sexta-feira, 29 de maio de 2009

Meet my family!

Stick Figure Family at FreeFlashToys.com
Make your Stick Figure Family at FreeFlashToys.com



O pai e a mãe barriguda à espera da chegada do/a bebé "M"

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A Blogolândia


Queria apenas anotar que hoje não fiz a ponta-de-um-corno devido a uma descoberta fantástica... a blogolândia!

De blogue em blogue (é que há mesmo pessoas interessantes!!!), até já me atrevo a deixar comentários... ai! Se me pagassem, fazia disto profissão, palavra de honra que fazia...

Vou acabar por divulgar o "4 mãos", ai vou, vou!

terça-feira, 26 de maio de 2009

New Look!

Bem, para quem começou sem expectativas à partida... 'tá bonito aqui o cantinho das 4 mãos!! Explorei um pouco mais a "blogosfera" e lá consegui um arzinho apresentável.

Quam sabe se qualquer dia ainda decido divulgá-lo...

Deixo uma musiquinha, para variar! Porque tal como a 4 mãos fazemos melhor, também forever "our hearts will beat as one"...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ó Manela... por esta não esperavas... :P



E quem fala assim não é gago!

Independentemente do assunto em causa (que não domino) ou das razões de cada um, há que reconhecer que o senhor tem toda a razão em quase tudo o que diz relativamente ao mau "jornalismo" da senhora dona Manuela. Por isso, politiquices à parte, eu dou nota positiva a esta intervenção. Já era tempo de alguém dizer umas verdades a esta tetravó da Heidi (a avaliar pelas bochechas rosadas e pelo esticado da pele).

quarta-feira, 20 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

14 semanas...


Aqui estou eu, com a minha tímida barriguita de 14 semanas!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sonhos idiotas :P


Ora cá estou eu outra vez...

Dizem que as grávidas devem registar os sonhos, que esta é uma fase fértil em sonhos, sobretudo os que giram à volta do bebé a caminho. Na verdade, desconfio que não terá muito a ver com o meu "recente" estado de graça... nisso dos sonhos parvos, idiotas, completamente surreais eu sempre fui muito fértil...

-"Ó pá, dá cá... Não vês que tem fome!?!??!"

Foi assim, irada já, com a pachorra esgotada, que eu acordei uma noite destas. Sem um pingo de paciência! É que não há direito!!! Então a criança nasce, ninguém me diz se é menino ou menina (nem de a chamar pelo nome me posso dar ao luxo), e como se não bastasse andam a passá-la de colo-em-colo, enquanto eu, já desesperada, pareço o único ser inteligente a perceber que a criança está esganada de fome e que a MÃE (sim, eu) é a sua única alternativa alimentar!?!?!??!!?? Cabe lá na cabeça de alguém que o meu bebé ande de mão-em-mão sem que eu própria já lhe tenha dado um colo!??!!?

-"Ó pá, dá cá..."

Pois, no estúpido sonho assim foi... escusado será dizer que andei com mau feitio o dia todo, porque o que restava dessa noite... foi para o tecto!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sobre a ecografia às 12 semanas

Olá!

Pois lá fomos nós na 5ª feira passada dar uma olhadela no nosso inquilino. O contrato de arrendamento já dura há 13 semanas. Continuamos sem saber se se trata de inquilino ou inquilina, mas sabemos que está com o desenvolvimento normal de um feijãozinho com este tempo de gestação.

É surpreendente. O bebé tem cerca de 53mm, é um matulão sem dúvida :). No entanto, tão pequenino, e já com uma forma tão reconhecível... pudemos ver os bracinhos, pernocas, olhitos... tudo! É mexerico e irrequieto (nessa parte sai à mamã, pelo menos é o que diz o papá). Entretanto, a meio da coisa, fomos surpreendidos com um grande solavanco que o médico diz tratar-se do normal baloiço fetal! Claro que não senti nada, mas poder vê-lo naquela agitação foi uma alegria para mim e para o papá... Até conseguimos vê-lo levar a mãozita à boca, parecia mesmo o papá a bocejar quando lhe dá a preguicite!!!

