"A 4 mãos tudo melhor" é um espaço dedicado a MIM, aos meus desabafos e reflexões. Nenhum tema em particular e todos os que me vierem à ideia. Começo sempre sem uma expectativa à partida, assim, o que vier é sempre lucro!Agora é também o espaço do diário de bordo do bebé "M", porque... A 4 MÃOS FIZÉMOS MAIS DUAS"
segunda-feira, 30 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Este é o meu filho
Hoje foi dia de prova de provocação à clara de ovo (cru) no hospital. Não correu bem, a reacção foi positiva e foi um dia para lá de muito cansativo.
Após 10 horas de internamento, os médicos tentavam medir-lhe a frequência cardíaca e ele, farto, saturado, visivelmente chateado, vira-se para mim e diz-me:
- Mãe! Eu estou-me a passar!
Adoro o meu garoto.
- Mãe! Eu estou-me a passar!
Adoro o meu garoto.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Então e eu?
Os 3 no hall de entrada a ver o que se passava com o telefone, que teimava em não funcionar. Resolvido o problema, o pai vai para a cozinha e eu para a sala. Diz o rapaz:
"Então e eu? Fico aqui sozinho!?!?!?"
Greve
Abriu a época oficial de greve ao leite. Nem na caneca, nem com palhinha, nem no biberão. Ontem comeu um iogurte e hoje o pequeno almoço foi uma fatia de pão com doce. Vou fazer uma última tentativa com leite em pacotinhos, pode ser que ache graça. Caso contrário, teremos iogurtes e pão ao pequeno almoço por tempo indeterminado...
sábado, 14 de abril de 2012
Soltas
1. Depois de uma série de disparates que parecia não ter fim, o pai deu-lhe uma palmada nas mãos. O mini não estava a contar e ficou todo sentido, virando-se para mim em tom de queixume, a ver se eu lhe aquecia as costas.
O pai deu-te uma palmada?
- Sim
Foi porque te estavas a portar bem?
- Não.
Estavas a portar-te mal?
- Sim.
Então, pede lá desculpa ao pai para fazerem as pazes.
Seguiu-se um silêncio, primeiro. Depois, uma tentativa de mudar de assunto. Quando eu voltei a insistir, vira-se para o pai e diz: "Vá, pede-me desculpa, pai".
2. O pai vai buscá-lo à creche [normalmente vou eu] e segue-se o seguinte diálogo:
- Sempre a trabalhar, sempre a trabalhar, sempre a trabalhar! Ó pai, porque é que estás sempre a trabalhar?
O pai tem que trabalhar para ganhar dinheiro...
- E a mãe? Porque é que a mãe tem de trabalhar? Sempre a trabalhar, sempre a trabalhar... :/
O pai deu-te uma palmada?
- Sim
Foi porque te estavas a portar bem?
- Não.
Estavas a portar-te mal?
- Sim.
Então, pede lá desculpa ao pai para fazerem as pazes.
Seguiu-se um silêncio, primeiro. Depois, uma tentativa de mudar de assunto. Quando eu voltei a insistir, vira-se para o pai e diz: "Vá, pede-me desculpa, pai".
2. O pai vai buscá-lo à creche [normalmente vou eu] e segue-se o seguinte diálogo:
- Sempre a trabalhar, sempre a trabalhar, sempre a trabalhar! Ó pai, porque é que estás sempre a trabalhar?
O pai tem que trabalhar para ganhar dinheiro...
- E a mãe? Porque é que a mãe tem de trabalhar? Sempre a trabalhar, sempre a trabalhar... :/
terça-feira, 10 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Adoro
Receber um telefonema inesperado de uma amiga e estar meia hora a por a conversa em dia. Há pessoas na minha vida que não vejo com frequência, a quem não ligo todas as semanas, mas que quando as encontro ou simplesmente falamos ao telefone parece que sempre estiveram aqui. O assunto nunca se esgota, não há silêncios constrangedores. Adoro.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Questão
Uma pessoa envia-nos um pedido de amizade no facebook. Não tem foto nem qualquer informação disponível. Chama-se Manuel Alberto como se poderia chamar Patrocínio das Neves, que nenhum dos nomes me diz absolutamente nada. E está à espera de quê?
