Eu não sei se sou só eu, mas irrita-me até à 5ª casa que as pessoas façam competição em relação ao meu filho. Competem pela atenção do miúdo de uma maneira que me enerva solenemente. E vêem-no diariamente, o que fará se o vissem de mês a mês. Agora até competem com as coisas que ele aprende. Alguém faz um som inadvertidamente que o miúdo repete e "ai que fui eu que o ensinei a imitar o porquinho". Arre diabo. É que não há paciência...
"A 4 mãos tudo melhor" é um espaço dedicado a MIM, aos meus desabafos e reflexões. Nenhum tema em particular e todos os que me vierem à ideia. Começo sempre sem uma expectativa à partida, assim, o que vier é sempre lucro!Agora é também o espaço do diário de bordo do bebé "M", porque... A 4 MÃOS FIZÉMOS MAIS DUAS"
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Home Bread XXL

Somos os mais recentes proprietários de uma máquina de fazer pão Tefal Home Bread XXL. À primeira vista, estimo que estarei apta a usá-la lá para 2 mil e carqueja... Oh God!
O objectivo primordial é conseguir fazer uns pãezinhos sem gluten para o meu piolho. Wish me luck e, caso tenham dicas para partilhar... sintam-se em casa.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Conversa de gajas

A propósito de um gajo galinha que tinha/tem uma vida dupla [inclui 2 mulheres e até há filhos ao barulho] e ainda umas quantas pseudo-namoradas, dizia eu, indignada, à I:
- "O gajo deve ter uma grande pila, também te digo..."
Ao que a I. responde:
- "Grande pila não sei se tem, mas certamente saberá o q fazer com ela..."
Contra factos...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Hoje foi o dia

em que ele me chamou pelo nome próprio. Fiquei estupefacta. Muitas vezes me devem chamar, para ele ter aprendido sem ninguém o ensinar...
Ele já sabia quem era a mãe, a mamã e a Ni [sendo que, neste caso, não é Ni, mas o meu nome verdadeiro], mas nunca esperei ouvi-lo pronunciar o nome tão cedo.
Outras pérolas do momento, a acrescentar à longa lista de palavrinhas do tagarela:
- águ-a (água) - evoluiu de áaaagg
- maish (mais) - evoluiu de má
- 'nana (banana)
- pêxe (peixe)
- quêxo (queijo)
- xixa (carne) - não fui eu que ensinei e não acho muita piada...
- xixe (xixi)
E ainda repete uma série de coisas, mas que depois não sabe aplicar, só repete naquele momento porque é um verdadeiro relógio de repetição, um papagaio! E não se cala um minuto [não sei a quem sai tão falador, este meu filho...]
Já vos disse que adoro? :P
domingo, 23 de janeiro de 2011
Parece-me bem (NOT)

Ei! Psht! Sim, tu. Tu que te queixas diariamente que vives num país de merd@... Amanhã, quando vieres com a ladaínha dos costume, vou-te perguntar: "Ontem, foste votar?" Se a tua resposta for "NÃO", passa à frente e vai-te queixar ao Tota.
E não. Não aceito justificações de treta. Eu também tenho cartão do cidadão, tenho um filho com 14 meses e moro numa cidade que amanheceu com temperaturas perto de zero.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Changes

Estou aqui a pensar que preciso de dar uma renovada neste meu look. Ainda não sei se quero cortar muito ou pouco, se faço franjola ou não [da última vez arrependi-me mais ou menos assim-assim], se o acerto, se mantenho o escadeado, enfim. A única coisa que sei é que preciso urgentemente de cobrir estas [inúmeras e grossas] brancas que me andam a tirar do sério.
Tenho um cabelo difícil. Não é liso nem encaracolado. Tem uma espécie de vida própria e quando o corto demasiado, levanta e ganha imenso volume. Pelo contrário, quando está muito comprido [e mais pesado, portanto] perde em volume mas ganha em pontas espigadas e secas... ninguém disse que isto ia ser fácil e pacífico...
Sugestões, aceitam-se.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ia-me passando, mas não passou

O meu filho faz hoje 14 meses.
Ainda não caminha, mas está no bom caminho.
Faz milhões de graças.
Fala pelos cotovelos.
Gatinhocorre.
Ri muito.
É mimoso, dá beijinhos e abraços e faz as melhores festinhas do Universo.
É lindo. É "meu". Adoro-o x catramilhões + 1 até à lua ida e volta e tudo do início outra vez...
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Emagreci 1.200g em 2 semanas

