quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Desta vez foi a Naná a desafiar-me. Cá vai:

Desafio: dizer 7 coisas sobre mim e passar o selo a 15 outros blogs (...)

1 - Não sou uma fada do lar, detesto aspirar e arrumar roupa. Prefiro mil vezes sentar-me no chão a brincar do que arrumar a confusão generalizada e permanente que é a minha mesa da sala de jantar.

2 - Gosto de cozinhar, mas odeio fazê-lo por obrigação. Faço um arroz de polvo de comer e chorar por mais, bons assados, mas não sou muito criativa no dia-a-dia.

3 - Não tenho jeito nenhum para manualidades. Ando há semanas a pensar em coisas giras para oferecer no Natal, que possa incluir o meu filho, mas não me sai nada de jeito.

4 - Odeio o meu emprego há demasiado tempo. Não é o trabalho. São as condições humanas e físicas e a falta de consideração da entidade patronal por alguém que trabalha todos os dias sozinha num escritório sem luz natural...

5 - Adoro SOL! Adoro praia e tenho pena de não ter feito um único dia de praia este verão...

6 - Não tenho jeito para maquilhagem e unhas e penteados e essas tretas todas. Gostava muito de andar mais arranjadinha, mas não encontro paciência nem jeito (nem tempo).

7 - Tenho pancas sobre a segurança do meu filho. Morro de medo que alguma coisa lhe aconteça. Desde que ele nasceu, tenho medo de morrer, conduzo mais devagar e assusto-me com mais facilidade.

E o selo vai para os seguintes blogs: 15 são muitos!!! Leve quem quiser.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Chegou


Eu fico um bocado eufórica com isto. No ano passado, quando pedi o Anjinho, estava longe de imaginar a sensação de andar às compras para uma criança que não conheço, que nunca vou conhecer, mas que vai ter um Natal mais feliz com esta iniciativa. Posso dizer-vos que chorei muito de emoção quando acabei de comprar o fato-de-treino para a pequena Mafalda.

Este ano volto a ter uma Anjinha. A Diana tem 7 anos e pede bonecos Pin&Pon e um fato-de-treino tamanho 8 anos.

Minha querida, lá terás os teus presentes.

Eu podia não falar sobre o assunto. Afinal, a verdadeira solidariedade não é a que vê, é a que se faz. Mas aproveito para divulgar a iniciativa. Vá lá, não vamos deixar nenhum Anjinho sem prenda este Natal!!!!!

Todas as informações aqui!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Habemus artista pop

Esta manhã no elevador:

"Bom dia, bom dia!

Bom dia a toda a gente.
Eu hoje vou à escola
E por isso estou contente"

E no fim ainda bateu palmas! Go, filho!

Também canta sozinho:
- genérico do Gombby
- as pombinhas da catrina
- o porquinho foi à horta
- parabéns
- machadinha [quem te pôs sabão... ahahahahahahahah]
- mais umas quantas que eu depois venho aqui actualizar

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Só para deixar registado

O primeiro Galo a sério :(

Atirou-se de cabeça do sofá, like a boss...

sábado, 15 de outubro de 2011

Eu amo o meu filho de paixão!!!

E pronto, hoje era só isto!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Anjinhos de Natal

À semelhança do ano passado, este ano vou juntar-me novamente a esta iniciativa do Exército de Salvação.

Informações aqui!

Importante:

Data limite para os pedidos [15 de Novembro de 2011]

Data limite para entrega [30 de Novembro de 2011]

Consultem os pontos de entrega. Eu vou usar o habitual e enviar tudo para O Segredo das Festas.

Quero educar o meu filho assim...




Roubado à Mafalda :)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mas o que é isto?

Nunca me tinha acontecido uma coisa assim. Normalmente o piolho nem pestaneja quando vai para a cama. Já o deito com sono e ele lá se deixa ficar. Já houve noites em que foi menos pacífico, claro, mas nada de especial. A noite de ontem saiu fora de qualquer padrão...

