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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Praguejar

Estou tão farta do c&%$#"o desta tosse que não desampara a loja do garoto... Odeio o Inverno, é oficial.

domingo, 5 de agosto de 2012

Merda

Estou doente. Tenho a garganta a arder, a arranhar, estou completamente afónica, como se tivesse estado horas a gritar num concerto, mas sem a parte dos gritos e do concerto.

A cabeça vai explodir a qualquer momento e eu rezo aos santinhos todos que não tenha mais nenhum ataque de tosse, porque de cada vez que tusso, o cérebro chocalha e os olhos saltam-me das órbitas.

Tratar de uma criança nestas condições é um desafio que eu facilmente dispensava. E dormir? Aliás, o que é isso, dormir? Se conseguisse fechar os olhos um par de horas sem sentir tambores dentro da cabeça, já me dava por satisfeita.

Merda.

sábado, 31 de março de 2012

Intervalo

O miúdo já está fino e recomenda-se. O pai? Bem... o pai está de rastos. Já me dava jeito um intervalinho, assim como quem não quer a coisa, senhora dona virose...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Adeus vómitos

Olá diarreia.

Amanheci com um "ó mãaaaaaaaaaaaaaaaaaae, estou cheio de cocó". E estava mesmo. Como estava...

quinta-feira, 29 de março de 2012

Não estou a gostar

O episódio da noite anterior repetiu-se ontem. Não jantou e vomitou o lanche. Só quer água. Esteve todo o dia bem na creche e à noite pimbas. Apesar de tudo, sem febre e com energia.

Hoje voltou a acordar bem, pediu um iogurte e disse que tinha fome. Comeu, levei-o bem disposto à creche. Entretanto já liguei, parece que esteve a engonhar com uma bolacha na mão uma série de tempo. Estava agora a comer a sopa e não rejeitou, pelo menos.

Começo a pensar se terá sido boa ideia levá-lo à escola :\

terça-feira, 27 de março de 2012

A fazer figas

Para que o episódio do jantar não seja o prenúncio de nada de mais.

Grande fita. Que não queria sopa. Nada normal. Convenci-o a comer 10 colheres e a ajudar-me a contar. Um bocado enganado lá comeu as 10 colheres, mas foi impossível dar-lhe mais e também não insisti. Queres pêra? Não. Queres banana? Não. Quero um boião de fruta. Cedi, afinal sempre tinha comido as 10 colheres combinadas. Costuma comer sozinho e de enfiada, mas hoje pôs-se a engonhar. Pouquinho de cada vez na colher, ficava quartos de hora a lamber a mesma colherada. Não acabou o boião. Que não tinha fome e não queria mais nada.

Sentei-me eu para comer e ele ficou na cadeira dele. Ainda eu não tinha engolido a 1ª garfada, ouço-o chorar, como que engasgado, e... tudo fora, em jacto. Cozinha num esterco, roupa num esterco, garoto em pânico a chorar e a repetir "ó mãe, eu deitei fora, eu deitei tudo fora". Nós a tentar acalmá-lo, que não fazia mal, que são coisas que acontecem, que a mãe já limpa, não faz mal.

Lá fui mudar-lhe a roupa e lavá-lo, acalmou-se. Disse-me que lhe doía a cabeça e queria ir dormir. E lá está, desde as 20:30.

O meu instinto diz-me que esta noite ainda hei-de mudar lençóis. O meu coração suplica ao meu instinto que esteja errado. A ver vamos.

Entretanto, tinha-lhe calçado uns ténis novos, ainda um pouco folgados, acho eu, e o objectivo era irmos dar uma voltinha no fim do jantar para fazer a experiência, se se adaptava bem. Ténis vomitados, claro. Lavados e a secar. Não tenho sorte nenhuma.

Actualização:
Instinto de mãe é tramado. Lençóis mudados e banho tomado uma hora depois deste post. Passou a noite bem apesar de tudo, acordou bem disposto, aguentou o pequeno almoço no estômago e foi à escola. Já liguei para lá, diz que anda a brincar com a namorada. Siga.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Diagnóstico: amigdalite

Tinha de haver uma explicação. Em menos de 1h, a temperatura subiu de 38º para 39,8º e ainda nem 6h tinham passado do último benuron.

