1. Estuda-se o objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento
2. Transporta-se o dito objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento para o hall dos quartos
3. Trancam-se as portas de acesso aos quartos e outros compartimentos perigosamente acessíveis à criança que já chega aos puxadores e já as consegue abrir :\
4. Transporta-se a criança para o hall dos quartos, deixando a porta do wc aberta
5. Assegura-se que a criança está minimamente entretida e que acertámos com o objecto/brinquedo/livro que está em alta no momento
6. Tomar banho em alta velocidade enquanto se repete até à exaustão "não venhas para aqui que te molhas, está quase, eu vou já, já"
Done.
"A 4 mãos tudo melhor" é um espaço dedicado a MIM, aos meus desabafos e reflexões. Nenhum tema em particular e todos os que me vierem à ideia. Começo sempre sem uma expectativa à partida, assim, o que vier é sempre lucro!Agora é também o espaço do diário de bordo do bebé "M", porque... A 4 MÃOS FIZÉMOS MAIS DUAS"
segunda-feira, 19 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Diálogos
Vamos lavar a cara, vá.
- Nãaaaaaaaaaao. Tou a ver o Mickeeeeeey.
Mau! Queres ir para escola com a cara suja???
- Siiiiiiiiim, quero ir para a escola com a cara sujaaaaaaaaa.
Mau, Maria! Mas tu queres levar uma palmada?
- [introduzir riso safado] Sim, mãe. Dá aqui uma palmadita no meu rabo!
:\
Vamos tomar banho.
- Nãaaaaaaaaaaaa. Tou a brincaaaaaar.
Não queres ir nadar debaixo de água?
- Siiiiiiiiiiiim, vamos!
[toma banho]
Vá, vamos vestir.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Tou a tomar banhoooooooooooo.
Anda lá, que apanhas frio.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Quero apanhar friooooooooo.
:\
- Deixa. Chata! Deixa o menino. Eu faço sozinho. Tu não ajudas [e enxota-me] :\
- Pai, eu já disse que acho que isso não!
O quê filho?
- Acho que isso não.
Mas isso o quê, filho?
- Isso. Já disse que acho que isso não! [perceberam? nós também não :\]
- Mãe, tu não tens nariz. E agora?
Agora? Agora tens de me dar o teu.
- Não mãe, tu não tens nariz porque caiu ao chão. Tens de apanhá-lo.
[sempre odiei esta porcaria de brincadeira de tirar os narizes aos putos]
Não estou a vê-lo...
- Já sei. Ficou na casa de banho, mãe. Sozinho. O nariz tem medo das escuras. Vai buscá-lo, mãe!
:\
Sai uma palmada nas mãos, depois de 2548758 avisos:
- [introduzir beicinho irresistível] Mãe [fungadela, fungadela]! O que é que tu fizeste ao menino? [fungadela, fungadela].
:\
Estou cansada só de escrever este post...
- Nãaaaaaaaaaao. Tou a ver o Mickeeeeeey.
Mau! Queres ir para escola com a cara suja???
- Siiiiiiiiim, quero ir para a escola com a cara sujaaaaaaaaa.
Mau, Maria! Mas tu queres levar uma palmada?
- [introduzir riso safado] Sim, mãe. Dá aqui uma palmadita no meu rabo!
:\
Vamos tomar banho.
- Nãaaaaaaaaaaaa. Tou a brincaaaaaar.
Não queres ir nadar debaixo de água?
- Siiiiiiiiiiiim, vamos!
[toma banho]
Vá, vamos vestir.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Tou a tomar banhoooooooooooo.
Anda lá, que apanhas frio.
- Nãaaaaaaaaaaaaaao. Quero apanhar friooooooooo.
:\
- Deixa. Chata! Deixa o menino. Eu faço sozinho. Tu não ajudas [e enxota-me] :\
- Pai, eu já disse que acho que isso não!
O quê filho?
- Acho que isso não.
Mas isso o quê, filho?
- Isso. Já disse que acho que isso não! [perceberam? nós também não :\]
- Mãe, tu não tens nariz. E agora?
Agora? Agora tens de me dar o teu.
- Não mãe, tu não tens nariz porque caiu ao chão. Tens de apanhá-lo.
[sempre odiei esta porcaria de brincadeira de tirar os narizes aos putos]
Não estou a vê-lo...
- Já sei. Ficou na casa de banho, mãe. Sozinho. O nariz tem medo das escuras. Vai buscá-lo, mãe!