Do ponto de vista clínico, está tudo a decorrer normalmente. O coração bate acelerado... o dele e o nosso, que fica apertadinho só de imaginar!

Fica-se diferente depois desta ecografia. O médico diz que é a mais bonita. E é realmente fabuloso, mágico, que a ciência nos permita "espreitar" o nosso bebé ainda tão pequenino. Saí daquele consultório absolutamente rendida, apaixonada por este novo ser que vem aí, invadir as nossas vidas e enchê-las de alegria. Olho para a barriga e pergunto: "onde será que tu estás? Aqui? Ou mais para ali?" Onde será que aqueles 5cm de gente se aconchegam para as suas sestas? Não importa o que digam, já é o bebé mais lindo do mundo. Será sempre! O amor da vida da mamã e do papá! A nossa obra prima!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Broadcast Live!

É hoje que vamos ter transmissão em directo!
É certo que já vimos o T0 ocupado pelo baby na prmeira consulta... mas hoje vai ser diferente, com mais pormenores. Estou ansiosa por ver a evolução deste nosso novo inquilino!
Hei-de voltar para tomar notas das novas informações. Até lá... tudo a correr bem!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A evolução do baby




A internet é uma ferramenta incrível, encontra-se de tudo...


Vamos ver se isto resulta... tcharan!

terça-feira, 5 de maio de 2009

A quatro mãos fizémos mais duas!


Olá a todos

Hehe, quem ler isto até fica a pensar que o blog está altamente divulgado e eu tenho "n" seguidores... quase um blube de fãs... Nada disso... Somos só dois, cada um com duas mãos, o que dá quatro, e em breve outras duas...

Sim, com muito jeitinho (ou não, hihihi), estas quatro mãos arregaçaram as mangas, deram o seu melhor... e fizeram obra... vem aí um bebé. :)

Na realidade, já estamos grávidos de 12 semanas! Já me apeteceu vir aqui mais vezes por no écran esta boa nova, mas isto de engravidar, mesmo quando se quer muito, tem muito que se lhe diga. Desde logo a barreiras das 12, que (não vá o diabo tecê-las) também eu respeitei. Fiz hoje a prmeira compra para o meu bebé, escrevo hoje sobre ele a primeira vez... É incrível como este número (mais um...) pode fazer tanta diferença. Obviamente que levar a gravidez até às 12 semanas não oferece garantias a nenhuma futura mamã... mas que vencer esta etapa nos traz alguma tranquilidade, ninguém pode negar.

Acho que não vou fazer disto um diário de gravidez. No entanto, quero anotar para não esquecer alguns pormenores. Até agora, os grandes marcos:

O teste de gravidez

"Faço, não faço? Não. Ainda é cedo... ainda só deixei a pílula no mês passado. Este atraso é normal..." Certo é que decidimos fazê-lo, um sábado de manhã. Deu postivo. Um X marcadíssimo, sem deixar margem para dúvidas... excepto aqui à maior interessada, hehe! Disse ao papá que deviamos ir à farmácia comprar outro teste. "Se calhar eu não fiz bem aquilo. Porquê? Ora porquê... Deu positvo." E a partir desse momento percebemos que estavamos à espera de bebé, em estado de graça, de esperanças... Next step: Ligar ao médico e marcar consulta.

A primeira consulta de obstrectícia

A tentar engravidar há pouquíssimo tempo, conseguimos surpreender o médico. Lá fez as suas contas e pediu para lá irmos dali a uma semana. Depois de tudo bem explicadinho, saímos de lá com a seguinte informação: existe um embrião, está implantado correctamente, mede cerca de 4mm (ahhhh, que matulão) para um período de gestação de 6 semanas, aparentemente tudo normal, do que é possível observar. Vimos também o registo do coraçãozinho do bebé.

