quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A um mês

de completar 3 anos.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Caiu-me a ficha...

À medida que a fornada de 2009 vai completando os 3 anos, começa-me a cair a ficha.

O meu filho vai fazer 3 anos daqui a um mês e meio :/

Está enorme, muito despachado. Nos últimos 2/3 meses então, é só novidades. Deixou as fraldas com facilidade, quer de dia, quer de noite. Mudou de cama. Deixou a chupeta de noite... Toca bateria como um profissional :) Canta muito, sabe muitas canções. Fala pelos cotovelos, tem um discurso perfeito. Enche-me de orgulho.

E vai fazer TRÊS ANOS! OMG!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Lost

Ando um bocado perdida. A situação do país [e de todo nós] assusta-me. Assusta-me termos chegado a este ponto quase sem darmos por ela. Mesmo os mais cautelosos e atentos. Assusta-me não gostar das medidas tomadas, mas assusta-me mais ainda não poder dizer: "Sou contra a subida da TSU, porque existe uma alternativa viável a esta medida. Essa medida é............................" Alguém sabe? Eu não.

Na verdade, eu em 1º lugar sou contra a subida da TSU porque me vai pesar muito no orçamento. Mas isso seria contornável, se eu fosse capaz de perceber a utilidade da medida. Mas não sou. Acho que ninguém pode garantir nada e, mesmo para o governo, isto é um tiro no escuro.

Depois, ouço especialistas a desmontarem a medida, a ver se percebo afinal porque é que vou passar de pobre a mais pobre ainda. E não percebo. Então, apercebo-me que o estado das coisas é muito mais grave e profundo. Que cortar as "gordurinhas" do Estado não chega. Eh pá, não chega mas ajuda. A mim pelo menos, ajudava-me a perceber o meu sacrifício. Estou farta de me encolher e ver sempre os mesmos a encher.

É preciso irmos ao fundo para depois nos levantarmos? Então vamos. Mas vamos todos, porra.

Acho que estou perdida. Às vezes já não sei o que pensar.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Filho, nem sempre aquilo que eu digo é aquilo que queria dizer!


Ontem, passei por esta imagem no facebook e fiquei a pensar. Realmente, a maternidade é encontrar um ponto de equilíbrio entre o que está rasurado e o que foi escrito a posteriori.

Filho, nem sempre aquilo que eu digo é aquilo que queria dizer!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Sem gluten #1

Para quem, como eu, ainda não se conseguiu entender com as receitas/farinhas sem glúten e com a máquina de fazer pão, deixo a sugestão do que compro para o meu filho.

Pão de forma de arroz integral, Auchan
Embalagem 480g - 3,99€

De todas as experiências que fiz [e foram muitas], este é o pão que o meu filho mais gosta.

Vantagens:
- validade bastante longa
- depois de aberto, aguenta-se à vontade duas semanas, desde que esteja bem embalado - guardo numa caixa hermética
- o sabor é agradável, bem como a textura
- não se "esfarela" com facilidade
- não contém ovo, o que pode ser interessante para quem tenha intolerância [era o caso, até há uns meses atrás e foi também por isso que apostámos nesta marca]
- é aprovado pela APC - Associação Portuguesa de Celíacos

Desvantagens:
- apesar de não ser o mais caro, continua a ser bastante caro [cerca de 8€/Kg]
- nem sempre se encontra nas lojas [às vezes é necessário pedir aos profissionais desta secção que façam nova encomenda, mas até hoje foram sempre impecáveis]
- como é fatiado e as fatias são grossas, não é muito prático para sandes - pelo menos enquanto os miúdos são pequeninos -, mas torna-se ideal para barrar

A secção Viver Melhor da marca Auchan tem bastantes alternativas no que diz respeito a pão. Desde que o ovo cozinhado passou a poder entrar na alimentação do meu filho, já experimentámos outros pães da mesma marca. No entanto, continuamos a comprar este com mais regularidade.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Restrições alimentares

É uma chatice ter em casa alguém com restrições alimentares. Se for uma criança, pode parecer aparentemente mais difícil, mas eu diria que não.