:\
Sai uma palmada nas mãos, depois de 2548758 avisos:
- [introduzir beicinho irresistível] Mãe [fungadela, fungadela]! O que é que tu fizeste ao menino? [fungadela, fungadela].
:\
Estou cansada só de escrever este post...
quinta-feira, 15 de março de 2012
Aqui, eu sou feliz, mãe!
Mãe dá entrada na creche.
"Piolho! Foi bom o teu dia?"
"Sssim"
"Vá, vamos embora."
Piolho volta para o puzzle que estava a fazer.
"Não, mãe. Estou a acabar."
E agora tem sido assim. De há uns dias para cá, não quer sair da escola. Quer continuar a brincar. Pede mais um bocadinho. E eu dou. Sento-me lá no chão com ele ou fico à espera enquanto troco duas palavras com a educadora. Dou-lhe uns 10 minutos, sem o apressar e depois então vamos embora.
Adoro que ele não tenha pressa de vir embora. Adoro que ele pule do meu colo de manhã em direcção à brincadeira. Ontem a educadora perguntou-me se pretendíamos manter a inscrição para o próximo ano. Já estão a receber novas inscrições e precisam de contabilizar as vagas. E a minha resposta foi pronta e afirmativa. Claro que sim.
A escola do meu filho pode não ser muito moderna. O edifício pode ter mais de 20 anos, que tem. Alguns brinquedos e jogos podem já estar gastos e até podem faltar algumas peças. Mas eu não tenho dúvidas de que fiz uma escolha acertada.
Ainda não estamos no final do ano, mas em jeito de balanço, posso dizer que estou muito satisfeita. Ele tem 2 anos e encontra naquele espaço tudo o que precisa. Nos dias menos bons, encontra sempre o carinho de alguém que o aconchega quando eu venho embora. Nos dias bons, encontra o sorriso e a satisfação de quem o vê chegar também ele com um sorriso a esbanjar alegria. Todos os dias convive com uma equipa de profissionais que o acarinha [e isso nota-se desde sempre, nunca vem embora sem se despedir de todas], que o consola, que o incentiva, que cuida.
E isto é tudo o que ele precisa nesta fase. Calor, carinho, cuidado e ... brincar, brincar, brincar!
terça-feira, 13 de março de 2012
A Metamorfose
Ou algo do género. Deu-se. O miúdo é outro. Trocaram-no na creche. Ou é o mesmo mas dão-lhe redbull ao lanche, só pode.
Muito mais dinâmico e destemido [sem qualquer noção de perigo], corre, pula, trepa, pendura-se, amassa-se, canta. E como canta! Faz verdadeiros mix's.
Assim só hoje, em jeito de amostra:
"Mãe, eu peciso fazer um tefonema"
"Quero uma bolacha, mas de chocolate. Dessas não, mãe. Tem de ser de chocolate."
"Quero fazer xixi no pote" [e fez]
"Dilicia, Dilicia! Aqui Viseu mi mata. Ai seutimpego, ai ai, seutimpego"
Eu - Onde é que tu ouviste isso [a resposta normal seria "ouvi no telemóvel da Dona A., auxiliar lá na creche]
"Então! Ouvi na tua boca, tu é que cantaste" :\
"Tou? Tou? Como estás?" [ao telefone]
"Esta sopa está deliciosa, mãe. E tem um aspecto delicioso" [culpa do Uki e do Bolo Caminhante]
"Pai! Eu estou tão giro!"
Ó pá, é delicioso. É tanta areia para esta minha camioneta!!
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linguagem,
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Think positive #11
Depois de anos à procura, encontrei um Toffee Crisp no café da esquina! Vou ali lambusar-me e depois volto!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Sombra
Olho para o espelho hoje e só encontro uma sombra daquilo que já fui. As olheiras, o desleixo, a falta de interesse por um trapinho bonito, por um salto alto. O entusiasmo. O brilho. O sorriso fácil e verdadeiro. O pragmatismo. A força. A capacidade de liderança. Tanta coisa escondida atrás da sombra.
Preciso de me encontrar. Vou só ali procurar-me e já [?] volto.
domingo, 11 de março de 2012
Um domingo sossegado [not]
Longe vão os domingos de sossego. Com sestas prolongadas, para os três. Direito a passeio tranquilo e regresso a casa sem os bofes de fora.
C'um caneco! Onde é que os miúdos vão buscar tanta energia?