Às 21:30 fui deitá-lo e ele lá ficou. Fui estender uma máquina de roupa e levei o intercomunicador. 10 minutos de silêncio, tudo ok. Entretanto começou a resmungar, primeiro baixinho, depois a chamar "mããããããããããe" já com impaciência. Perdi a conta às vezes que lá fui. De cada vez que me aproximava da cama, quase saltava para o meu colo. Dei cabo das costas e dos braços, levei-o para a sala um bocadinho porque notei que não estava realmente com sono. Quando começou a bocejar, nova tentativa. Colo, colo, colo. Já não podia mais. Levei-o para a minha cama. Mexe, remexe, patadas. Impossível. Nova tentativa de o por na cama dele. No meio disto tudo, alguma falta de paciência a começar a mexer-me com os nervos. Deitei-o, sentava-se. Uma dúzia de vezes. Lá se deitou, mas eu tinha de lhe dar a mão. Adormecia. Eu tirava a mão devagarinho, ele ligava o sensor e agarrava-me a mão outra vez. Não sei quanto tempo estive nisto, mas o processo todo até ele finalmente ficar a dormir sem a minha mão [e atenção que continuou a resmungar mais um pouco] levou cerca de 3 horas.

Eu espero que isto tenha sido um episódio isolado. Caso contrário, tiro uma semana de férias, vou para um hotel e deixo-o ficar com o pai...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Promessas

Eu já ando a prometer que um dia a coisa explode há demasiado tempo.

Tenho um familiar. neste caso uma, de quem não gosto, com quem não tenho afinidade, com quem não me identifico, que já me prejudicou MUITO no passado, mas que é familiar directa. Ora, para as convenções sociais, os familiares directos são intocáveis. Dane-se. Para mim valem o que valem. Se for muito, dou o coiro por elas. Se for nada, quero que se fod@m.

Esta pessoa em particular sabe [ou já devia saber, porque eu nunca o escondi e não consigo ser hipócrita a esse ponto] que eu não gosto dela, sabe o mal que já me fez, directa e indirectamente.

Esta pessoa insiste em impor-se na minha vida, com a conivência de mais família directa, para quem ela é "coitadinha" e passam a vida a justificar a infantilidade dela com "já sabes, ela é assim, não ligues". Não ligo? Mas que obrigação tenho eu de levar na minha vida com uma pessoa de quem eu não gosto e que não escolhi para amiga!?

Desde que o meu filho nasceu, a situação piorou drasticamente. Já eu tinha escolhido madrinha há muito tempo e ainda pairava a esperança vã naquelas cabeças ocas que só não vêem o que não querem, que eu ainda ia mudar de ideias e convidá-la. No dia em que o meu filho nasceu, os meus pais puderam entrar na sala de recobro, uma vez que a hora das visitas já tinha passado. Quem é que a minha mãe conseguiu enfiar lá dentro????? A mula, claro. E assim, no dia em que eu pari e queria à minha volta as pessoas que realmente me importam, levei com a mula, porque era bonito ir lá mostrar que estava presente. Ninguém se lembrou de mim, de me perguntar se queria recebê-la.

Muita água já rolou debaixo desta ponte desde então. Tenho guardado as mágoas todas para mim, para não magoar outras pessoas, mais velhas, cansadas, para as poupar às minhas angústias e aos verdadeiros motivos que me levam a querer afastar esta pessoa da minha vida. Estou a ficar esgotada. Hoje passei-me.

Ligou-me, como se nos déssemos como irmãs, a dizer que tinha ido à creche do meu filho visitá-lo. WHAT!? Mas quéstamerda!? Aquilo é algum hospital com hora de visita? Então eu ando a penar para o deixar tranquilo e sem chorar, para que ele se adapte o melhor possível e aquela mula resolve aparecer a meio do dia para estragar tudo? Sou só eu que acho uma anormalidade? Uma coisa é ir buscá-lo [que não tem autorização, obviamente]. Agora aparecer para satisfazer a sua vontade sem pensar no estado em que a criança vai ficar quando perceber que voltou a ficar sozinho??? A Educadora foi apanhada completamente desprevenida, ainda tentou demovê-la, dizendo "não se deixe ver, que ele depois fica triste e está a almoçar tão bem". Mas sua excelência insiste e entra pelo refeitório dentro "ah, vou só dar um beijinho".

Na creche já ficou indicação de que, de futuro, em circunstância alguma e seja com quem for, é situação que não volta a repetir-se. Pedi desculpa por não ter previsto esta situação, a educadora estava aflita, mas ficou assente que quem sabe o que é melhor para o meu filho SOU EU E O PAI e esta situação não volta a repetir-se.

À mula também já dei o recado. Já sei que isto me vai trazer dissabores, que vai haver tomada de partidos, na qual eu fico SEMPRE a perder. Mas caguei. Porra, pá. Era pedir muito que me deixassem em paz!?