Pronto, era só isto. Já agora, para quem quiser acompanhar a dieta e confessar os pecados da gula, é só seguir ali do lado direito o "My food diary"
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
1A1M3s

Um ano, um mês e três semanas.
Até à data, as evoluções do piolho têm sido uma constante. Verdadeiras conquistas, ora maiores, ora mais pequenas, todas significativas, todas nos fazem babar de tanto orgulho.
Das palminhas que aprendeu a bater lá pelos 7 meses, as gracinhas que se seguiram, onde está o juizo? e como faz a pitinha? e o índio? o sentar-se sem apoio, o gatinhar que teimava em não acontecer, as primeiras palavras, tantas e tão bem pronunciadas, as expressões marotas, o apontar, onde está a mãe ou o pai [mesmo usando os nossos nomes próprios]?, onde está o avô?, a avó?, o tio? a prima?, como faz o orangotango?, eu sei lá... tantas, tantas coisas que ele foi aprendendo... Tudo levava o seu tempo, claro. Algumas coisas por repetição, outras por incentivo nosso e outras ainda com alguma insistência da nossa parte.
Mas eis que chegámos a uma fase em que as novas "gracinhas" acontecem em catadupa, sem que nós próprios tenhamos tempo e capacidade para absorver tanta novidade. Todos os dias aprende, as palavras já não são meras repetições, são aplicadas em contextos muito próprios, a capacidade de se mover e de conseguir sozinho as mesmas coisas que antes era o pai e a mãe a fazer por ele é maior todos os dias. Estou absolutamente apaixonada por esta fase.
Não sei explicar-me bem. Quando ele nasceu apaixonei-me por ele, pela ideia de ter um bebé, um filho que foi desde o início o fruto de um projecto a dois, pela novidade de ter nos meus braços aquele ser miudinho que fazia aulas de kick boxing na minha barriga, apaixonei-me pelo meu novo estatuto, o de mãe.
Mas a minha paixão por ele hoje é diferente, é ainda maior, é mais intensa, é mais livre de toda a pressão dos primeiros meses, das cólicas, do jogo da adivinha [adivinha lá porque é que eu estou a chorar, vá], dos baby blues, das inseguranças. E é um amor que cresce com ele, com as suas conquistas que se tornam minhas. E eu estou tão admirada, tão estupefacta com as suas façanhas!
Deixo-vos aqui a última, de que me lembro, mas garanto-vos que são tantas, que um dia vou duvidar que ele aprendeu tudo, que não nasceu já ensinado...
"Piolho, a mãe de manhã foi fazer o quê? Foi ganhar..."
Ele: "Tão" [tostão]
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Mas onde é que eles aprendem estas coisas?

É impossível reproduzir a pinta com que o meu filho nos desarma na hora do ralhanço. É preciso ter um enorme auto-controle para não me partir a rir.
Ele faz asneiras e eu ponho uma cara séria. "Ai, ai, ai, estás-te a portal mal"!
A técnica dele:
1. Põe uma expressão que é um misto de ofendido e triste, tipo "cachorro arrependido"
2. Faz um beicinho irresistível que diz qualquer coisa como "mamã, eu não fiz por mal, eu sou lindo"
3. Começa com uma ladaínha que normalmente inclui "um-cá-cá, um-cá-cá", mas em versão sussurro.
Não aguento. Tenho de me esconder dele para me poder rir.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Oh God
Cenário: piolho na cadeira de refeição, final da sopa
Personagem: piolho com ar comprometido e vermelho como um tomate
Diálogo:.
"Piolho, que 'tás a fazer?"
Ele (orgulhoso): "Cáca!"
Está bonito, isto! :)
Personagem: piolho com ar comprometido e vermelho como um tomate
Diálogo:.
"Piolho, que 'tás a fazer?"
Ele (orgulhoso): "Cáca!"
Está bonito, isto! :)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
2.1.2011
Foi ontem. Já se punha de pé sozinho, mas sempre com ajuda de uma qualquer alavanca [um brinquedo, um banco, o sofá, as nossas pernas...].
Ontem levantou-se do chão sozinho, sem qualquer apoio e aguentou-se largos segundos. Fica doido de alegria quando consegue. É giríssimo ver esta conquista diária pela independência.
Ontem levantou-se do chão sozinho, sem qualquer apoio e aguentou-se largos segundos. Fica doido de alegria quando consegue. É giríssimo ver esta conquista diária pela independência.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
E termino o ano blogosférico
...com um "plágio".
Às vezes alguém diz o que nós queríamos dizer.
Naná, como te compreendo!
Feliz 2011 a todos e todas!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Resoluções de Ano Novo

