sábado, 31 de dezembro de 2011

Falta sensivelmente 1 hora para 2012

E eu estou sentada no sofá, de pijama. O garoto está doente e já dorme, depois de um ben-u-ron há 1 hora atrás. O big gajo está a trabalhar. Eu tenho a televisão ligada nos Gordos. Could it be worst!?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011, anda cá

Anda cá, que eu quero-te dizer um segredo:











Puta que te pariu, ano dum cabrão.
Xô.
 Vai-te.
 Pisga-te.
Xispa-te daqui.
Põe-te a milhas.
Panisgas de merd@
Obrigada.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Queiram desculpar

Mas eu não recebi casacos de marca, botas de griffe, camisolas da loja da moda, iPhone's, iPad's ou Tabblet Pc. Não recebi perfumes vindos de Paris de França ou aquele par de pantufas de trazer na rua comprados em NYC. Eu nem sequer recebi uma caixa de Guylian, que eu tanto adoro.

Cá em casa foi tudo para o mais pequeno. Mas foi tudo com conta, peso e medida. Puzzles, jogos, plasticina sem gluten, livros. Abriu tudo, viveu a magia do Natal e agora vai tendo acesso a um de cada vez, ao longo das próximas semanas. Não é pela crise, nós somos mesmo assim.

Desculpem lá se não vos esfrego as minhas cocozices etiquetas na cara, mas... não faz o meu feitio. É que já enjoa, caramba.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Salvou-me o meu filho

... de sucumbir ao pior Natal de sempre. Ia dizer que foi mesmo o pior Natal de que há memória, mas não estaria a ser justa com o meu petit enfant terrible. Valeu-me a alegria dele, o seu 1º entusiasmo a sério pela chegada do pai Natal, a felicidade dele em rasgar os papéis. Igual a ele próprio, borrifou-se nas prendas e preferiu ser o centro das atenções, cantar, gesticular e por toda a gente a repetir as coreografias.

Fora isso, e atenção que isto que acabei de descrever não tem preço, eu sei e reconheço, o meu Natal foi uma merda.

Hoje, agarradinhos ainda na cama, prometemos um ao outro que o próximo será melhor. E vamos cumprir, dê por onde der.

Agora por favor, não me venham falar de comemorações de ano novo, que eu ainda não me recompus da última fantochada, sim!?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

OH! OH! OH!

Feliz Natal a todas todos quantos espreitam desse lado.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Feliz Natal, sim?

Antes que me passe definitivamente da cabeça, venho já aqui desejar-vos um Natal Feliz, dentro das possibilidades de cada um.

O meu também há-de ser. Não me lembro de ter tido um Natal em que TUDO corresse mal, como este ano. Mas eu sou uma mula do caraças e não vou deixar de ter a minha noite feliz por causa disso.

Já agora, ó duendes... vejam lá se metem uma aí cunha. Eu não peço presentes. Só queria que a diarreia do miúdo passasse rápido, que amanhã vai ter a sua 1ª festa na creche e era giro poder participar, just saying... 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Obrigada, querida máquina de secar

Tenho em casa uma máquina de secar há umas semanas. Não é nova, é de uma prima que não a usava. Ainda não sei quanto me vai custar, que a Maria ainda não lhe fez preço, mas vale cada cêntimo.

Ora vejamos:

- Praticamente só é usada para a roupa do mini [a nossa espera, que remédio]
- Lavo a roupa, estendo na marquise sem molas e deixo-a assim a "arejar" pelo menos 24h
- 24 horas depois coloco a roupa na máquina de secar, tudo ao molho
- Faço um programa de 50 minutos apenas [a humidade maior já se foi no estendal]
- Se tiver o cuidado de a dobrar ainda morna [máximo 10 minutos], fica pronta para ir para as gavetas, sem passar pela tábua de engomar

É um #win total. Gasto electricidade com a máquina de secar, mas em 24 horas fico com a roupa seca e arrumada. Não gasto electricidade para a engomar, nem perco uma hora com isso. A máquina consegue retirar imenso pêlo dos tecidos, coisa que me enervava solenemente na hora de engomar. O filtro é super simples de tirar e o pêlo sai em placas, sem fazer lixo. Aproveito a água que fica no depósito para encher a caldeira do ferro e quando vou engomar, fica um cheirinho bom. Evito o stress de ver as gavetas do miúdo a ficarem vazias e a roupa já lavada por secar. Evito aquele cheiro a mofo na roupa que fica com humidade na corda dias a fio.