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Creche #3

Hoje o meu filho não chorou no caminho, ficou na creche sem chorar, portou-se lindamente, comeu bem, dormiu, brincou, fez jogos, cantou e dançou. Estou muito contente.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Updates vários

Sentado a falar sozinho: "E não sei quê... e tal..."

De castigo sentado na cama: "Ó mãe... vens aqui ou não? Estás aqui ou estás ali?"

O pai pergunta-lhe o que está a fazer: "Vou-te comer, pai erbilia [ervilha]"

Quando acaba de fazer um disparate: "Ó minha querida mãezinha" ou "Minha santa mãe/pai"

Constantemente: "Mas eu quero/não quero", "eu disse que não/sim", "já disse que não/sim"...

A mãe pergunta: "Mas quem manda?" Resposta: "A mãe, pronto."

Está um bardina de primeira apanha, temos de estar sempre a controlar o riso, é muito safado, é engraçado e sabe disso. É tramado, mas eu adooooooooooooooooooro. E como não tem abébias lá vai cumprindo. Espectáculo de miúdo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Febre (?)

Palavra de honra que isto me comunica com o sistema nervoso. O miúdo está constipado, tem alguma tosse [já agora, fica a dica: uma cebola aberta em quartos na mesinha de cabeceira faz milagres], mas já pouca, muito menos. O nariz anda ranhosito. Durante o dia anda bem [tirando a dose industrial de mimo a que acha que tem direito, porque já percebeu que andamos em cuidados, mas tudo bem]. Começa a chegar a noite e ele a ficar molinho, com olhos de febre, mais paradito que o normal e aquela respiração esquisita, muito profunda, nem sei explicar.

Antes de ir para a cama, tirei-lhe a temperatura [apesar de saber que ia ser alta, porque vinha no carro a transpirar por todos os poros]. O termómetro marcou 37,7º. Ontem marcava nas mesmas condições 37,4º e não o mediquei. Hoje também não. Teoricamente, devem criar alguma resistência à febre, porque também é a febre que está a combater a bicharada, seja ela qual for. A minha intenção é ir lá daqui por uma hora e ver a evolução. Se tiver subido, dou ben-u-ron. Caso contrário, deixo-o destapado e vou-me deitar. Mas porra, estas temperaturas da treta dão-me cabo do juízo. Por um lado queria aliviá-lo. Por outro, penso que estou a fazer o melhor. Respiro fundo e convenço-me que enfardar-lhe ben-u-ron sem que chegue realmente a ter febre não é uma boa opção.

Ouço muitas mães dizerem que dão ben-u-ron até de prevenção [por exemplo, antes das vacinas ou logo a seguir, quer façam febre quer não façam]. Outras que chegando aos 37,5º é como se fosse 38º e dão. Acredito que cada pessoa só queira fazer o melhor para o seu filho e, tal como eu, muito provavelmente não inventaram estas estratégias, estão aconselhadas por um pediatra ou médico de família. Mas caramba, fico com tantas dúvidas. E quando estou sozinha, pior. Ninguém a quem pedir uma opinião imediata.

Que estratégia seguem vocês? A minha é: até 38º de temperatura não dou medicação. Arrefeço o ambiente, tiro roupa, destapo, dou um banho tépido, tento tudo antes de recorrer à medicação. A partir de 38º, 38º e picos, dou ben-u-ron e até hoje, a temperatura baixou sempre, nunca houve casos para alarme. Partilhem lá comigo...

Adenda: 1h depois, a temperatura baixou de 37,7º para 37,3º sem recurso a medicação. Vou manter-me vigilante e, para já, não há medicação para ninguém. Amanhã de manhã, conforme correr a noite, logo decido se vai à escola ou se eu vou marcar pontos para um eventual despedimento. É lixado ser mãe e ter um emprego.

sábado, 24 de setembro de 2011

Creche FDP

Tosse, muita tosse.
Ranho às carradas.
Temperaturas acima dos 37 e abaixo dos 38.
Odeio esta merda.
F&DA$$

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Creche #2

Não ver o meu pilas à hora do almoço deixa-me cheia de saudades...

Creche

Iniciou-se no passado dia 1 de Setembro, como previsto.