É de manhã que começa o dia
Lá em casa as manhãs são como em todas as casas onde existem crianças. Mais coisa, menos coisa, digo eu... atribuladas.
Lamento informar as mães de crias mais pequenas que a tendência é piorar. Aquilo que antes eu fazia em 20 minutos, demora agora bem mais que meia hora. "Não quero acodar!" "Já disse que isso é que não." "Sai daqui, pai/mãe. Deixa-me estar." "Liga o Panda se faz favor" "Não quero lavar a cara." "Não quero beber leite." "Senta-te aqui. Não. Deita-te aqui. Sai daí."... Ainda não são 8:30 e eu já estou cansada de tanta ordem do pequeno tirano.
A última novidade: "Não quero esses sapatos. São feios." [hã? what?]. E eu, que sempre disse que os miúdos não têm quereres e vestem/calçam aquilos que os pais mandam e ponto final... não lhe consegui calçar a merda dos ténis, que já nem o podia ouvir. Por isso, hoje se virem um puto num dia de chuva com uns ténis de Verão... é o meu filho :\
segunda-feira, 2 de abril de 2012
O meu protector
Chovia bastante e trovejava quando o fui buscar à creche. Diz-me ele: "Está a chover muito. Não fiques com medo, mãe!"
Não, filho. Eu sei que tu tomas conta de mim :)
Não, filho. Eu sei que tu tomas conta de mim :)
É o dilúvio
Está a chover a potes. Troveja. A luz já ameaçou faltar uma série de vezes. Eu sem luz em casa nem a sopa do miúdo aqueço. Está bem que a chuva faz falta... mas era preciso vir toda de uma vez?
Eu é que sou a sopeira
Ontem, vesti uma espécie de túnica/vestido sem mangas e a apertar atrás do pescoço. O garoto ficou a olhar para mim muito sério [talvez porque normalmente ando de calças] e eu perguntei-lhe:
"Então? Achas que mãe está gira?"
- "Eu acho que sim. Muito gira. [pausa] Isso é um avental, mãe?"
Sai ao paizinho...
sábado, 31 de março de 2012
Intervalo
O miúdo já está fino e recomenda-se. O pai? Bem... o pai está de rastos. Já me dava jeito um intervalinho, assim como quem não quer a coisa, senhora dona virose...
sexta-feira, 30 de março de 2012
Adeus vómitos
Olá diarreia.
Amanheci com um "ó mãaaaaaaaaaaaaaaaaaae, estou cheio de cocó". E estava mesmo. Como estava...
Amanheci com um "ó mãaaaaaaaaaaaaaaaaaae, estou cheio de cocó". E estava mesmo. Como estava...
quinta-feira, 29 de março de 2012
Não estou a gostar
O episódio da noite anterior repetiu-se ontem. Não jantou e vomitou o lanche. Só quer água. Esteve todo o dia bem na creche e à noite pimbas. Apesar de tudo, sem febre e com energia.
Hoje voltou a acordar bem, pediu um iogurte e disse que tinha fome. Comeu, levei-o bem disposto à creche. Entretanto já liguei, parece que esteve a engonhar com uma bolacha na mão uma série de tempo. Estava agora a comer a sopa e não rejeitou, pelo menos.
Começo a pensar se terá sido boa ideia levá-lo à escola :\
terça-feira, 27 de março de 2012
A fazer figas
Para que o episódio do jantar não seja o prenúncio de nada de mais.
Grande fita. Que não queria sopa. Nada normal. Convenci-o a comer 10 colheres e a ajudar-me a contar. Um bocado enganado lá comeu as 10 colheres, mas foi impossível dar-lhe mais e também não insisti. Queres pêra? Não. Queres banana? Não. Quero um boião de fruta. Cedi, afinal sempre tinha comido as 10 colheres combinadas. Costuma comer sozinho e de enfiada, mas hoje pôs-se a engonhar. Pouquinho de cada vez na colher, ficava quartos de hora a lamber a mesma colherada. Não acabou o boião. Que não tinha fome e não queria mais nada.