Gosto da minha máquina de secar :)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A pescadinha de rabo na boca...

Eu confesso que ainda vou vivendo na ilusão de que este país funciona. Vou fazendo a minha vidinha normal, saio de casa de manhã, vou levar o garoto à escola, eu vou trabalhar, o big gajo vai trabalhar, regressamos os 3 ao final do dia, às vezes vamos às compras [ir às compras = abastecer a despensa], às vezes limitamo-nos ao básico, outras vezes temos de fazer uma ou outra despesa extra [seja roupa para o garoto que não pára de crescer, seja uma conta no mecânico] e assim vamos levando a nossa pacata vidinha. Hoje, por exemplo, decidi que não faço jantar e vou comer um hamburguer no intervalo das compras. E vou, e podia não ir e pensar que os 10€ que vou gastar me podem fazer falta amanhã. Mas ainda não cheguei lá. Ainda vivo a doce ilusão de que este país há-de pegar, nem que seja de empurrão.

Mas a verdade é que a minha cabeça começa a congeminar cada vez com mais frequência cenários preocupantes, negros, violentos até. Na verdade, isto está mais para afundar de vez do que para flutuar. Já não tenho segurança no emprego, o meu marido também não. Já não tenho segurança numa rede social de apoio, seja ela familiar ou diga ela respeito à Segurança Social propriamente dita. Já não vivo num estado-social. Já não vivo desafogada, vivo remediada. Já não tenho a segurança de um ordenado certo ao final do mês, "dê por onde der".

Começo a não acreditar que os problemas económicos e financeiros do país tenham uma solução pacífica. Adivinho muita contestação social a vir por aí. Revoltas, greves, motins, paralizações, uma guerra civil, uma Europa em guerra, uma guerra à escala mundial. Prevejo muitas dificuldades, muita pobreza. Começo a imaginar o cenário tantas vezes contado pelos meus avós, das filas para as senhas de produtos essenciais, que vão começar a escassear, a tornar-se inacessíveis para o comum dos mortais. Arrepio-me. Tenho um filho e arrepio-me. Os meus avós são todos vivos [e para mim seriam eternos] e não queria vê-los passar por tudo outra vez. Tenho medo do que vem por aí. Só não consigo prever quando exactamente, que prazo de validade enfrentamos.

No entanto, cruzo-me com as pessoas na rua e falamos dos mesmos assuntos banais, sorrimos, dizemos o clássico "vamos indo, que remédio". Mas será que vamos mesmo, será que vamos indo? E vamos indo para onde? E o que é que nos espera lá?

E logo à noite vou comer um hamburguer, porque me apetece. E amanhã, os 10€ que vou gastar podem-me fazer falta. E agora? Deixamos de consumir? Sentamo-nos todos à noite debaixo da manta, com o saquinho de água quente para não gastar gás, luz, lenha? Um país onde não há consumo, vai crescer de quê? Num país onde não há dinheiro, vamos gastar de onde? 

Sou só eu que vejo uma pescadinha de rabo na boca? 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Maré

... de azar, pois claro.
Hoje tive um daqueles dias compriiiiiiiiiiiiiiiiiidos, trabalhosos, emocionalmente desgastante. Fui jantar a casa do meu pai e no regresso tenho a casa a cheirar a cocó. Juro. Como se mil fraldas sujas tivessem ficado esquecidas durante horas num apartamento fechado e ao sol. Não sei o que raio se passa, nunca tinha acontecido. Provavelmente a merda a porcaria da chuva aliada à falta de limpeza dos esgotos terá provocado algum entupimento nas caixas e o cheiro veio por aí acima.