7:15 - 1º ameaço de alvorada [please, please, please, dorme só mais um bocadinho, please]
8:00 - 2º ameaço de alvorada [mãe, já estás a abusar]
8:30 - ALVORADA! "Mãaaaaaaaaaaaaaaim! Onde é que tu estáaaaaaas?
Manhã passada a dois [mãe e filho] entre vestir, sair, tomar café com uns amigos, ele a correr mais de uma hora na brincadeira com o amiguinho, voltar para casa, jogar à bola na sala [eu tinha dito que isto não ia acontecer, mas que se lixe], abrir um presente, espalhar as peças pela casa toda, arrumar e, finalmente, almoçar.
Sair, tomar um café e andar uns 25 Kms de carro [sesta de menos de uma hora, entre a viagem e a paragem num cantinho à sombra]. Acordar. Parque. Aqui, lanchou, andou 745653 vezes no escorrega, correu atrás de uma bola 246 Km [o pai atrás dele e eu encostada a uma árvore a dormir de olhos abertos], voltar, banho, brincar, brincar, brincar, jantar e... ele próprio pediu: "mãe, quero ir para a cama". E assim, às 20h adormeceu. Quero ver a que horas será a alvorada amanhã!
Fui. Este miúdo deixa-me rota.
sexta-feira, 9 de março de 2012
O meu pequeno tirano
Ao colo do pai, na cozinha, enquanto eu preparava carne à bolognesa [esta parte é só para mostrar que eu também sei fazer umas coisas na cozinha]:
Piolho: "Vamos para a SALAAAAAA" [tom autoritário, como quem diz "já para a sala, a andar na minha frente e rápido"]
Eu: Oh. Oh. Então mas agora é assim que se fala?
Piolho [usando o mesmíssimo tom autoritário]: SE FAZ FAVOOOOOOOR!
Piolho: "Vamos para a SALAAAAAA" [tom autoritário, como quem diz "já para a sala, a andar na minha frente e rápido"]
Eu: Oh. Oh. Então mas agora é assim que se fala?
Piolho [usando o mesmíssimo tom autoritário]: SE FAZ FAVOOOOOOOR!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Para reflectir
"É difícil ser individuo quando toda a gente quer que tu sejas padrão. E a mudança. As pessoas não gostam disso. Tu esperneias e tens TODA a gente a puxar-te para o fundo. As pessoas são patéticas, mas têm o poder de sugar a tua identidade com joguinhos, pressões e chantagens."
"[...] as pessoas são medrosas. Só se focam no que têm a perder e nunca no que têm a ganhar."
[M. V.]
É tão verdade...
Nerves
Sabem aqueles dias em que tudo nos enerva? As notícias. O sorriso amarelo da pessoa com quem acabámos de nos cruzar. O trabalho. Os blogs. O facebook. Ter-se fome e não se saber o que nos apetece realmente. Essas coisas. Sabem?
Para mim, é hoje.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Ódios de estimação
André Sardet.
Ele paga às rádios para passarem aspseudo músicas [?] dele, não é?
Ele paga às rádios para passarem as
terça-feira, 6 de março de 2012
Gosto disto
E por falar em silêncio e calma, lembrei-me disto. Isso quer apenas dizer que estou ... cota!
Saga chupeta
Na passada 5ª feira, reparei ao chegar à creche que a chupeta do piolho estava toda rota de ele trincar. Disse-lhe qualquer coisa como "Ai filho, esta chupeta está uma vergonha. Temos de a deitar ao lixo". Para minha surpresa, ele foi direito ao caixote do lixo e deitou-a fora. Fiquei um bocado apardalada e disse à educadora: "tem uma nova na mochila, vamos ver como corre".
Quando o fui buscar à tardinha, disseram-me que dormiu pacificamente sem o adereço. Fiquei obviamente surpreendida, mas resolvi alinhar e à noite também não lha dei. A resposta era sempre a mesma: "não te lembras que a deitaste ao lixo?" Pediu uma nova, disse-lhe que não tinha. Pediu-me para ver os bolsos. Mostrei-lhos, vazios. Resignou-se e acabou por adormecer e dormir a noite toda sem o objecto de sua adoração. Os três primeiros dias passaram-se quase sem dramas. As mesmas perguntas, as mesmas respostas. Até que deixou de falar no assunto. Pensei que a etapa estava ganha.