1. Mudar de emprego
2. Deitar abaixo [vários] Kgs [+ de 5 e - de 10]
3. Encontrar uma creche que me encha as medidas e inscrever o piolho
4. Fazer uma viagem [Madeira ou Açores, por exemplo]
5. Fazer exercício regular [inscrever-me finalmente no ginásio era uma ideia]
Até 31 de Dezembro, reservo-me o direito de vir aqui actualizar. Para já, fico-me por estes 5 pontos e acho que já me vão dar água pela barba...
6. Deixar de ser burra
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Está tudo doido

Hoje, voltei a lembrar-me porque é que eu RARAMENTE compro alguma coisa de jeito nos Saldos. Ó pá, é impressionante. Não comprei um casaco que andava a precisar como prenda de Natal para mim própria. Nem sequer fui procurar. Pensei: "esperas mais uns dias e depois vais aos Saldos". Péssima ideia. Péssima. Bolas, pá. Nas últimas semanas não se podia entrar numa loja. Era o Natal. E eu que não andei às compras de Natal [porque aviei os miúdos em Novembro e para os adultos as lembranças foram home made], tive de me resignar à confusão. Agora parece que está meio mundo de férias, as lojas estão à pinha, anda tudo ao encontrão, instalou-se a confusão total, irra!
Mesmo assim, deixei o piolho com a minha avó e fui com o big gajo procurar o raio do casaco, palavra que estive quase a desistir. Aliás, houve mesmo uma loja [que até os tinha giros] que foi riscada do mapa só pelo tamanho da fila para pagar... Comprei um casaco. Eu juro que vi outras coisas giras e provavelmente em conta. E a falta que me faz um refresh no guarda-roupa... mas não tive pachorra para mais.
Odeio os Saldos.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
De pé
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Curtas

"Piolho, tens cocó?"
- "Côcô"
"Então, filho?"
- "Atãaao"
- "Oh pá!"
"Vá, levanta-te."
- "Upa"
"Olha, acabou o Pocoyo"
- "Um cá cá..."
"Onde está a tua orelha?"
E ele leva a mão à orelha :)
"Quem é este?"
- "Pan-pan!" (panda)
"Como faz o 'tango-tango' (orangotango)"?
E ele bate com as duas mãos no peito e fica à espera que alguém faça "uh-uh-uh", é o delírio :)
Está giro que se farta! E eu estou a esquecer-me de metade...
E antes que me esqueça
A todos um Feliz Natal...
Por aqui o espírito natalício anda um pouco apagado, mas esta não deixa de ser uma das minhas épocas favoritas do ano. Por isso, desejo a todos quantos passam por aqui um Natal cheio de saúde, bons petiscos, boa companhia e muitas alegrias.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
E tanta gente à procura de emprego...

Aqui há uns meses atrás, andava à procura de uma cadeira de refeição para levar para casa da minha avó, onde o meu piolho fica durante o dia. Não queria uma coisa muito cara, mas também não queria uma que se desconchavasse toda após 1 semana de uso.
Fui à Zippy e vi em catálogo uma cadeira da marca, mas que não tinham em exposição. E eu perguntei como poderia fazer para ver a cadeira e suas características ao vivo, sendo que não me queria comprometer a encomendá-la sem a ver primeiro. A rapariga que me estava a atender foi muito prestável e disse-me que mandaria vir a cadeira sem compromisso e me ligaria num prazo de 15 dias. Feito.
Passaram-se mais de 15 dias, entretanto eu precisava mesmo de uma cadeira, e ao passar novamente na Zippy aproveitei para ir perguntar se a cadeira já teria vindo e se não se teriam esquecido de me avisar.
Desta vez fui atendida por uma miúda trombanas, claramente contrariada. Expliquei a cena anterior, dei-lhe o talão do pedido (cuja cópia me tinham dado) e pedi-lhe que verificasse se já tinham a cadeira ou não. Seguiu-se o seguinte diálogo:
Ela: "E de que cor é que mandou vir?"
Eu: "Eu não mandei vir cor nenhuma. Eu não encomendei a cadeira, vocês é que ficaram de mandar vir uma, sem compromisso, para que eu pudesse analisar o produto antes de decidir comprá-lo".
Ela: "Sim, mas de que cor é que mandou vir?"
Eu: "Olhe, eu não mandei vir cor nenhuma, eu nem sei que cores existem. A sua colega fez um pedido e guardou o registo num dossier atrás do balcão. E deu-me esse comprovativo. Pode lá ir verificar, por favor?"
Ela [muito entediada]: "Mas é que é assim: se não me diz em que cor é que mandou vir, como é que eu posso ir verificar se já chegou?"
Eu [já muito lixada, mas cheia de calma]: "Olhe, deixe estar. Eu vou ali falar com a sua outra colega, pode ser que ele me entenda. Obrigada"
E fui. E a moça dirigiu-se atrás do balcão e verificou que a cadeira tinha sido enviada por engano para outra loja. Simples.
E depois anda meio mundo à procura de trabalho, com vontade de trabalhar e não consegue. É lixado.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
De molho