Parece que depois da confirmação, atestada pelo médico, afinal os sintomas (que já se faziam sentir) tornam-se mais reais. As dores no peito afinal não anunciavam a próxima menstruação... O aumento do volume do peito foi o sintoma mais evidente. De lá para cá, nunca tomei NAUSEFE, tirando uma ou outra náusea suportável, nunca enjoei. Às 12 semanas já noto a barriguinha, um pipinho engraçado a dar o ar da sua graça.

Esta semana volto ao médico. Estou ansiosa. Estamos. Queremos ver o nosso bebé. Menino ou Menina, não importa. Provavelmente não vamos ficar a saber tão cedo. Voltarei aqui de certeza para tomar mais umas notas. Até lá, deixo uma palavra de alento a quem pensa em ter bebés e ainda não tomou a grande decisão: contra quase tudo aquilo que se pinta, estar grávida não significa afastamento entre marido e mulher. Pelo contrário, pode ser uma altura de grande aproximação, se houver partilha, paciência, compreensão e muita, muita abertura ao diálogo. Sinto que estamos ainda mais unidos e apaixonados, obrigada marido por me fazeres sentir tão ou mais amada e desejada do que antes!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Vão-se os anéis, ficam os dedos!




Esta é uma velha máxima que todos já ouvimos da boca de um avô, avó, tio ou tia, pai ou mãe, ou de qualquer outra pessoa inteligente o suficiente para saber que é realmente assim.

Hoje estou triste, preocupada com o rumo do país, das finanças, do emprego, das nossas vidas pessoais e das vidas das pessoas que nos rodeiam. Não me vou alongar, não quero, nem posso, mas preciso de repetir para mim mesma que enquanto houver saúde e vontade de lutar... podem ir os anéis todos, que os dedos, esses, hão-de ficar...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Under pressure!

Hum... Já não me dedico à escrita há uns dias... vamos ver o que sai hoje.

Ontem assisti na televisão a um documentário sobre Anorexia. Quatro (parece que o número é mesmo mágico!) depoimentos de quatro vítimas diferentes, com idades diferentes, de meios sociais diferentes e com situações familiares diferentes. Parece que tudo distinguia estas quatro jovens... tudo, menos a doença.

Saltaram-me à ideia uma série de coisas. Tenho até alguma dificuldade em ordenar as ideias e por tudo por escrito.

Antes de mais, devo dizer-vos que todos os casos me chocaram. Cada um de maneira diferente, porque distintas eram também as suas histórias.

De todas elas, alguns denominadores comuns:

- a doença não é, como era encarada pelas "pessoas de fora", "uma mania que lhe deu agora"...
- o limite entre o aceitável e a decadência é ténue... muito ténue até!
- tudo começa de forma "inocente" e não deliberada
- a anorexia não afecta o/a paciente sem que afecte igualmente a respectiva família
- todas sentiam, de uma forma ou de outra, uma enorme PRESSÃO

Mas que pressão é essa que pode levar raparigas e mulheres saudáveis a transformarem-se em seres vivos com uma saúde física altamente débil e uma saúde mental ainda mais frágil!? Nenhuma daquelas raparigas gostava de si própria. Quase todas confessaram sofrer com os comentários alheios sobre a sua "rechonchudice". "Ai está tão cheínha a menina... a sua filha é fortinha..." Foi sempre aqui que tudo começou. Na insatisfação de serem... "assim"! Deixaram de comer até à "exaustão", porque, pelo que percebi, é esgotante ter fome e negar alimento ao corpo, sentir culpa de engolir uma colher de arroz, adormecer e acordar com o mesmo pensamento, fazer do peso e da comida um alvo a abater. Perderam dezenas de quilos até chegarem aos seres dignos de pena em que se transformaram: adolescentes/mulheres com corpo de criança, peso entre os 26 e os 36 quilos!!! Deprimidas, revoltadas, apostadas em continuar a desaparecer... ao ponto de serem "escondidas" atrás de biombos no hospital para que não ficassem expostas a outros olhares. As pessoas não costumam gostar de encarar com a morte...