Sentei-me eu para comer e ele ficou na cadeira dele. Ainda eu não tinha engolido a 1ª garfada, ouço-o chorar, como que engasgado, e... tudo fora, em jacto. Cozinha num esterco, roupa num esterco, garoto em pânico a chorar e a repetir "ó mãe, eu deitei fora, eu deitei tudo fora". Nós a tentar acalmá-lo, que não fazia mal, que são coisas que acontecem, que a mãe já limpa, não faz mal.
Lá fui mudar-lhe a roupa e lavá-lo, acalmou-se. Disse-me que lhe doía a cabeça e queria ir dormir. E lá está, desde as 20:30.
O meu instinto diz-me que esta noite ainda hei-de mudar lençóis. O meu coração suplica ao meu instinto que esteja errado. A ver vamos.
Entretanto, tinha-lhe calçado uns ténis novos, ainda um pouco folgados, acho eu, e o objectivo era irmos dar uma voltinha no fim do jantar para fazer a experiência, se se adaptava bem. Ténis vomitados, claro. Lavados e a secar. Não tenho sorte nenhuma.
Actualização:
Instinto de mãe é tramado. Lençóis mudados e banho tomado uma hora depois deste post. Passou a noite bem apesar de tudo, acordou bem disposto, aguentou o pequeno almoço no estômago e foi à escola. Já liguei para lá, diz que anda a brincar com a namorada. Siga.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Vida social, precisa-se
Quando fez um ano e deixou a mama, passámos a deixar o piolho dormir nos avós uma vez por mês. Não por obrigação, mas acabou por ser essa frequência. Circunstâncias várias, que agora não interessam nada, fizeram com que deixasse de ser possível o piolho dormir fora e dar uma folguinha aos pais. Resultado, há cerca de um ano que não fazia um "programa" de gente crescida.
Um destes dias experimentámos um programa a três. Fomos ver um concerto. Cedo, em ambiente conhecido. O combinado era virmos embora assim que ele desse sinal de desconforto. Não podia ter corrido melhor. Gostou, bateu palmas, dançou. Dois terços do concerto decorrido e perguntei-lhe: "Tens sono? Queres ir embora?" Respondeu-me "Não. Quero ir lá pá fente." Filho de peixe.
E foi assim que andámos no liró até às 23h, mais coisa menos coisa. A repetir.
TGIF?
Aqui é mais Thank God it's Monday.
Quem é que disse que era possível descansar ao fim-de-semana?
Quem é que disse que era possível descansar ao fim-de-semana?
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
A brasa à nossa sardinha
Sobre os incidentes da manifestação de ontem ainda ninguém me "ouviu" tecer comentários. Nem ao vivo, nem nas milhentas fotos e links de notícias que têm circulado no facebook, nem aqui.
Não vou comentar no sentido de tomar uma posição. Não posso. Não estive lá, desconheço todo o encadeamento dos acontecimentos e, mesmo sendo contra actos de violência de qualquer natureza, não tenho informação suficiente que me permita aplaudir ou recriminar a actuação policial.
Abri este parêntesis só para constatar que realmente, nisto [como em tudo, aliás] cada um puxa a brasa à sua sardinha e as pessoas conseguem estar em extremos opostos, igualmente inflamadas e cheias de razão. Mas custa-me que tanta gente desinformada tenha opinião.
Há muitas coisas que me tiram do sério
Desde logo, odeio que me mintam [tal como odeio mentir, mesmo aquelas mentirinhas da treta ficam-me sempre a pesar na consciência].
Mas há uma coisa que me lixa mais do que mentirem-me. É mentirem-me descaradamente. Estão a ver, quando vocês sabem que determinada coisa é/aconteceu de uma maneira e a outra pessoa mente com os dentinhos todos, porque ainda não se apercebeu que foi apanhada? Odeio.
Mas há pior. A pessoa apercebe-se que foi apanhada e continua a mentir para se justificar. Ou então insiste na mentira, insiste até à exaustão e depois, perante as evidências, acaba por admitir.
Odeio pessoas mentirosas. Odeio, odeio, odeio.
Pior que pessoas mentirosas, só pessoas mentirosas que ainda se armam em vítimas. PQP.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Diz uma palavra que rime com pé
... a minha palavra é... chulé!
É oficial. Os pés do mini-gajo cheiram a queijo suiço quando lhe tiro os ténis ao final do dia. Pensavas que o miúdo ia cheirar a rosas toda a vida? Deal with it.