Na sexta feira passada fiquei de molho, literalmente. Não sei o que aconteceu, mas a faringite do garoto passou para mim, juntou-se-lhe uma gripe furiosa e um febrão como não me lembro de alguma vez ter tido.
O gajo grande lá de casa estava fora em trabalho, com regresso marcado para sábado. Na sexta ainda me levantei razoavelmente bem de manhã, tratei do piolho, levei-o à "escolinha" da Bisa e fui trabalhar. O dia foi uma espiral de mal-estar. Comecei a ver a minha vidinha a andar para trás, tonturas, arrepios de frio, acessos de calor, dores, muitas dores no corpo. Pedi ajuda. "Mãe, pai, posso dormir em vossa casa!???????"
E assim foi, saí do trabalho mal me consegui despachar. Fui a casa, preparei roupa, sopas, lanches, leites, banhos e ensaquei tudo o que me lembrei que pudesse fazer falta. E a seguir fugi para o mimo dos meus pais. E se não fossem eles? Que faria eu no estado em que estava com um piolho a precisar de atenção???
O meu pai levou-me ao Centro de Saúde [excelente atendimento, mas isso fica para um outro post] e eu senti-me uma adolescente. No meio da desgraça, soube-me bem ter os meus pais a cuidarem de mim [e do meu piolhinho]. O termómetro na triagem marcou 38,8. Em casa, cerca de 2h antes já tinha marcado 38,4. A enfermeira perguntou-me "então, mas quando mediu a temperatura em casa tomou um benuron, certo?" E eu fiquei burra para a minha vida. Não. Eu não tomei absolutamente nada... com tanta coisa para preparar, passou-me. E o que me teria aliviado esse benuron...
Foram mais 2 dias/noites de febre e cama, até me doer o corpo todo de já não arranjar posição deitada. De tudo, o que mais me custou foi não ter força para tratar do piolho e não me poder sequer aproximar, quando tudo o que ele queria era um colinho de mãe. É verdade que ele fica sempre bem com os meus pais e entretanto também chegou o amor da vida dele, o pai. Mas mãe é mãe e no sábado de manhã até metia dó ver a carinha dele pedinchona de um colinho que eu não lhe pude dar.
Hoje faltei ao trabalho. Por doença [excepção feita à minha operação em 2007] creio que foi a primeira vez. Amanhã já estarei de volta, apesar de ainda estar de ressaca.
Odeio o inverno.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Reviver
Estou aqui a trabalhar no pc a ver se oriento umas etiquetas [caseiras] para as prendas [também caseiras] deste Natal e eis que me lembrei de vasculhar o iTunes do gajo cá de casa.
Já ouvi o "Vinyl" dos Gift, que só é o meu álbum de eleição de todos os tempos e agora estou aqui a ouvir de enfiada os "Use your Illusion I e II" dos Guns N' Roses [1991]. 1991, caraças, e eu sei esta treta toda decor!!!
Já ouvi o "Vinyl" dos Gift, que só é o meu álbum de eleição de todos os tempos e agora estou aqui a ouvir de enfiada os "Use your Illusion I e II" dos Guns N' Roses [1991]. 1991, caraças, e eu sei esta treta toda decor!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)