Amanhã já deve estar melhor, está a antibiótico pela 1ª vez. Mas pelo menos temos diagnóstico. Siga para bingo.

Mais febre

Hoje ficou na bisa, foi de manhã sem febre, apesar da noite de merda, desculpem a expressão. Às 12:00 tinha 39.6º!!!! 39.6!?! O meu filho nunca teve tanta temperatura. Baixou entretanto, mas hoje vou à urgência com ele e vou mentir. Vou pintar a manta e dizer que já vai no 3º dia de febre. Estou farta, farta, farta destas febres maradas.

Caramba, eu sei que o 1º ano na creche é complicado, mas não há mês que não fique em casa uma, duas, três vezes. Estas febres deixam-me doida. Assim, sem mais. Merda para isto.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Febre

Ontem o garoto acordou da sesta e disse-me "mãe, estou doente."

Desvalorizei. Não 'tás nada, não sejas tolo...

Estava mesmo. À noite, 38,5º e muito murchinho. Estou tão cansada destas merdas destas febres sem explicação, que aparecem e ficam por 2 ou 3 dias e depois vão embora sem dar cavaco... Quem cá dera o calor. Mais uma manhã perdida no trabalho [e não foi o dia todo porque o pai pôde ficar com ele à tarde]. Como é que uma pessoa se organiza, pá!?

Mais uma paulada

E como se não houvessem já problemas suficientes para nos manter ocupados, eis que levamos mais uma paulada. Desta vez, algo que serve para nos ajudar a relativizar tudo o resto. É grave. E dói. E dói aqui bem pertinho. Não restem dúvidas de que a saúde é mesmo o mais importante. Hei-de lembrar-me disto de todas as vezes que me apetecer fazer queixinhas.

Força B. Havemos de estar sempre aqui para ti.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ligações

É incrível como no nosso organismo tudo está interligado. Cada vez que vou limpar a ranhoca, sinto os ouvidos a estalar.

Molho

Quatro dias de molho. O piolho traz uma bela de uma virose da creche [daquelas que chegam sem pré-aviso, com febre inconstante e ranho à mistura]. A mãe é apanhada na curva e entre calafrios e calores e dores no corpo, o pai entra ao serviço e torna-se o bombeiro da casa. A mãe arrebita [que remédio], o pai vai trabalhar [que remédio também]. Um fim-de-semana fechados em casa [não há coisa que eu mais abomine]. A febre vai embora mas dá lugar à tosse. E o verão? Onde é que anda o verão?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Apresentações

Tive de apresentar o Ventilan e a bomba expansora ao meu filho. Não Gostei.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Foi castigo

Quem me manda a mim dizer que há bebés feios? Pimbas! De castigo, o meu fica doente. Pronto, vamos lá por os pontos nos i's. Os bebés são todos lindos e tal e tal. Está bem assim? Obrigada.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pancas

Eu tenho uma panca [pronto, eu tenho várias, mas hoje é só esta] com a segurança do meu filho.

Eu sou a mãe. Eu tenho obrigação de garantir que nada de mal lhe acontece. Esforço-me, tento protegê-lo deixando-o viver. Deixo-o cair e esfolar-se e dar cabeçadas, mas mantenho sempre ali a mão por perto, não vá o diabo tecê-las.

Noutro dia caiu do sofá e fez um enorme galo. Bateu com a cabeça no chão. Eu estava perto, fui avisando "vais cair, não faças isso" e, no fundo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde as investidas de sobe e desce sofá acompanhadas de sono aos montes na hora da parvoeira que antecede o jantar iam resultar num "abre olhos". E assim foi. Tratei logo de por água fria, arnidol, no dia seguinte já mal se notava.

Depois, depois dei comigo a pensar. "Ó minha anormal irresponsável! E se o garoto caía mal e partia o pescoço?" Gelei. Paranóia? É capaz de ser, mas só de imaginar que ele podia ter tido consequências graves por causa de uma queda que eu podia ter evitado e não evitei, morri por segundos.

Não acho que seja um problema esta minha paranóia. Sempre fui assim com algumas coisas na minha vida. As coisas aconteciam e eu depois ficava a magicar nos "e se isto, e se aquilo". Nunca foi impeditivo de eu me sentir uma pessoa normal, com uma panca.