O M. foi diagnosticado com alergia ao glúten e à clara de ovo. Hoje em dia, sabemos que a alergia não será propriamente ao glúten [ou não temos garantias que seja apenas a esta proteína], mas é claramente alérgico ao trigo, pelo menos. O diagnóstico definitivo é ainda algo confuso e a expectativa de que ele supere estas alergias é grande. Segue uma dieta isenta de glúten que, com os devidos cuidados de verificação de todos os rótulos, nos dá boas garantias de que não há acidentes. O ovo cozido já é tolerado. A clara crua [presente em sobremesas com claras em castelo, por exemplo] não é totalmente tolerada e, apesar da reacção só surgir após ingestão de uma quantidade significativa, não arriscamos dar-lhe.

O M. nunca comeu trigo, nem nunca comeu claras em castelo. Não é tão complicado como parece privá-lo desses alimentos, mesmo quando outras pessoas à volta os estão a comer. Ele sabe que não pode. Sabe que certos alimentos [e já identifica muitos] podem deixá-lo doente. Antes de provar algo que é desconhecido para ele, pergunta se pode.

Isto é meio caminho percorrido.

Depois temos outros problemas, mais chatos, diria eu.

1) Ir de férias, passar o fim-de-semana fora ou qualquer passeio que implique estar fora de casa pelo menos 24h podem ser uma grande chatice. Não entrando em muitos detalhes fastidiosos, dizer apenas a título de exemplo, que a maioria dos caldos "knorr" utilizados na confecção da maioria dos pratos [sopa incluída], na maioria dos restaurantes é composta por farinha de trigo e, logo, proibida. Isto faz com que eu ande sempre de "geleira" atrás e com que tenha de programar as refeições de uma forma muito menos espontânea do que gostaria.

2) Ter de lidar com terceiras pessoas [conhecidas e desconhecidas] que insistem em oferecer comida às criancinhas, passando por cima dos pais. Neste aspecto, sou completamente intransigente. Primeiro, quem decide o que o que meu filho come e em que horários sou eu [independentemente das restrições de ordem alérgica]. Depois, oferecer comida [mesmo sem ter conhecimento] a uma criança que não pode comer cria uma situação merdosa para a criança, para os pais [ou outros responsáveis naquele momento] e até mesmo para quem oferece. Por isso, lanço sempre o apelo: nunca ofereçam comida a uma criança directamente, sem confirmar discretamente com o pai/mãe/pessoa que acompanha a criança.

3) O social. Um convite para uma festa pode transformar-se numa carga de nervos, especialmente porque combina as dificuldades descritas em 1) e 2) numa mesma ocasião :P

4) O preço da alimentação sem glúten é de bradar aos céus. Ainda é tudo muito, muito caro em relação aos mesmos produtos não isentos. Variedade já se vai encontrando, mas a preços exorbitantes. Além disso, ir às compras ao supermercado transformou-se num suplício, tendo em conta que não entra nada no carrinho, cujo rótulo não seja lido de fio a pavio. Mesmo os produtos que já vamos conhecendo, dou sempre uma vista de olhos porque a qualquer altura o modo de produção pode ser alterado, de acordo com informações dos fabricantes. E não só comestíveis. Plasticinas e pastas de moldar, por exemplo, quase sempre levam liga de trigo. 

5) Adaptar a alimentação familiar. Não é complicado, mas a título de exemplo, se programar massa para o jantar, já sei que vou ter de cozer à parte para ele. Por um lado, não posso andar a comprar massa a 3,5€ cada meio quilo para gastar ao ritmo familiar. Por outro, não posso/quero retirar a massa do nosso leque de opções. Quem diz massa diz douradinhos, panados, filetes, enfim, tudo o que leve farinha [ok, sendo feito em casa, aqui posso substituir por maizena] ou pão ralado [que também pode ser comprado sem glúten, mas que fica num tal balúrdio que só mesmo fazendo à parte para ele]. Refeições prontas, nem pensar. As opções são muito limitadas e caras.