Mas isto não é o mais importante. Numa tentativa de fazer água correr pelos canos a ver se me livrava do cheiro, fui descarregar todos os autoclismos e abrir todas as torneiras. Acabei a levar com uma tromba de água gelada na tromba cabeça abaixo.

Só a mim.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Educar

.. é difícil.

Ando farta de estar sempre a ralhar, ora porque atira com tudo pelo ar, ora porque nos desafia e só quer andar aos saltos em cima do sofá/cama/bancos/cadeiras/you name it.

Tenho dias em que do primeiro ralhanço à palmada vão 30 segundos.

Não podemos continuar assim e a adulta sou eu, por isso sou eu que tenho de rever a minha postura. O meu piolho só tem 2 anos. Tem um desenvolvimento cognitivo e emocional acima da média [estou-me a borrifar para comentários do tipo "estás-te a armar" ou "isso é o que dizem todas"]. Tem vocabulário e discurso de uma criança de 3/4 anos e eu esqueço-me que, na realidade, ele só tem DOIS ANOS!

Sou eu que tenho de rever a minha postura e pensei muito sobre o assunto. Ele precisa de extravasar, de atirar com coisas, de desafiar, de desobedecer, de fazer birras, de pensar que manda... está na idade. Eu, decidi que, tirando as situações que o colocam em perigo, não há mais berros, ou sou eu que dou em doida.

Ele desarruma tudo? Paciência. No fim, tento convencê-lo a ajudar a arrumar.
Ele corre e salta e pula? Só lhe faz bem. É deixá-lo ir e esperar que corra tudo bem e ter sempre uma mãozinha a jeito.
Ele não quer comer isto, mas apetece-lhe aquilo? Há que ponderar. Eu também não me apetece todos os dias aquilo que me põem à frente. Não comer sopa para pedir batatas fritas 30 segundos depois é coisa para não resultar. Mas que mal tem se não lhe apetece mais sopa e me pede um pão com queijo!?
Ele tem a mão lampeira? Vai para o castigo em silêncio. No fim explico-lhe pela milionésima vez que não se bate/morde na mãe.
And so on, and so on...

É difícil educar, sobretudo quando se passa muito tempo a educar sozinha. Estou cansada, sinto-me cansada e já andava a dar em maluca com tanto stress à volta de coisas que afinal são simples e próprias da idade. Este cansaço extremo levou-me quase a tornar-me na mãe que não quero ser. O meu filho merece o melhor e é isso que eu lhe quero dar.

Nova fase, siga para bingo.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sending the bad vibes away...

Prostituta que deu à Luz a.k.a. PQP

Eh pá. Estou mesmo lixada com esta situação. Há um mês atrás, tinha uma continha recheadinha que até dava gosto.

Entretanto... A) Despesas fixas [ok] + B) Duas despesas com "biaturas" sem estar a contar [ok - muuuuuuuuitos €s] + C) Aniversário piolho [ok] + D) Seguro de uma "biatura" [ok] - E) Subsídio de Natal [not ok] - F) Vencimento do cônjuge Novembro [not ok] - G) Subsídio de Natal do cônjuge [not ok] - H) Contas [não] feitas e não pagas com anterior entidade patronal do cônjuge [not ok] = A 9 de Dezembro de 2011, a conta do meu filho está mais recheada que a minha.

Se trabalhei? Muito. Se o cônjuge trabalhou? Demasiado. Puta que pariu.

Nota:
Os pontos F e G terão [ouví-nos Senhor] resolução a curto prazo, trata-se de um pequeno [?] atraso
O ponto E não apresenta perspectivas [queira o Senhor que eu não tenha mais surpresas no final de Dezembro]
O ponto H [estamos a falar de valores com 4 dígitos] vai dar muita chatice... ou não me chame eu Ni Maria.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Natal e coisas assim #2

Pois que a minha suspeita em relação ao Subsídio de Natal se confirma.