Day #1
Ficou sem chorar muito, achou graça à sala e aos meninos
Não comeu nada de jeito o dia todo
A sesta foi complicada, mas com a desculpa de "descansar os olhinhos" lá dormiu

Day #2
Ficou sem chorar muito
Comeu tudo e muito bem
Dormiu a sesta impecável

FDS

Week #2
Ficou sempre a chorar de manhã
Passou o resto do dia impecável
Comeu bem e dormiu a sesta sempre
Nos últimos 2 dias, decidi que deixá-lo de manhã era "entrar e sair" e foi o melhor que fiz. Reduziu-se a choradeira drasticamente.

FDS - Gastroenterite

Week #3
Casa
Frases mais ouvidas: "Eu não vou à escola. Eu não quero ir à escola. A mamã não vai tabaiáre"
Recuperou bem da gastro

FDS

Week #4 - day #1
Ficou a chorar, claro. Liguei às 9:30 e estava impecável a jogar jogos e a fazer puzzles.

Balanço: well, podia ter sido pior... positivo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Eu quero respirar ar puro

Preciso que coisas boas aconteçam à minha volta.
Preciso de voltar a estar bem e a ver os meus bem.
Preciso de afastar esta núvem negra e tudo o que vem agarrado a ela.

Nunca imaginei ter um ano tão difícil. Vou postando aqui as pequenas desgraças domésticas, a caldeira, o carro [também fiquei sem portátil], mas o meu problema é muito mais profundo que isso.

Arrasto há anos uma situação profissional que o melhor que tem é um vencimento ao fim do mês. Trabalho sem motivação, sozinha e cada vez em piores condições físicas e humanas. Procuro trabalho, claro. Mas não consigo pensar em baixar ainda mais os nossos rendimentos mensais "só" para poder fazer algo que me agrade mais. E mesmo assim, a oferta é escassa.

Vivo há meses envolvida numa atmosfera pesada, que se está a tornar demasiado penosa para mim. Sinto-me a definhar. Tento concentrar-me nas soluções e não tanto no problema e surgem logo novas dificuldades, novos entraves. Preciso de uma lufada de ar fresco, que alguma coisa na minha vida corra realmente bem.

Vale-me o meu filho, que apesar das preocupações que também me dá, retribui de uma forma que nunca esperei. É um miúdo que supera todas as minhas expectativas.

Vale-me o meu marido e companheiro e a perspectiva de que, em breve, as ausências serão mais espaçadas, em menor quantidade e poderemos voltar a funcionar como uma família de 3.

Vale-me o meu pai, que adoro, que me ajuda sem esperar nada em troca, mas que ocupa a fatia maior de preocupações e angústias no meu coração.

Preciso de respirar. De me deitar com a cabeça limpa e acordar com o coração leve. Preciso.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Férias de sonho

Ficam para mais tarde. Estas, infelizmente, viraram o verdadeiro pesadelo.

Fiquei sem carro no 1º dia de férias. Entre peças que não chegam e tal porque é Agosto [já partilhei convosco que odeio Agosto?] e atrasos na marca para nova programação das chaves, hoje, mais de 3 semanas depois, continuo sem carro. Sem comentários.

O meu filho entrou na creche. Uns dias melhor, outros menos mal, chegámos ao fim da 1ª semana satisfeitos. Fica relativamente bem de manhã, brinca, como bem, faz a sesta sem problemas, lancha bem, porreiro. No sábado seguinte, acordamos às 2:30 da manhã com a cama dele toda vomitada. A caldeira tinha avariado no dia anterior [composta entretanto na 2ª feira pela módica quantia de 366€, não me dêem um saca-agrafes, que ainda corto os pulsos]. Hospital porque não parava de vomitar, soro, internamento, diagnóstico: gastroenterite.

Deveria ter começado a trabalhar na passada 2ª feira, mas tive de ficar em casa com ele. Acabei por apanhar também e cá endo eu no WC a tratar da minha vida. Amanhã conto ir trabalhar, mas ainda não o levo à escola, vai para a bisa. Já não vomita, nunca fez febre, o cocó está melhor, obrigadinha, mas não vou arriscar.

Cada vez que me ouve falar em ir trabalhar, choraminga [aquele choro falso e enervante] que não vou nada. "Não vais nada trabalhar e eu não vou à escola". Assim, literal. Estava a correr tão bem a adaptação e agora... estou f&/%da. E esta dor de cabeça que não me larga!?