E acho que basicamente é isto. Hei-de dedicar-me a colocar aqui algumas sugestões de produtos de compra que vou encontrando, testo [testa ele :)] e recomendo [ou não].


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Lembrei-me agora

Há um mês que não mudo uma fralda. Plim!

Spiderman, spiderman

O homem aranha encarnou no meu filho.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

É a porca miséria

Para onde quer que me vire, só encontro pessoas/famílias com a corda no pescoço.

Ou trabalham e não recebem, mas também não chegam a estar tempo suficiente [3 longos meses] sem receber para poderem rescindir por justa causa e recorrer ao fundo de desemprego.

Ou não têm trabalho.

Ou estão a receber do desemprego, mas não conseguem voltar à vida activa.

Ou trabalham em condições tão precárias e incertas que a qualquer momento passam do minimamente remediado ao sem-comida-para-por-na-mesa.

As pessoas andam tristes, abatidas, deprimidas. Eu falo por mim, que me vejo cada vez mais à rasca para não passar esta ansiedade do incerto ao garoto. Não fosse ele e eu não me levantava da cama. Não fosse ele também e eu, provavelmente, levantava-me da cama sem nada a perder e passava-me dos carretos.

Existem casos de sucesso, e ainda bem. É claro que não posso generalizar a toda a população, mas tenho para mim que a grande maioria está à nora e sem saber o que fazer à vida.

Ontem dizia merda. Hoje sai-me um grande foda-se.

domingo, 5 de agosto de 2012

Merda

Estou doente. Tenho a garganta a arder, a arranhar, estou completamente afónica, como se tivesse estado horas a gritar num concerto, mas sem a parte dos gritos e do concerto.

A cabeça vai explodir a qualquer momento e eu rezo aos santinhos todos que não tenha mais nenhum ataque de tosse, porque de cada vez que tusso, o cérebro chocalha e os olhos saltam-me das órbitas.

Tratar de uma criança nestas condições é um desafio que eu facilmente dispensava. E dormir? Aliás, o que é isso, dormir? Se conseguisse fechar os olhos um par de horas sem sentir tambores dentro da cabeça, já me dava por satisfeita.

Merda.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O rato roeu a rolha

Parece que anda a lenga-lenga do Rei da Rússia a circular lá na escola.




Deixou de dizer "escorega, corer e caro [carro]".



Agora diz "amarrelo, Marrina e cantárre". :)     ADORO!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dormir em pé

Não faço ideia de como é que me vou conseguir arrastar até às férias. Além desta, ainda tenho pela frente mais 3 semanas completas.

Tenho a sensação de que, se ceder à tentação de fechar os olhos neste momento, adormeço instantaneamente e não sei a que horas acordo. Tenho os olhos abertos, mas a respiração tão profunda como se estivesse efectivamente a dormir. Sinto-me fora do meu corpo, como se estivesse a ver-me dormir.

Pensava que no ano passado, por esta altura, andava cansada. Como estava enganada...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Meu querido mês de Agosto

Amanhã começa Agosto. O fatídico mês da minha ainda maior desgraça. A agenda provisória de trabalho do meu marido aponta para 20 dias seguidos sem folgas, o que significa que, se tudo correr como previsto, voltamos a conviver lá para dia 21. Sol de pouca dura, porque depois é outra vez a dar-lhe com força até final do mês.

Entretanto, eu transformo-me em dona 5àsec, mantenho o estatuto de mãe para toda a colher e ainda trabalho até dia 25 de Agosto. Quando chegarem as tão desejadas férias, eu vou estar morta de cansaço e tenho de planear os meus dias com uma criança pequena, activa e que não dá tréguas. Isto tudo, sem sair de casa [ou melhor, sem férias planeadas fora de casa] e sem marido.

Sim, sim, que é muito bom, que é sinal que há trabalho e saúde, sim, sim.