Extracto da conversa:

Eu - Perspectivas? O gajo que normalmente me paga - Não há perspectivas.

Eu - Fechamos? O gajo que normalmente me paga - Não quero equacionar essa hipótese para já, até porque blablabla whyskas saquetas.

Está bonito, portanto.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ponham os ouvidos nisto

Era bom que toda a gente ouvisse este testemunho de 6m25'

Talvez existissem mais pessoas a perceber o verdadeiro significado da SOLIDARIEDADE!

É de louvar quando nos damos ao trabalho de recolher nos nossos pertences algo em bom estado e que já não tem serventia para nós para partilhar com alguém. Esse algo, pode ser muito útil para outra pessoa, não questiono a grandeza de coração de quem o faz. Chamem-lhe solidariedade, caridade, ajuda, o que quiserem. É um gesto válido e muitas vezes faz a felicidade de alguém.

Mas de louvar mais ainda é abdicar de algo para nós, para podermos ver [ou imaginar apenas] um sorriso. Get it?

Parabéns ao Exército de Salvação, parabéns à Ana e a todas as pessoas envolvidas na logística e organização dos Anjinhos de Natal.

A todas as pessoas que não compreendem o conceito de solidariedade desta forma, eu desejo um feliz Natal e que o Ano Novo vos traga muita paz. Às outras... não é preciso. Sei que vão ter um Natal quentinho no coração e um Ano Novo brilhante, tão brilhante quanto esta iniciativa!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Chorar

Sempre fui uma pessoa de choro fácil e chorar sempre me lavou a alma. Fosse por tristeza ou emoção. De há uns meses para cá, parece que gastei as lágrimas todas e nem chorar consigo de tanto cansaço [emocional, sobretudo].

Ontem, chorei mais de uma hora seguida. É incrível o quanto me fiquei a sentir melhor.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Balanço do ano

Ainda falta um mês para o final do ano, mas acho que já posso fazer o balanço das minhas resoluções de ano novo para 2011.


1. Mudar de emprego - Não aconteceu. Infelizmente, a situação está ainda pior do que estava e este ponto vai manter-se nas resoluções para 2012.


2. Deitar abaixo [vários] Kgs [+ de 5 e - de 10] - Emagreci 15Kgs. Este ponto foi mais que superado, como podem ver aqui.

3. Encontrar uma creche que me encha as medidas e inscrever o piolho - Encontrada, inscrito, aceite, a frequentar e muito satisfeitos. Mais um ponto que sai da lista.

4. Fazer uma viagem [Madeira ou Açores, por exemplo] - Népia. Este ponto vai manter-se e, pelo andar da carruagem, ad eternum...

5. Fazer exercício regular [inscrever-me finalmente no ginásio era uma ideia] - Também não.
 
6. Deixar de ser burra - Nunca vai acontecer...

Natal e coisas assim

Acabei de saber por linhas travessas que é muito provável que não haja guito para pagar subsídios de Natal na empresa onde trabalho. E é isto. Ou muito me engano, ou vou começar o ano a engrossar as listas de desemprego e a picar o ponto na Junta de Freguesia.

Pior? É eu ter a certeza de que se o barco afunda de vez, não vai haver euros para pagamento de indemnizações...

Comentários

Já perdi a conta aos comentários que escrevi nos vossos blogs (do blogger) e que se perderam por essa internet fora... "Lamentamos, mas não é possível blablabla" :(

Começo a acreditar que o defeito seja meu. Alguém já teve o mesmo problema?

sábado, 26 de novembro de 2011

O elefante de madeira

No dia do teu 2º aniversário, o teu avô ofereceu-te um elefante de madeira. Não é um elefante qualquer, não. É um elefante muito especial, um tesouro, um dos presentes com mais significado que algum dia irás receber. Vou ajudar-te a tomar conta dele, a protegê-lo para que te acompanhe até que um dia consigas também perceber a importância deste gesto e possas ser tu a tomar conta dele.