Depois há o segundo em que deixamos de o ver. Enquando dou um gole no café, ele desaparece atrás de uma cadeira. Pânico momentâneo. Dura 1 segundo, depois caio em mim. Mas e se mo levam? E se alguém mal intencionado se aproveita de 1 segundo de distracção? NÃO! Recuso-me. Quando saio sozinha com ele, redobro os cuidados, mas mesmo com o pai ou o avô, tenho sempre um olho no burro e outro no ciganito.

Depois há os momentos em que nós não estamos e aí, nada a fazer. Eles precisam de liberdade, de convívio fora do ninho e por muito que confiemos nas pessoas com quem os deixamos, podem acontecer exactamente as mesmas coisas que aconteceriam mesmo que estivéssemos com mil olhos em cima dele. Procuro não pensar muito nisso, mas quando ele não está comigo, há sempre uns milésimos de segundo em que o meu coração se desassossega.

Agora, o pior mesmo é pensar que o Duarte podia ser meu filho, sobrinho, afilhado, primo, amigo, vizinho. Estas coisas ACONTECEM mesmo. Há bebés que morrem, sim, a palavra correcta é morrer, por mais eufemismos que procuremos. Eu não posso imaginar a dor destes pais, com este desfecho depois de tantos meses de sofrimento, agonia e luta. Todos os dias há um milésimo de segundo em que o meu coração se aperta, às vezes só dou por isso quando abraço o meu filho com força sem saber muito bem porquê.

E é por isso que eu preciso de dar mesmo uma volta às minhas prioridades e deixar de perder tempo com merdas e pessoas que valem o que valem.

Já agora aproveito: se ainda não és dador de medula óssea, pensa nisso com carinho. Não dói nada!

Duarte

O Duarte perdeu a luta, aos 20 meses de vida. Estou sem palavras.

domingo, 25 de setembro de 2011

Febre (?)

Palavra de honra que isto me comunica com o sistema nervoso. O miúdo está constipado, tem alguma tosse [já agora, fica a dica: uma cebola aberta em quartos na mesinha de cabeceira faz milagres], mas já pouca, muito menos. O nariz anda ranhosito. Durante o dia anda bem [tirando a dose industrial de mimo a que acha que tem direito, porque já percebeu que andamos em cuidados, mas tudo bem]. Começa a chegar a noite e ele a ficar molinho, com olhos de febre, mais paradito que o normal e aquela respiração esquisita, muito profunda, nem sei explicar.

Antes de ir para a cama, tirei-lhe a temperatura [apesar de saber que ia ser alta, porque vinha no carro a transpirar por todos os poros]. O termómetro marcou 37,7º. Ontem marcava nas mesmas condições 37,4º e não o mediquei. Hoje também não. Teoricamente, devem criar alguma resistência à febre, porque também é a febre que está a combater a bicharada, seja ela qual for. A minha intenção é ir lá daqui por uma hora e ver a evolução. Se tiver subido, dou ben-u-ron. Caso contrário, deixo-o destapado e vou-me deitar. Mas porra, estas temperaturas da treta dão-me cabo do juízo. Por um lado queria aliviá-lo. Por outro, penso que estou a fazer o melhor. Respiro fundo e convenço-me que enfardar-lhe ben-u-ron sem que chegue realmente a ter febre não é uma boa opção.

Ouço muitas mães dizerem que dão ben-u-ron até de prevenção [por exemplo, antes das vacinas ou logo a seguir, quer façam febre quer não façam]. Outras que chegando aos 37,5º é como se fosse 38º e dão. Acredito que cada pessoa só queira fazer o melhor para o seu filho e, tal como eu, muito provavelmente não inventaram estas estratégias, estão aconselhadas por um pediatra ou médico de família. Mas caramba, fico com tantas dúvidas. E quando estou sozinha, pior. Ninguém a quem pedir uma opinião imediata.

Que estratégia seguem vocês? A minha é: até 38º de temperatura não dou medicação. Arrefeço o ambiente, tiro roupa, destapo, dou um banho tépido, tento tudo antes de recorrer à medicação. A partir de 38º, 38º e picos, dou ben-u-ron e até hoje, a temperatura baixou sempre, nunca houve casos para alarme. Partilhem lá comigo...