Soltas

Eu tropeço. Ele diz-me indignado: "Vês? Isso é porque não estavas a olhar para o que estavas a fazer..."


Eu contrario-o. Ele responde-me: "Não é isso que eu te estou a dizer."

Eu irrito-me. Ele aconselha-me: "Mãe, respira fundo."

Eu faço-o rir. Ele agradece: "Oh mãe! És uma máxima!!"
 
É impossível resistir-lhe

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Procura-se

A mãe do Ruca que nunca baixou em mim...

Fora de brincadeiras, eu estou longe de ser uma mãe "exemplar", daquelas que nunca berram e de cujas mãos nunca saltam palmadas com mais ou menos fundamento.

Repito o nome do garoto a mil à hora e vou subindo o tom à medida que o dia avança ou que o faço pelos mesmíssimos motivos de há duas horas atrás.

Dou-lhe umas palmadas. Eu sei que dadas na hora certa até podem surtir o efeito desejado, mas eu sinto-me mal. Pior, quando percebo que afinal aquela palmada era escusada.

Eu não ando bem, ando muito cansada, os meus níveis de paciência já conheceram melhores dias e, se tenho alturas em que me orgulho de mim própria e da minha capacidade de resolver as questões pacificamente, tenho outras em que me envergonho do exagero, da importância que dou a pequenos "delitos" e do facto de perder as estribeiras.

É certo que eles nos testam os limites e nisso o meu filho é um rei. Mas o garoto é tão dócil, tão meigo, tão educado... e tem uma tendência fantástica para me mostrar isso em actos no preciso momento em que estou a falhar.

É uma criança, apenas. Mas mostra-me tantas vezes aquilo que eu, enquanto adulta, me vou esquecendo... que a vida é mesmo feita de pequenos nadas.

Desculpa, filho.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Fotocópia #1

Tenho um mini-me em casa. Não em tudo, claro está. Mas em alguns pormenores, o meu filho é a fotocópia daquilo que eu fui.

Na piscina, hoje, pude perceber o desespero dos meus pais quando eu, roxa de frio, teimava que estava cheia de calor e não queria sair da água. Também tive direito a "Vou só molhar os meus pezinhos, já venho" e "Vá lá, vá lá, mãe! Quero ir mais uma vez à piscina! Vá lá! Só mais uma vez!"

Quando cheguei a casa, tive de ligar ao meu pai e muito nos rimos os dois :)

domingo, 22 de julho de 2012

É oficial

Podem vir acidentes de percurso que não passarão de isso mesmo.

Declaro como oficial o desfralde total do meu filho.

sábado, 21 de julho de 2012

Ele está a crescer :)

Vou a exame

Tirei da arca um saco de carne que pensava serem bifes de vitela [don't ask, a minha avó manda-me carne já congelada e sem etiquetas para ajudar].

Decidi estrear-me na arte da "carne de panela", que é coisa muito apreciada na família, mas que foi sempre outra pessoa que não eu a confeccionar.

Ligo à minha avó, peço umas dicas e atrevo-me. Burra, decidi levar a carne já cozinhada para casa dela, como forma de retribuir as dicas. Agora vamos lá jantar e a minha carne de panela já começou a ser analisada à lupa. O exame final será esta noite e eu quero ser aprovada.

Wish me luck. Ou não, que a coisa está feita!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Uma questão de lógica

Deram-lhe um balão em forma de espada, numa animação de rua, e eu rebentei-o sem querer. Passámos outra vez pela rapariga que lho deu e ela ofereceu-lhe outro.

No carro, estavamos a falar eu disse "essa [espada] é amarela, a outra era cor-de-laranja".

Responde-me com a seguinte pergunta:

"Esta ou este?"

E eu, armada ao pingarelho, argumento: "Claro que é 'essa'. É 'A' espada."

E diz-me ele: "Pois, mas também é 'O' balão".

Piu...