Mas primeiro vou contar-te a história deste elefante.

Há uns anos atrás, o avô tinha um negócio próspero. De porta aberta, a fazer aquilo que ele sempre soube fazer melhor, a comunicar com clientes, a receber de braços abertos todos quantos vinham comprar ou apenas fazer uma pergunta. Nessa altura, o avô começou uma colecção de figuras em madeira, lindas, máscaras, girafas, figuras femininas, chefes tribais, grandes, pequenas, médias, todas elas a fazer lembrar a "sua" África, o seu país de origem, Angola. O avô sempre teve muito orgulho nesta colecção, que fazia as delícias dos clientes que visitavam a loja. Muitas vezes lhe ofereceram dinheiro por várias peças e ele nunca vendeu uma única.

Um dia, teve de deixar aquele espaço e empacotou quase tudo. Deixou apenas algumas peças que foram adornar um espaço mais pequenino. A palavra "crise" começava a ouvir-se regularmente nos noticiários e passou rapidamente a fazer parte da realidade de muitos empresários empreendedores como o teu avô.

A prosperidade de outros tempos parece-nos a todos, agora, uma realidade muito longínqua. Mas apesar disso, o teu avô não baixou os braços e luta diariamente por reconquistar uma vida mais tranquila.

No dia em que fizeste 2 anos, o avô não te pôde comprar um brinquedo caro, ou uma roupa de marca. Mas deu-te o coração dele na forma de um pequeno elefante de madeira que tu cobiçaste durante meses... e isso diz tudo sobre o teu avô.

Amo-te, pai. E prometo ensinar ao meu filho aquilo que aprendi contigo sempre... que "a vida é feita de pequenos nadas!!"

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A vida dá-nos a volta

Achei sempre que quando fosse mãe seria de uma menina. Pancas. Seria pelos folhinhos e fitinhas e ganchos e adereços e tretas? Talvez.

O que é certo é que por volta das 17 semanas soubemos que seria um rapaz. Pânico. Um rapaz? Mas... nesta família nascem sempre meninas!! Um rapaz? Dois homens em casa? Um rapaz? Roupa azul? Sem fitinhas e ganchos? Um rapaz? Carrinhos, bolas e brinquedos parvos? Um rapaz? A sério? Um rapaz! Olha que ideia engraçada, um rapaz é capaz de ser giro! Um rapaz? Hey! Eu vou ter um RAPAZ!

E as coisas nunca mais foram iguais. Amo ser mãe de um rapaz. Não acho nada que não haja roupa gira e que as meninas estão em vantagem. Adoro o meu pilas. Às vezes dou comigo a pensar que não saberia ser mãe de uma "pinxexa" [grrrr, que nervos me dá a palavra pinxexa]. Às vezes dou comigo a pensar que não teria pachorra para Hello Kity's e barbies [odeio não gosto de barbies] e problemas existenciais aos 2 anos de idade [as miúdas são muito mais chatas tramadas, eu sei, eu já vi]. Não imagino o quão deve ser diferente.

Um dia, se a vida permitir, hei-de ter outro bebé. Não me incomoda nada que seja outro menino. Se for menina, o pai que se ponha a pau... é que duas galinhas no mesmo capoeiro é dose, eu sei, eu já vi! :)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quatro anos

Arquivo pessoal



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Apaixonei-me Por Um Fio

Ainda não tive tempo de explorar o blog com olhos de ver, mas fiquei apaixonada por estas pulseiras... ora espreitem!

Acho que me vou presentear a mim própria :)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Aviso à navegação

Tenho tido bastantes dificuldades em comentar em alguns blogs do blogger. Ando por aqui, acompanho-vos, mas vá-se lá saber porquê não consigo deixar comentários em algumas de vós.