Foi chocante. Mais ainda pensar que ninguém deu conta. Falo por mim, que felizmente faço as minhas refeições acompanhada. Sempre fiz. Assusta-me pensar que esta situação seria possível num grande número de famílias, actualmente. As pessoas não se vêem! Não convivem, não jantam juntas... e isso torna tudo tão mais "fácil"...

Cada uma delas tinha o seu método de esconder o problema da família. De esconder um problema que não existia, afinal eram só "menos uns quilos", um ciclo vicioso em que cairam sem perceber. Até ser tarde demais. Nenhuma delas morreu, duas até se consideram "curadas", as outras no caminho da recuperação... mas há ali, infelizmente, danos bem visíveis que jamais serão reparados.

Identifiquei-me imediatamente com um dos casos, o da Ana, 32 anos. Estamos habituados a ouvir casos de anorexia em adolescentes, não associamos normalmente a uma jovem na casa dos 30. Talvez por isso me tenha chamado mais a atenção, talvez por eu própria ter 30 anos e também sentir a PRESSÃO... A Ana sofre de anorexia há 3 anos, desde um final de férias em que se achou fora do estereótipo da top model, com os seus 63 quilos. Resolveu iniciar uma dieta. Aos poucos deixou de comer e os resultados tornavam-se cada vez mais visíveis. Orgulhosa da sua conquista, continuava a não comer. Teve um marido atento e preocupado, e tem-no ainda felizmente, também ele deu a cara. Alguém que a "obrigou" a consultar ajuda profissional. Alguém que foi obrigado a "adaptar-se" a esta nova mulher. Alguém por quem nutro a maior admiração. Tinham um sonho. Encher com os filhos a casa em que vivem, uma moradia lindíssima, espaçosa e com um simpático jardim. A Ana não pode ter filhos... Além do peso, perdeu ainda a capacidade de menstruar. O seu sistema hormonal não lhe permite engravidar... o sistema reprodutor "adormeceu". É chocante. Está ainda em tratamento, mas dá ideia de ser uma espécie de farrapo humano em comparação com a Ana dos 63 quilinhos...

Não gosto muito de frases feitas do tipo "vivemos numa sociedade assim e assado..." No entanto, sou obrigada a admitir que a Anorexia é muito mais que uma doença física do ser humano. É, no essencial, uma doença da sociedade podre em que vivemos.

Eu relaciono-me relativamente bem com o meu corpo. Sou a sua maior crítica. Odeio que a roupa deixe de me servir. Irrito-me quando a balança passa do limite que estabeleci. Mas de uma forma saudável, penso eu. Já fui bem mais "rechonchudinha"... Quando não me sinto bem, faço um esforço por evitar as gulodices, faço umas caminhadas e... mal me sinto bem novamente dentro das minhas calças preferidas... como um pastel de feijão... :)

Não quero dar lições de moral, nem acredito tão pouco que a minha forma de lidar com o meu corpo é a mais correcta. Isso não existe. Mas faço um apelo:

Pais: façam as refeições com as vossas filhas, vigiem, sejam... pais.
Maridos/namorados e afins: valorizem as vossas mulheres e protejam-nas, enfim, sejam... maridos/namorados e afins...
Sociedade em particular: vamos dar luta aos estereótipos... amanhã o problema pode acontecer na vossa casa...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sobre a cumplicidade


Cá continuo eu, ainda incógnita... Ainda não divulguei o Blog, a não ser ao meu marido... E esse, bem, esse já está habituado aos meus desabafos e devaneios...