Mas enganei-me. À medida que o tempo foi passando, notei-o mais nervoso e agitado. Como se estivesse a ressacar, meu rico filho. Se as primeiras 3 noites foram pacíficas, as últimas 2 foram pavorosas. Odeio ver o meu filho assim. Sinto que sofre, geme, treme, diz que tem medo, não quer ficar na cama dele, passou a adormecer ao colo [coisa antes nunca vista], acorda de noite e chama, chama, chama. Eu vou, claro, e fico lá com ele, embalo, canto, sossego-o, digo-lhe que estou sempre ali, blablabla. Esta noite tive de o levar para a minha cama às 6 da manhã. Deixei-o com o pai e fui dormir para a sala.
Ele só tem 2 anos e uns pós. E sofre. E eu não quero vê-lo sofrer mais. Nunca pensei que fosse tão complicado, mas a culpa foi minha. Ele efectivamente deitou a chupeta no lixo, mas não contava que não houvesse mais nenhuma. Eu é que forcei. E eu é que tenho de descalçar esta bota. Falei com o pai e decidimos devolver-lha, à noite, antes de ir deitar, na esperança de o conseguir convencer a deixá-la ficar na cabeceira, de manhã. Mas também decidimos que seja qual for o desfecho, não vamos forçar nada. Já chega. Todo este sofrimento do miúdo foi escusado e inglório.
Reconheço a razão dos argumentos contra a chupeta, que dá cabo dos dentes e tal e tal, mas eu acho que a falta daquele objecto que o consolava, mesmo que só à noite, está a ter consequências que não compensam. O meu filho que sempre adormeceu sozinho, na cama e sempre dormiu toda a noite, regrediu. E eu não vou andar a compor de um lado para estragar do outro. Psicologicamente, tem sido duro para ele, sobretudo, mas também para nós.
De certeza que não há-de levar chupeta para a tropa. E há-de ser assim com tudo. As coisas irão acontecer ao ritmo dele e não ao meu. Espero estar a fazer o melhor. Pelo menos, estou a fazê-lo em consciência, e a pensar nele em 1º lugar.
Já sei que as opiniões são as mais diversas sobre este assunto. Estão todas convidadas a partilhar, mas este post não é mesmo daqueles pedidos de opinião. É só um registo do que aconteceu e do que decidimos fazer para lidar com a situação. Hei-de voltar ao assunto.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Educar é tramado
Eis que chegamos à fase dos terrible two ou algo assim. O meu doce e afável filho estica mais a corda a cada dia que passa. Ainda bem que sempre lhe demos rédea curta nessa coisa tramada que são as birras-porque-sim. De outra forma, não sei de que maneira teria mão nele neste momento.
Não posso dizer que seja um miúdo birrento e insuportável. Leva-se, umas vezes melhor outras pior, mas leva-se. Tem uma resposta para tudo, sempre contrária àquilo que lhe estão a dizer, óbvio. Desafia-nos, provoca-nos, chega a dizer-nos "olhem, eu estou a fazer asneiras". Sabe que está a fazer mal e ri-se. Sabe que vamos ralhar e pede palmadas "dá-me lá uma palmada, mãe". O pai acerta-lhe a blusa [que é como quem diz, sacode-lhe o pó da fralda] e ele responde "não me doeu". Eu ando com a paciência a roçar níveis negativos. Às vezes saio de perto e vou contar até 100 para outra divisão, tal é a vontade de lhe dar naquelas mãos a sério. Às vezes não saio de perto e dou-lhe mesmo. Ralho. Odeio gritos e dou por mim a ralhar com ele num tom demasiado alto. Gostava de não lhe levantar a mão, de não lhe dar palmadas, de não ralhar e de não berrar. Gostava. Mas o castigo, às vezes, simplesmente não resulta. Aliás, às vezes nada resulta. Ainda não descobri o que o faz travar. Tiro-lhe os brinquedos e ele borrifa-se [ou finge muito bem que se está a borrifar]. Ponho-o de castigo e ele fica na boa. Sacudo-lhe o pó e ele ri-se e diz que não doeu. Quando lhe dou a doer... fico eu de rastos.
Merda. Educar é tramado.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
O meu filho caga para mim
Literalmente.
Se eu estiver com ele no wc, mais minuto menos minuto, a coisa acontece. Caso contrário, népia. A única vez que fez na sanita com redutor em casa da avó, EU estava com ele no wc. Hoje esteve cerca de 10 ou 15 minutos com o pai. Nada. Trocámos. Em 2 minutos, mãe... aqui vai a poia. Se isto não é cagar para a mãe, não sei o que é!