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Grande lata

Faz uma birra descomunal de manhã. Que não quer o pai, que não quer a camisola, que não quer as sandálias, que não quer o iogurte, que não quer o diabo a sete.

Quando finalmente consigo acalmá-lo o suficiente para o meter na cadeira do carro, estou a transpirar e ainda nem 9:00 são. Do alto do trono, diz-me sua excelência:

- Olha, mãe. Já estou bem disposto.

:/

terça-feira, 17 de julho de 2012

Desfralde nocturno

Faz amanhã uma semana que começou a dormir sem fralda. Não houve acidentes. Nas primeiras noites ia pô-lo a fazer xixi por volta da meia-noite. Ontem deixei de o fazer. Acordou sequinho.

Desde que faça xixi por volta das 22h, antes de ir dormir, aguenta até de manhã. Tem noites em que acorda e pede. Outras só faz de manhã. Gostei.

Se de hoje em diante a coisa começar a correr mal, nunca mais conto nada :P

domingo, 15 de julho de 2012

Chegou de mansinho, com aquele olhar matreiro que só ele tem. Fitou-me. Sorriu. E, por fim, a grande questão:

-Mãe, queres namorar comigo? :P

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- O pai tem 36 anos. Vai fazer 37, não é mãe?

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[...] 24, 25, 26, 27, 28, 29, vinte e dez.
-Não é vinte e dez, filho. A seguir ao 29 vem o trinta.
- 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39... trinta e dez?

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A ouvir músicas no youtube:
- Então, mãe? Não cantas?

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E a melhor de hoje:
- Mãe, quero ir para a cama!

Awwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwsome, right?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Prova superada

Sem deitar foguetes, acordou com a cama seca.

Fez xixi antes de ir para a cama, pelas 21h30. Xixi à meia noite (a dormir sentado, literalmente), xixi às 6h15 (pediu) e xixi às 8h (acordado). Tanto xixi... Siga.

Os meninos são mais mijões que as meninas, não são?

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Deitei-o sem fralda

Espero sinceramente lembrar-me de o ir por a fazer xixi quando me for deitar.

A fralda tem acordado quase sempre seca. Faz xixi antes de dormir e logo ao acordar. Ontem, inclusivamente, chamou-me à 1h30 da manhã para fazer xixi e fez mesmo. Mesmo assim, sinto que me estou a arriscar a trocar lençóis a meio da noite, mas algum dia tinha de ser. Paciência.

Entretanto, dava-me um jeitão que ele finalmente se calasse. Está deitado e fala, fala, fala que até doi. Hoje tive um dia particularmente complicado e este zumbido de fundo está a agravar a dor de cabeça que não me larga há 3 dias.

Paciência. Em doses industriais. Precisa-se.

#Errata

Sobre este post.

Preciso urgentemente de receber o meu ordenado :/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Uma animação, portanto

Se por um lado o garoto já consegue fazer uma viagem de 300Kms e chegar ao fim com uma fralda-cueca seca [com paragens, claro], por outro, a mãe não consegue fazer uma viagem de 300Kms sem que lhe aconteça uma qualquer peripécia.

Desde tomar banho vestida a andar em cuecas no meio da rua, este fim-de-semana aconteceu-me de tudo.

Um pai faz muita falta, é o que é...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Apertar o cinto

Preciso urgentemente de arranjar um plano de poupança.

Não há cú que aguente

Das duas uma... ou baixa em mim nos próximos dias a reencarnação de Buddha ou aquele pandeiro desfraldado vai levar muita palmada.

Já não posso ouvir gritos, guinchos, nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaos, não quero, não é assim, eu é que faço, eu visto/calço/como sozinho [sim, sim, sozinho e em slow motion, claro]. Irra, que um fedelho, que nem um metro de altura tem, consegue desgastar os nervos de adultos em 5 minutos. O resto do tempo que ele passa acordado, passo eu [que nem rezo] a pedir aos santinhos todos que me cubram de pós de paciência e que me segurem as mãos.

Pronto, era só isto :/