E por falar em marido, apetece-me hoje fazer algumas considerações sobre a cumplicidade. Diz o dicionário da língua portuguesa, e bem, que cúmplice é todo aquele que... "tomou parte num delito ou crime" ou ainda que é "participante em acção condenável"; é ainda significado de "cooperante" e "conivente"... Quem sou eu para discutir com os cérebros que elaboram estes calhamaços...? Mas que é redutora esta definição, lá isso é!

Senão, vejamos...
O meu marido é o meu maior cúmplice, simplesmente porque existe entre nós algo a que não conseguimos dar outro nome: CUMPLICIDADE! E é ela a mãe de todo o resto: das conversas sem fim, dos cozinhados A 4 MÃOS, dos silêncios em que só nós conseguimos ouvir, das decisões que tomamos, das noites longas e extenuantes, enfim... de tantos pormenores de maior ou menor importância na nossa vida quotidiana.

Ser cúmplice é amar! É ter conversas em silêncio. É não ter vergonha. É entregar-se e dar tudo de si. TUDO, o bom, o menos bom e o assim-assim! É ler o pensamento do outro. É sentir que somos autênticos um com o outro.

É dizer o que nos dá na gana e juntar o gesto à palavra sem medos... e passar uma noite em claro, a rir, a chorar, a amar, a fantasiar, a mimar e tantas outras coisas terminadas em -ar... -er... -ir... e adormecer de manhã com o corpo torpe... de prazer, de cansaço...

Sim, somos cúmplices! Arriscar-me-ia a dizer que somos "cooperantes" e "coniventes"... mas nenhum dos nossos actos é um delito ou crime, ou mesmo uma acção condenável... digo eu, que sou suspeita.

A não ser que seja condenável ficar louco(a)... por opção! E ser feliz!

Ao meu cúmplice para toda a vida...

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Mensagem de boas vindas

Sejam bem vindos, sejam quem forem, venham por bem, contribuam...

Bem vindos onde? Não sei... Não tenho uma expectativa em relação a esta página.

Acho que não devíamos criar altas expectativas em relação a nada; assim, tudo o que nos acontecesse de bom seria um ganho, tal e qual encontrar uma nota num casaco que já não vestimos desde o ano passado. É certo que ainda nos fica a dúvida do ganho a tirar do que nos acontece de ruim... Tipo descobrir que a nota já não pode circular porque o casaco veio da lavandaria e o papel está a desfazer-se... Bem, o que nos acontece de negativo permite-nos, pelo menos, esclarecer o que entendemos por positivo. Como saber se o morango é doce, se nunca provámos limão?

Isto é giro :)
Quando comecei a escrever não tinha tema e de repente... expectativa: a mãe de todas as desilusões. Não sou radical, não digo que devemos deixar de esperar o que quer que seja. Mas acredito na prudência de não esperar demasiado... Não somos todos iguais, não pensamos da mesma maneira, não é lícito esperar que os outros ajam à luz dos nossos desejos secretos. Por mais óbvios que nos pareçam. Quantas vezes somos nós que não correspondemos?

Imaginem uma viagem a um destino de sonho. Tudo programado ao milésimo do milímetro. Tão programado que não há risco de correr mal.... bahhh! Vai correr, de certeza! Quanto mais não seja, vamos andar com um olho no relógio e outro nas vistas... já metade está perdido.

Parece-me infinitamente lógico. Contudo, em abono da honestidade, sou obrigada a admitir que nem sempre consigo que a minha vida se reja pelas minhas teorias mais práticas... Sou assim. Tenho crenças, defendo valores, pauto-me por princípios e... falho! Faz parte. Mas pelo menos penso e se "penso, logo existo".

Porquê "A 4 mãos tudo melhor"? Porque tenho a experiência recente de que fazer a 2 x 2 é do melhor que existe. E quanto mais não seja... 4 é mais que 2!

Para primeira entrada, fico-me por aqui. Ainda não sei se alguém vai ler isto. Confesso que ainda não investiguei bem como funciona esta coisa, mas fico-me por aqui... Até breve?