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Técnicas para tomar banho quando se está sozinha/o em casa com um puto de 2 anos acordado
1. Estuda-se o objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento
2. Transporta-se o dito objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento para o hall dos quartos
3. Trancam-se as portas de acesso aos quartos e outros compartimentos perigosamente acessíveis à criança que já chega aos puxadores e já as consegue abrir :\
4. Transporta-se a criança para o hall dos quartos, deixando a porta do wc aberta
5. Assegura-se que a criança está minimamente entretida e que acertámos com o objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento
6. Tomar banho em alta velocidade enquanto se repete até à exaustão "não venhas para aqui que te molhas, está quase, eu vou já, já"
Done.
2. Transporta-se o dito objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento para o hall dos quartos
3. Trancam-se as portas de acesso aos quartos e outros compartimentos perigosamente acessíveis à criança que já chega aos puxadores e já as consegue abrir :\
4. Transporta-se a criança para o hall dos quartos, deixando a porta do wc aberta
5. Assegura-se que a criança está minimamente entretida e que acertámos com o objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento
6. Tomar banho em alta velocidade enquanto se repete até à exaustão "não venhas para aqui que te molhas, está quase, eu vou já, já"
Done.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Diálogos
Vamos lavar a cara, vá.
- Nãaaaaaaaaaao. Tou a ver o Mickeeeeeey.
Mau! Queres ir para escola com a cara suja???
- Siiiiiiiiim, quero ir para a escola com a cara sujaaaaaaaaa.
Mau, Maria! Mas tu queres levar uma palmada?
- [introduzir riso safado] Sim, mãe. Dá aqui uma palmadita no meu rabo!
:\
Vamos tomar banho.
- Nãaaaaaaaaaaaa. Tou a brincaaaaaar.
Não queres ir nadar debaixo de água?
- Siiiiiiiiiiiim, vamos!
[toma banho]
Vá, vamos vestir.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Tou a tomar banhoooooooooooo.
Anda lá, que apanhas frio.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Quero apanhar friooooooooo.
:\
- Deixa. Chata! Deixa o menino. Eu faço sozinho. Tu não ajudas [e enxota-me] :\
- Pai, eu já disse que acho que isso não!
O quê filho?
- Acho que isso não.
Mas isso o quê, filho?
- Isso. Já disse que acho que isso não! [perceberam? nós também não :\]
- Mãe, tu não tens nariz. E agora?
Agora? Agora tens de me dar o teu.
- Não mãe, tu não tens nariz porque caiu ao chão. Tens de apanhá-lo.
[sempre odiei esta porcaria de brincadeira de tirar os narizes aos putos]
Não estou a vê-lo...
- Já sei. Ficou na casa de banho, mãe. Sozinho. O nariz tem medo das escuras. Vai buscá-lo, mãe!
:\
Sai uma palmada nas mãos, depois de 2548758 avisos:
- [introduzir beicinho irresistível] Mãe [fungadela, fungadela]! O que é que tu fizeste ao menino? [fungadela, fungadela].
:\
Estou cansada só de escrever este post...
- Nãaaaaaaaaaao. Tou a ver o Mickeeeeeey.
Mau! Queres ir para escola com a cara suja???
- Siiiiiiiiim, quero ir para a escola com a cara sujaaaaaaaaa.
Mau, Maria! Mas tu queres levar uma palmada?
- [introduzir riso safado] Sim, mãe. Dá aqui uma palmadita no meu rabo!
:\
Vamos tomar banho.
- Nãaaaaaaaaaaaa. Tou a brincaaaaaar.
Não queres ir nadar debaixo de água?
- Siiiiiiiiiiiim, vamos!
[toma banho]
Vá, vamos vestir.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Tou a tomar banhoooooooooooo.
Anda lá, que apanhas frio.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Quero apanhar friooooooooo.
:\
- Deixa. Chata! Deixa o menino. Eu faço sozinho. Tu não ajudas [e enxota-me] :\
- Pai, eu já disse que acho que isso não!
O quê filho?
- Acho que isso não.
Mas isso o quê, filho?