Férias? Porra. Eu preciso é de férias das férias...

domingo, 4 de setembro de 2011

E a coisa deu-se

O tal reencontro aconteceu este fim-de-semana. E foi tão bom recordar, treinar, re-conviver, jantar, relembrar histórias e peripécias... Sem dúvida, um momento a repetir :)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Se há coisa que me magoa à brava

é que alguém próximo não partilhe do meu entusiasmo por ocasiões especiais.

Pior, só mesmo quando fazem tudo para que um dia especial por natureza seja apenas um dia banal...

Creche - day #1

Agora é que vai ser fazer máquinas de roupa! Alguém me podia ter avisado que eles vinham assim tão emporcalhados da escola!!! E café! Deram-lhe café, só pode :))

Gostou. Vinha contente. Durante o dia, chorou um pouco quando percebeu que já não estávamos nas imediações. Comeu mal [coisa que nele é inédito], dormiu a sesta e chorou novamente quando nos viu. Vem totalmente eléctrico e porco. Penso que posso dizer que correu muito bem. Entretanto, traz umas novidades... atira com cenas pelo ar e acha um piadão. Deve fazer parte, digo eu, que sou caloira.
 
Siga. Amanhã há mais!

Já está!

Ficou bem e não chorou. Saímos de masinho e ele ficou a brincar. Não sei mais nada. Não liguei para lá [nem vou ligar], mas também ninguém me ligou [bom sinal, certo?]. Estou mortinha que sejam 15h para saber como correu o dia. Adoro-o e estou cheia de saudades.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

1.9.2011

Será o primeiro dia de creche do meu ainda-ontem-recém-nascido filho. Não sei se ria, não sei se chore!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Às vezes

Mas mesmo só às vezes, durante um milésimo de segundo, vejo uma luz ao fundo do túnel. Mas tenho tanto medo, que não dura mais que isso... uma milésima parte de um segundo.

sábado, 20 de agosto de 2011

Talvez

Talvez a ficção tenha algum fundamento. Talvez se fosse assim... Talvez eu gostasse mais de lá ir. Talvez.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Best Blog, by Naná

Fui desafiada pela minha querida Naná. A Naná é uma colega de faculdade, de quem nunca perdi o rasto. Gosto muito de ti, querida e fico feliz por te teres lembrado de mim. Eu nem sou muito destas coisas, mas vou aceitar o desafio, afinal é tão simples :)

Sendo assim, já cumpri a primeira regra: mencionar quem me ofereceu o selo.

Depois a segunda regra: tenho que partilhar 7 coisas sobre mim.

1. Tenho medo de alturas e não suporto ver sangue: duas coisas que me fazem automaticamente perder a força nas pernas. 
2. A minha cor preferida é o roxo e gosto de comprar umas peças dessa cor também para o meu filho.
3. Não tenho irmãos e quero ter outro filho, e sinto que se acontecer, será outro menino :)
4. Desejo ardentemente ser mais e melhor para o(s) meu(s) filho(o) do que a minha mãe algum dia foi para mim
5. Sou a fã n.º 1 do meu Pai. Adoro-o, admiro-o e respeito-o e ele merece tanto!
6. Sou insatisfeita por natureza e reclamo sempre que me sinto lesada, nas mais diversas vertentes da minha vida.
7. A minha perdição gastronómica são enchidos, doces com leite condensado, mil-folhas com cobertura de açucar branco e... o meu querido Marido! Adoro-te gajo!

Agora a terceira regra: oferecer o selo a sete bloguers. Também não o costumo fazer, mas aqui vai...

1. Dreia - Correndo o Mundo de Saltos

2. Kiki - Família de 3 e 1/2

3. Baunilha - Baunilha e Companhia

4. Pirilampo Mágico - Pirilampo Mágico

5. Cuca - A Cuca te pega

6. Sónia - Home alone.. not

7. Tânia - O Nosso mundo perfeito
Everyone else, com vontade de partilhar 7 curiosidades com o resto do mundo!


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A prova de que eu sou uma chata é...

... o garoto estar a comer sozinho e a cada colherada que enfia na boca, repetir: "Mastiga. E depois engole."

Estado de exaustão

Hoje é dia 12 de Agosto. Ainda não conheço o calendário das festas para Setembro, mas vou assumir que pior que Agosto não pode ser. Nestes 12 dias, o meu marido passou 1 [um, para que não restem dúvidas] em casa. Nos próximos 19 dias, teremos direito a mais 1 [um, para que não restem dúvidas] e esse 1 será o 31 de Agosto.