Sónia [Home Alone], fico contente que o Tito esteja um comilão e um dorminhoco nato!. Este é só o último que acabou de me acontecer, a título de exemplo, mas há mais blogs na mesma situação :(

domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Parabéns, FILHO

ÉS O MAIOR! E só tens 2 anos!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Há 2 anos

Faltavam poucas horas para te conhecer. Eu ainda não sabia se iria ser naquele dia, mas esperava muito que sim, que desses sinal de querer conhecer o mundo. Choveu a semana toda e tu esperaste pelo único dia de sol para te dares a conhecer.

Recordo cada momento passado naquela sala de partos, cada volta que dei nos corredores, cada vez que me pendurei no teu pai quando vinha uma contracção mais forte, cada vez que respirei exactamente como tinha aprendido nas aulas de PPP...

A partir do meio dia, as dores começaram a apertar, mas ainda não havia condições para a Santa Epidural [um dia falo-te dessa santa querida de quem passei a ser devota]. Passei um mau bocado até por volta das 17:30 talvez, hora em que a Santa foi autorizada a intervir.

Depois disso, foi um descanso. Tinha dores e sentia as contracções, mas de uma forma amigável, suportável. Todo o tempo que decorreu entre esse momento e as 19:24 minutos, hora que o relógio marcava quando choraste pela primeira vez, foi passado em clima de grande descontracção.

Lembro-me de perguntar ao enfermeiro-parteiro, o Anjo Gabriel, "Ó senhor enfermeiro, o meu filho nasce hoje, não nasce?". E passado um segundo, ele informa-me que estava tudo pronto para tu nasceres. E assim foi. O médico que te seguiu na gravidez quase não chegou a tempo. Num instante, estavas cá fora.

Nasceste limpinho, rosado, tiveste de ser aspirado e não puderam por-te logo no meu peito, como estava combinado. Mas não fez mal, eu podia ver-te a uns escassos centímetros enquanto outra enfermeira te vestia a roupa que preparei numa trouxa. Foi ela que lembrou o pai: "Ó pai, não quer tirar umas fotos?" Tinhamos levado 2 máquinas e uma parafernália de baterias e pilhas, mas estupidificámos durante os teus primeiros minutos de vida. Só fomos capazes de ficar a olhar para ti, nem nos lembrámos das fotos...


Depois de vestido e agasalhado vieste finalmente juntar o bater do teu coração ao meu. O pai deu-te o 1º colo. Foi a 1ª vez que pegou num recém-nascido, mas parecia um profissional. Enchi-me de orgulho dos meus dois homens naquele momento. E de mim, que me portei à altura.

Nem parecias ter acabado de nascer. Não tiveste pressa em comer, mas abriste os teus olhos enormes e ficaste a habituar-te à luz. Eu era capaz de jurar que me piscaste o olho.

Na tua primeira noite de vida, o pai deixou-nos já tarde, por volta das 23h. Tenho a certeza que mal dormiu de excitação e ansiedade. Eu não dormi. Não que tivesses dado trabalho, pelo contrário. Mas eu tinha sede e fome de te ver, de observar cada movimento, de conhecer cada bocadinho de ti, de ficar horas a contemplar o meu filho, a minha obra, o meu bebé perfeito.

De manhã estava fresca como uma alface. O pai chegou cedo com as tralhas que não tinham ficado no dia anterior. Tomei um banho e senti-me como nova. Só queria que 3 dias passassem a correr, ir para a nossa casa, com o pai, que todos os dias passou connosco todo o tempo que lhe era permitido.

Tivemos alta a um sábado e pudemos finalmente ter um momento em família, os três. O pai esqueceu-se do teu casaco e teve de voltar a casa. Quando regressou, tinha-se esquecido do meu :)

Amo-te daqui até à lua, ida e volta vezes catramilhões e mais um. E estamos a escassas horas de completares DOIS anos. Adoro-te, filho. Obrigada.