- Isso. Já disse que acho que isso não! [perceberam? nós também não :\]
- Mãe, tu não tens nariz. E agora?
Agora? Agora tens de me dar o teu.
- Não mãe, tu não tens nariz porque caiu ao chão. Tens de apanhá-lo.
[sempre odiei esta porcaria de brincadeira de tirar os narizes aos putos]
Não estou a vê-lo...
- Já sei. Ficou na casa de banho, mãe. Sozinho. O nariz tem medo das escuras. Vai buscá-lo, mãe!
:\
Sai uma palmada nas mãos, depois de 2548758 avisos:
- [introduzir beicinho irresistível] Mãe [fungadela, fungadela]! O que é que tu fizeste ao menino? [fungadela, fungadela].
:\
Estou cansada só de escrever este post...
quinta-feira, 15 de março de 2012
Aqui, eu sou feliz, mãe!
Mãe dá entrada na creche.
"Piolho! Foi bom o teu dia?"
"Sssim"
"Vá, vamos embora."
Piolho volta para o puzzle que estava a fazer.
"Não, mãe. Estou a acabar."
E agora tem sido assim. De há uns dias para cá, não quer sair da escola. Quer continuar a brincar. Pede mais um bocadinho. E eu dou. Sento-me lá no chão com ele ou fico à espera enquanto troco duas palavras com a educadora. Dou-lhe uns 10 minutos, sem o apressar e depois então vamos embora.
Adoro que ele não tenha pressa de vir embora. Adoro que ele pule do meu colo de manhã em direcção à brincadeira. Ontem a educadora perguntou-me se pretendíamos manter a inscrição para o próximo ano. Já estão a receber novas inscrições e precisam de contabilizar as vagas. E a minha resposta foi pronta e afirmativa. Claro que sim.
A escola do meu filho pode não ser muito moderna. O edifício pode ter mais de 20 anos, que tem. Alguns brinquedos e jogos podem já estar gastos e até podem faltar algumas peças. Mas eu não tenho dúvidas de que fiz uma escolha acertada.
Ainda não estamos no final do ano, mas em jeito de balanço, posso dizer que estou muito satisfeita. Ele tem 2 anos e encontra naquele espaço tudo o que precisa. Nos dias menos bons, encontra sempre o carinho de alguém que o aconchega quando eu venho embora. Nos dias bons, encontra o sorriso e a satisfação de quem o vê chegar também ele com um sorriso a esbanjar alegria. Todos os dias convive com uma equipa de profissionais que o acarinha [e isso nota-se desde sempre, nunca vem embora sem se despedir de todas], que o consola, que o incentiva, que cuida.
E isto é tudo o que ele precisa nesta fase. Calor, carinho, cuidado e ... brincar, brincar, brincar!
terça-feira, 13 de março de 2012
A Metamorfose
Ou algo do género. Deu-se. O miúdo é outro. Trocaram-no na creche. Ou é o mesmo mas dão-lhe redbull ao lanche, só pode.
Muito mais dinâmico e destemido [sem qualquer noção de perigo], corre, pula, trepa, pendura-se, amassa-se, canta. E como canta! Faz verdadeiros mix's.
Assim só hoje, em jeito de amostra:
"Mãe, eu peciso fazer um tefonema"
"Quero uma bolacha, mas de chocolate. Dessas não, mãe. Tem de ser de chocolate."
"Quero fazer xixi no pote" [e fez]
"Dilicia, Dilicia! Aqui Viseu mi mata. Ai seutimpego, ai ai, seutimpego"
Eu - Onde é que tu ouviste isso [a resposta normal seria "ouvi no telemóvel da Dona A., auxiliar lá na creche]
"Então! Ouvi na tua boca, tu é que cantaste" :\
"Tou? Tou? Como estás?" [ao telefone]
"Esta sopa está deliciosa, mãe. E tem um aspecto delicioso" [culpa do Uki e do Bolo Caminhante]
"Pai! Eu estou tão giro!"
Ó pá, é delicioso. É tanta areia para esta minha camioneta!!
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descobertas,
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linguagem,
piolho
Think positive #11
Depois de anos à procura, encontrei um Toffee Crisp no café da esquina! Vou ali lambusar-me e depois volto!
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