Desculpem lá a linguagem, mas com "fazer cocó" não era a mesma coisa...
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Queimadura
Ontem tivémos um acidente. O pai levava o mini ao colo num braço e o saco de água quente na outra mão. Iam juntos pô-lo na cama. O saco, apesar de não ter rebentado, abriu numa fresta na junção e espirrou água a ferver na mão do pai (uns salpicos sem expressão) e na perna do mini - uma queimadura de 2º grau, do tamanho de uma moeda de 2€.
Hospital, penso com gaze gorda e ir vigiando a evolução nas mudanças de penso. Em princípio não deixará sequelas. Na perna dele. Porque no meu coração, já não há remédio. O pai então ficou doente.
Novas regras: saco de água quente na cama, jamais [quando o mini for para a cama, sai o saco]. Mini e saco no mesmo colo, ainda que em braços diferentes, never again.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
O meu "guilty pleasure" vai fechar
E agora!? De quem é que eu me vou rir!?!?!?!??!?!?!??!
Sorry. Foi mais forte que eu. Shame on me [not].
Sorry. Foi mais forte que eu. Shame on me [not].
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Crescido
Hoje o dia foi diferente. Acordámos cedo, o pai saiu para trabalhar e nós fizémos alguns Kms para um almoço em família. No fim do almoço, em vez da habitual sesta, saímos todos para um passeio a pé. E que dia lindo para passear!!! O piolho acompanhou, quase sempre pelo seu próprio pé. Chegámos a casa dos tios, brincou mais um pouco, lanchou e só lá para o final da tarde começou a "quebrar". Adormeceu no meu colo, dormiu quase uma hora no sofá, com toda a azáfama à sua volta. O primo mais novo fez o favor de o acordar e fizémos a viagem de volta com sua excelência acordado o tempo todo. Jantou, tomou banho, ainda voltámos a sair e quando chegou à cama, caiu que nem pedra.
É bom vê-los crescer. Ele faz sempre sesta a seguir ao almoço e hoje aguentou-se bem sem dormir. Dá-nos outra liberdade.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Carnaval
Não mascaramos o miúdo este ano. Na sala dele não vão mascarar os miúdos nem fazer nada de especial, apenas umas actividades alusivas. Eu não gosto muito do carnaval e o pai então nem se fala. No ano passado tive um cachorro em casa que não estava a perceber o porquê das lindas figuras que a mãe o pôs a fazer. Este ano decidimos não mascarar. Ele ainda não percebe, não liga e eu não tive pachorra, confesso.
Sei que um dia, quando estiver a ver os álbuns de fotos, vou dar pela falta do carnaval dos 2 anos, mas... paciência.
Dia dos namorados atrasado
O nosso foi passado com febres acima de 40º, nem me quero lembrar...
Hoje, o piolho regressou à escolinha e tinha à sua espera no cacifo um envelope com um postal fotográfico da namorada!!! Fica o registo :D
Go Kika! Estás a marcar pontos!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Recuar para avançar?
A coisa da sanita andava a correr bem. Na primeira semana. Digamos que me deu um amoke, montei o redutor, montei o miúdo no redutor e pronto. Ao 3º dia, ele pedia para fazer cocó e eu sentia-me a última coca-cola do deserto no mundo da maternidade.
Puft! Foi-se o entusiasmo inicial. Agora é mais:
-"Queres fazer cocó?"
-"Não"
ou
-"Sim, na fralda. Já fiz"
Maneiras que não tenho insistido muito no dia-a-dia, não vá o garoto ficar traumatizado e estoirar-me o orçamento em pedo-psiquiatras antes da 4ª classe... Mas ao fim-de-semana, a coisa com tempo e paciência vai-se dando. Sempre por insistência da minha parte.
Outra coisa que já me começa a mexer com os nervos é a chupeta. Vai para a escola e na maioria dos dias ainda vamos a caminho e já me está a dar o objecto de sua adoração para guardar no cacifo. Lá fica todo o dia, sendo apenas requisitada na hora da sesta. Mal lhe começo a vestir o casaco na hora de ir para casa... "Mãe, quero a chupeta". E não há quem o demova. Em casa procuro tirar-lha do alcance da vista, mas de tempos a tempos lembra-se e... "Mãe, quero a chupeta". E não há quem o demova. Irra!