Ni

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pesos e medidas

Altura: 86 cm
Peso: 10.930 Kgs
PC: 49,8 cm






O Magriço, portanto :)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Habemus Bolo

Amén, assim seja e essas coisas todas que eu nisto sou como o S. Tomé: é ver para crer!

Na sexta-feira, terá um bolinho mais simples, sem gluten e sem clara de ovo para levar para a creche. Da mesma massa, serão feitos 4 cupcakes para a festa de sábado [decorados com as 4 personagens do Super Why]. Para a festa de sábado, a massa do bolo será normal [o reguila come cupcake] e a decoração terá como tema o desenho animado preferido do meu Super-Filho! Super Why... em acção!


Produtividade em baixa

[Aliás, nota-se. Já vou no segundo post e ainda nem é hora de almoço]

Não me apetece fazer a ponta de chifre. Tenho um plano de actividades para terminar e um balanço para começar. Tenho prazos, ando a procrastinar. Há dias assim, em que até o básico me dá tédio. Hoje é um dia desses.

Chove a potes. Odeio chuva.

Queria estar em casa a lamber a minha cria porque estou nostálgica. Há 2 anos, estava nos meus últimos dias de gravidez. Não sei se mais alguma vez vou sentir o turbilhão de emoções que é ter um bebé na barriga a comunicar comigo. Comigo. Eu e ele.

Há 2 anos nesta altura já estava farta de o ter cá dentro, já só queria connhecê-lo, ver-lhe as bochechas, os pézinhos, cheirá-lo, abraçá-lo, aconchegá-lo no meu colo.

Hoje, só o queria ter cá dentro outra vez, só mais uns dias e vê-lo nascer de novo. O nascimento do meu filho foi o momento mais completo da minha vida. Uma gravidez boa, um parto que correu muito bem, um bebé lindo de olhar zangado. Jamais vou esquecer aquele momento. O pé. Que pé perfeito. O choro. A alegria. O primeiro toque naquela pele rosadinha. O gorro azul que o fazia parecer um pequeno gnomo. Os olhos curiosos a habituarem-se à luz. A cabeça oval, tipo E. T. que só arredondou ao 3º dia :). Os olhos do pai. A nossa própria interrogação de como foi possível gerar um ser tão perfeito!?

Adoro o meu almost two year old boy, adoro. Mas tenho tantas vezes saudades daquele segundo em que o vi a 1ª vez e do último grande pontapé na barriga.

Já comentei que estou nostálgica?

Festa

A 4 dias da pequena festa na creche e a 5 da pequena reunião familiar, sinto-me estafada e não consigo ver nada de palpável feito. Ou melhor, está feito o que depende de mim. Tudo o que depende de terceiros está... pendente.

No ano passado juntámos aniversário e baptizado e os bolos [tendo em conta as alergias alimentares do miúdo] foram encomendados a uns bons Kms de casa. Foi uma aventura, a logística foi tramada, mas o miúdo teve direito a 2 bolinhos maravilhosos, tanto em sabor como em aspecto.

Este ano, procurei uma solução mais perto de casa, encontrei um atellier de bolos, negócio pequeno e caseiro, que não tendo experiência se disponibilizou a realizar experiências para me conseguir fazer 2 bolos sem gluten e sem clara de ovo. Na 6ª passada, mandam-me uma mensagem: a coisa não está a correr bem... Nem vou pensar mais nisso até 5ª, se não houver bolos, passo a noite de 5ª a inventar eu uma alternativa em casa.

A garagem está minimamente limpa e eu recuso-me a limpar mais até que todo o lixo tenha sido feito [furos e tretas].

A sala ficou ontem impecavelmente limpa. Ainda há tralhas para tirar das escadas. Falta [depois de limpar] arranjar o esquema para as brincadeiras dos miúdos na garagem. Falta-me encomendar coisas. Faltam-me horas de sono. Falta-me paciência.

Este post está confuso, mas eu também. Siga para Bingo.