Adenda: 1h depois, a temperatura baixou de 37,7º para 37,3º sem recurso a medicação. Vou manter-me vigilante e, para já, não há medicação para ninguém. Amanhã de manhã, conforme correr a noite, logo decido se vai à escola ou se eu vou marcar pontos para um eventual despedimento. É lixado ser mãe e ter um emprego.

sábado, 24 de setembro de 2011

Creche FDP

Tosse, muita tosse.
Ranho às carradas.
Temperaturas acima dos 37 e abaixo dos 38.
Odeio esta merda.
F&DA$$

domingo, 31 de julho de 2011

Universo, dá para parar de conspirar contra mim um bocadinho, dá!?

No dia seguinte à partida do pai para o continente africano, chega a febre. Controlada pela medicação, cedia, mas voltava, chegou aos 39º nesse dia à noite. Nunca tinha tido uma temperatura tão alta. Passou. Sem mais sintomas. Nem vómitos, nem diarreias, nem falta de apetite, nem tosse, nem ranhoca, nada. Conforme veio assim foi.

No sábado já acordou sem febre e muito bem disposto. À noite, notei umas borbulhinhas junto ao pescoço, tipo borbulhas do calor. De manhã, tinha mais meia dúzia na zona do peito. Lembrei-me do ditado que o pediatra nos disse da última vez que teve febre seguida do mesmo género de borbulhinhas "sarampo, sarampelo, 7 vezes vem ao pêlo". E fiquei tranquila. Ao final do dia, quando lhe fui dar banho, notei que se coçava mais e que as borbulhinhas tinham alastrado às costas. Ainda estava mais ou menos tranquila, mas decidi ligar para a linha de Saúde 24h.

Apesar de não apresentar todos os sinais, aconselharam-me a levá-lo à urgência para ser observado com suspeita de escarlatina. Nem sei dizer o que senti. Não pelo medo que fosse escarlatina, porque me garantiram logo que é uma doença normal em crianças e que podia ficar descansada. O que me deixou de rastos foi sentir-me algo negligente por ter estado "na boa" até àquele momento. Estava sozinha em casa, perguntei se lhe podia dar o jantar antes de ir e assim fiz. Jantou e fomos ao hospital. Valeu-me uma vez mais o meu pai [um dia hei-de fazer um post que lhe faça justiça]. Foi lá ter, estacionou-me o carro, fez-nos companhia, foi connosco à farmácia.. esses pequenos nadas que contam tanto.

Depois de observado, a hipótese escarlatina foi imediatamente afastada. Exantema súbito também. A médica que o viu ficou convencida que se tratou de uma reacção alérgica e que o mais certo é ser uma alergia de contacto [não descartando as hipóteses de alergia alimentar ou inalante]. E agora estou aqui a fazer contas de cabeça e a tentar descortinar o que poderá ter sido. E a minha cabeça anda tão desgovernada que me esqueci de comentar com a médica que o meu marido chegou esta noite do continente africano [o que, tendo em conta que a reacção já se manifestou ontem, provavelmente nem seria revelente, mas...].

Caramba! Quando é que o universo vai parar de conspirar contra mim!?!? Raios, eu nem sou pessoa de acreditar nestas merdas e não acredito em bruxas, mas... que as há, HÁ!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Leis da Ni #2

Se tudo à tua volta parece ruir, então algo ainda vai fazer piorar a situação. Não interessa que amanhã tudo possa estar bem. Antes disso, vais ter de passar por mais alguma coisa que te vai atirar ao chão.

Foi assim que me senti hoje quando tirei o meu filho da cama. Para o aliviar do calor insuportável [36º às 19h, para terem uma ideia], deitei-o apenas com uma t-shirt sem mangas, em vez do habitual body. Com as lesões de eczema quase a ficarem bem, à mão de semear... [que é como quem diz, sem o body a proteger], coçou-se tanto que acordou com a roupa cheia de nódoas de sangue, com duas ou três lesões muito mais atiçadas do que o costume, enfim, um degredo. E este coração de mãe, que anda mirradinho do tamanho de uma ervilha com tanta merda de tanto problema que não é meu, mas não me sai da cabeça... um dia destes explode.

E como se tudo isso não bastasse, descobri que por obra e graça do divino espírito santo a nossa declaração de IRS submetida no dia 18/05 não consta dos registos do fisco. F&%-se, pá.