Aproveitando a amigdalite [nestes tempos de crise aproveita-se tudo], ontem dizia-lhe: "Sabes? Ficaste com um doi-doi na garganta [doi-doi... humpf] por causa da chupeta. As bactérias ficam aí e depois vão para a garganta e fazem febre e isso faz doer [how dramatic, I know]". O gajo não gostou mesmo nada da conversa. Virou-me uns olhos de revolta como se eu o estivesse a trair.
Eu sei que a mãe sou eu e que tudo se irá resumir a umas noites mal dormidas [não aguento, agora não aguento] ou então à sua própria vontade. Não há por aí receitas milagrosas, há?
Think positive #10
Ter a minha avó com saúde para ficar com o meu filho quando ele não pode ir à escola por estar doente é uma benção.
Por muito que me arrelie [e arrelio] com as coisas feitas à maneira dos outros... este tem sido o meu grande amparo. Caso contrário já estava desempregada há muito tempo.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Diagnóstico: amigdalite
Tinha de haver uma explicação. Em menos de 1h, a temperatura subiu de 38º para 39,8º e ainda nem 6h tinham passado do último benuron.
Amanhã já deve estar melhor, está a antibiótico pela 1ª vez. Mas pelo menos temos diagnóstico. Siga para bingo.
Mais febre
Hoje ficou na bisa, foi de manhã sem febre, apesar da noite de merda, desculpem a expressão. Às 12:00 tinha 39.6º!!!! 39.6!?! O meu filho nunca teve tanta temperatura. Baixou entretanto, mas hoje vou à urgência com ele e vou mentir. Vou pintar a manta e dizer que já vai no 3º dia de febre. Estou farta, farta, farta destas febres maradas.
Caramba, eu sei que o 1º ano na creche é complicado, mas não há mês que não fique em casa uma, duas, três vezes. Estas febres deixam-me doida. Assim, sem mais. Merda para isto.
Cortes
Mais [neste caso, menos] 1% em cima do meu vencimento. Já recebi a actualização das tabelas de IRS. É engraçado, sem graça nenhuma, o quanto se nota mês após mês a diminuição do nosso poder de compra.
Por um lado, aumenta a carga fiscal, aumentam os preços do gasóleo, da comida, das fraldas, de tudo. Por outro, vemos os vencimentos a emagrecer, seja por congelamento salarial, seja pelo aumento da carga fiscal (again). Continuo a ter o subsídio de Natal "pendente".
Todos os meses entra menos dinheiro lá em casa. Todos os meses as despesas fixas são as mesmas e as variáveis tendem a aumentar desmesuradamente.
Já perdi a noção do preço do gasóleo. Uso bombas lowcost e nem penso mais no assunto.
A única coisa que diminuiu foi a prestação da casa a partir de Março, devido às últimas descidas das taxas de juro. Nos próximos 6 meses pagaremos menos cerca de 15€ [tudo a levantar os braços e a exclamar: yeahhhhhhhhhh] de "renda"...
O garoto precisa de calças [e eu já nem penso em comprar para nós, adultos]. No sábado vi umas giríssimas, custavam 20€, ficaram obviamente no expositor... E não entro em lojas caras, isto foi na H&M, por exemplo.
As fraldas, valha-me Deus, as fraldas. De janeiro para fevereiro, um aumento de 3€ no pack mês das DODOT Etapas no Jumbo. Comprei DODOT básico.
Sumos? Não temos, mas temos pena. Arroz, massa, feijão em lata e outras mercearias? Marca branca. Papel higiénico? O que estiver em promoção. Detergentes? Idem, salvo algumas excepções.
Passeios domingueiros? Ao parque lá ao pé de casa. À FNAC nos dias mais frios. Livros e DVD's? Talvez no próximo mês. Comemorações e festas? Não fazemos. Presentes? Para as crianças e até isso está complicado. Concertos? Hahahahahahaha! O último foi em fevereiro... do ano passado.
Torradinhas? Em casa. Um chocolatinho para adoçar a boca à tarde? Regime.
É cortes a torto e a direito. Já me bastam as despesas em que não posso cortar. A continuar assim, não sei onde vamos parar. E eu sei que vivo bem. Eu sei que há quem viva com muito menos. Se calhar é a necessidade que faz bons gestores. Realmente, gerir quando há fartura é fácil. Difícil é fazer ginástica orçamental. FML.
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