Este mês é comprido demais para a minha pequena camioneta. Fim-de-semana prolongado? Pois sim. Se isso significasse descanso, eu juro que rejubilava convosco. Mas não. Fim-de-semana para mim significa apenas não vir ao escritório. Estar sozinha com uma criança de 20 meses com a energia do meu filho é dose. A casa, a roupa, os banhos, as correrias, as compras, as refeições... Continua a valer-me o meu pai, que é o melhor do mundo e me ajuda na parte da companhia.

Se fossem só estas as minhas preocupações, diria que estava a ter um verão duro, mas de cabeça erguida tenho a certeza que estaria a passar ao lado da maioria das picuinhices do dia-a-dia. Mas não. A minha vida, em cerca de 2 meses, virou de cabeça para baixo. Eu não estou psicologicamente bem e isso reflecte-se tanto, mas tanto a nível físico que às vezes nem me lembro de ter adormecido/acordado/comido. Vai-me valendo o meu filho. Parece um cliché, mas agora dei-me conta que por eles somos mesmo capazes do impossível.

Estou tão cansada.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quando alguém nos lê o pensamento...

Se eu tivesse o talento desta menina para escrever, podia ter escrito isto.

Bad girl, desculpa o abuso. Não dá para deixar comentário no teu blog a avisar que "roubei" este post. Se te sentires lesada, apago-o daqui. Já está gravado na minha cabeça, de qualquer forma.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tudo o que eu quero

é que chegue rapidamente o dia em que eu vou dormir descansada e acordar em paz.

domingo, 31 de julho de 2011

Universo, dá para parar de conspirar contra mim um bocadinho, dá!?

No dia seguinte à partida do pai para o continente africano, chega a febre. Controlada pela medicação, cedia, mas voltava, chegou aos 39º nesse dia à noite. Nunca tinha tido uma temperatura tão alta. Passou. Sem mais sintomas. Nem vómitos, nem diarreias, nem falta de apetite, nem tosse, nem ranhoca, nada. Conforme veio assim foi.

No sábado já acordou sem febre e muito bem disposto. À noite, notei umas borbulhinhas junto ao pescoço, tipo borbulhas do calor. De manhã, tinha mais meia dúzia na zona do peito. Lembrei-me do ditado que o pediatra nos disse da última vez que teve febre seguida do mesmo género de borbulhinhas "sarampo, sarampelo, 7 vezes vem ao pêlo". E fiquei tranquila. Ao final do dia, quando lhe fui dar banho, notei que se coçava mais e que as borbulhinhas tinham alastrado às costas. Ainda estava mais ou menos tranquila, mas decidi ligar para a linha de Saúde 24h.

Apesar de não apresentar todos os sinais, aconselharam-me a levá-lo à urgência para ser observado com suspeita de escarlatina. Nem sei dizer o que senti. Não pelo medo que fosse escarlatina, porque me garantiram logo que é uma doença normal em crianças e que podia ficar descansada. O que me deixou de rastos foi sentir-me algo negligente por ter estado "na boa" até àquele momento. Estava sozinha em casa, perguntei se lhe podia dar o jantar antes de ir e assim fiz. Jantou e fomos ao hospital. Valeu-me uma vez mais o meu pai [um dia hei-de fazer um post que lhe faça justiça]. Foi lá ter, estacionou-me o carro, fez-nos companhia, foi connosco à farmácia.. esses pequenos nadas que contam tanto.

Depois de observado, a hipótese escarlatina foi imediatamente afastada. Exantema súbito também. A médica que o viu ficou convencida que se tratou de uma reacção alérgica e que o mais certo é ser uma alergia de contacto [não descartando as hipóteses de alergia alimentar ou inalante]. E agora estou aqui a fazer contas de cabeça e a tentar descortinar o que poderá ter sido. E a minha cabeça anda tão desgovernada que me esqueci de comentar com a médica que o meu marido chegou esta noite do continente africano [o que, tendo em conta que a reacção já se manifestou ontem, provavelmente nem seria revelente, mas...].

Caramba! Quando é que o universo vai parar de conspirar contra mim!?!? Raios, eu nem sou pessoa de acreditar nestas merdas e não acredito em bruxas, mas... que as há, HÁ!