso ao mundo dos adultos no dia 26 de Abril... Só não coloco um contador no blog para não deprimir de cada vez que cá venho...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

And my last day at work is...

TODAY!

Este post fica aqui só para assinalar o meu último dia de trabalho antes da chegada do M.


Tou no ir! Aliás...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Estou cansada!

Estou absolutamente esgotada.
Não é só a barriga que me pesa, com isso posso eu bem.

Estou cansada de tomar decisões, de tratar de picuinhices, estou cansada das pessoas que me pagam o vencimento ao fim do mês, da falta de consideração com que tratam a equipa de trabalho, estou farta que se esqueçam que eu também sou gente.

Estou grávida de 8 meses, mais-coisa-menos-coisa, e não dou o mesmo rendimento. Desculpem, mas não dou. Não depende de mim, não faço de propósito, não me escondo atrás da barriga nem nunca tive "achaques" de grávida [se calhar devia ter tido... se calhar foi esse o meu mal], mas a realidade é que nem o corpo nem a cabeça respondem da mesma forma. Temos pena! Paciência! Azar! Ide ter um menino pela barriga das pernas, sim!? Quilhende-vos [que é como diz o avô L.]! F()dei-v()s [que é como diz a neta dele]!

E enquanto vão e voltam, vejam lá se me trazem um aumento [de euros, que trabalho já cá tenho de sobra]. É que já é uma vergonha, meus senhores!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Xiça pá

Vinha eu tão revigorada das minhas ricas férias e basta um dia neste escritório para ficar com a gazua outra vez... arre diabo!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu sabia que isto não ia correr bem...


Ó pá! Ó caneco! Ó xiça, man! Que é que eu faço a esta soneira toda???? Como explicar ao meu corpo [já de si altamente transformado] que a malta já não está de férias? Hum!? Sugestões!? Não?! Pois, eu também não tenho.


O certo é que este é o meu 2º dia de trabalho, após uma ausência de duas semanas, e isto não vai bem. Nada bem. O corpo ainda está no outro fuso horário. E pior... desconfio que lá quer ficar. O sono que me perseguiu no primeiro trimestre está de volta. E perguntam-me vocês: "Então mas isso não é bom!?!??!" É, é, até é óptimo, mas é quando eu me posso encostar e desfrutar da maravilha que é este sono tranquilo de grávida, tipo pumba-já-está-não-me-acordem-que-isto-sabe-que-nem-ginjas!


Agora... estar no local de trabalho completamente zombie, com ar de quem vai cair para o lado a qualquer momento, não está com nada. O que me vale é que as constantes idas ao WC não me deixam adormecer. Por outro lado, passo as noites a mexer-me de um lado para o outro, à procura de posição mais confortável [e cadê ela, cadê!?!?]... Resultado, acordo com carinha de morcega, com tanto sono como aquele que tinha quando me deitei... Irra!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sobre o recrutamento

Anúncio:

Empresa da área X recruta
-profissional de blá-blá-blá
-pertencente ao grupo lmnop (eliminatório)
-possuidor de documento Y (eliminatório)
-zona K (preferencial)
-disponibilidade no horário tal-e-tal (preferencial)

Enviar CV e cópia do documento Y para o e-mail ninini[arroba].nini.ni, com o assunto "ABCD"

Fiz-me entender!? Talvez não... :(

Resposta n.º 1
Assunto da mensagem: outro qualquer, que não o que indiquei... [releva-se]
Documento Y: enviaste-o tu? O candidato também não... [mas fez referência a ele, vá, pronto...]
Grupo lmnop: não pertence [ó pá, porra, caraças, eu relembro: este critério era eliminatório!!! Dass]

terça-feira, 30 de junho de 2009

Ai tão amargaaaaaaaaa!

Que eu estou hoje! Acho que me dava uma coisa má, se mordesse a própria língua, xiça!

Porra, pá! Apetece-me cuspir asneiredo a torto e a direito. É que dos piores defeitos que alguém pode ter (na minha humilde opinião) é ser incompetente naquilo que faz, ou devia supostamente fazer.

E quanto mais elevado é suposto ser o "nível" (digamos: acima de não sei quantos anos de uma licenciatura mais um número infinito de pós-graduações e formações) pior...

E se isso acontecer com pessoas que trabalham contigo (das quais depende uma parte significativa do sucesso do teu próprio desempenho)????? Hã!! Pois, pior ainda, não é!?

Definitivamente eu sou muito, mas muito, mas de longe muito melhor que esta gente toda. É uma pena que isso não seja directamente proporcional ao montante dos respectivos vencimentos!


DASS!