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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A prova de que eu sou uma chata é...

... o garoto estar a comer sozinho e a cada colherada que enfia na boca, repetir: "Mastiga. E depois engole."

terça-feira, 5 de julho de 2011

E para desanuviar

Temos um mini-gajo das letras lá em casa. Entre o tapete que lhe comprámos para brincar mais à vontade [que tem letras e números], os episódios do Super Why [que são a única coisa que o prende verdadeiramente à tv] e um jogo de letras tridimensionais com iman, o garoto aprendeu o alfabeto. Não estou a brincar. Obviamente não o diz de seguida [credo, cruzes, canhoto que eu internava-me já], mas conhece as letras TODAS, incluindo W, K e Y [pissilóne]. Hoje de manhã, como se isso não bastasse, olhou para a t-shirt do pai e disse: "Ah! Um "a" minúsco".

Palavra de honra que isto me assusta. É óbvio que acho piada e fico toda orgulhosa, mas... a este ritmo é demais.

Letras à parte, sabe todas as partes do corpo, do cabelo às unhas, das mãos aos pés [direito e esquerdo], da testa ao nariz e à boca... acho que só ainda não o ouvi dizer cotovelo, joelho e tornozelo. De manhã, diz-me coisas como "olá. tudo bem? como tás?" ou "já acodou, o menino já acodou, mamã!"

Tem o vocabulário de uma criança de 3 anos, sem exagero. Faz frases, conhece as noções e faz referência a perto e longe, aqui e ali [e além], em cima e em baixo, grande e "pequelino", enfim, uma série de opostos. Comunica na perfeição, se não o compreendemos, ele lá arranja maneira de se explicar. Sabe o nome de todos os animais e sabe imitá-los. Quando não se lembra, pergunta: "mãe, como se chama ête?" É curioso, faz muitas perguntas e eu confesso que só contava com esta fase mais adiante!!!

Continua a ser um bocadinho trapalhão em termos de destreza física. Os degraus [mesmo os pequeninos] continuam na maioria das vezes a constituir um problema, sobretudo porque ele caminha a olhar para todo o lado menos para a frente! Não tem o hábito de trepar para cima das coisas [sofás, cadeiras, bancos] e nós também não o incentivamos. Só tenta trepar para a banheira :) Já o vi subir degraus altos, mas nunca de gatas. Ou consegue subir normalmente [apoiando-se a um corrimão ou parede] ou não sobe. Consegue comer sozinho, mesmo a sopa, e nem faz tenda por aí além. O problema é que se eu lhe deixo o prato à frente me distraio, ele enfia 3, 4 colheres na boca de seguida e não há meio de perceber que tem de mastigar e engolir antes de enfiar outra colherada. Teimoso.

É niquento, aliás, é a pessoa mais niquenta que eu conheço. Não pode apanhar um cabelo ou uma linha do tapete. Faz ar de nojo e chama-me "ai! mãe! uma linha! um cabelo!". O mesmo se por acaso suja a mão com a comida "a mão tá suja, mãe. a mão tá muiada [molhada]", o que faz das refeições uma aventura, porque lhe estou de 30 em 30 segundos a limpar as mãos com um toalhete, ora porque têm migalhas, ora porque estão húmidas de pegar na fruta, por exemplo.



É assim o meu filho. O meu bebé cada vez mais menino.

domingo, 12 de junho de 2011

Tcharan!

1 ano + 6 meses + 3 semanas + 4 dias = cocó e xixi no bacio

segunda-feira, 18 de abril de 2011

17 meses


Já só falta um mês para o ano e meio.


Não consigo fazer aqui um apanhado das evoluções do rapaz. São muitas, são diárias, são de me levar às lágrimas [das boas] e eu já não dou conta do recado. Quando tento fazê-lo, fico com a sensação de que me estou a esquecer de quase tudo e de que o relato vai ficar incompleto.


Ficam as linhas gerais, para eu nunca esquecer :P


É um miúdo que começou a falar muito, muito bem e muito cedo. "Ó água! Anda cá ôta bez!"

Por repetição, diz tudo, mas tudo mesmo. E depois inicia o processo de assimilar o significado das palavras e, em menos de nada, aplica-as na hora H, quando menos esperamos. Não será nenhum fenómeno, claro, mas a mim deixa-me estupefacta.


Começou a caminhar há um mês, ali mesmo a rasar os 16 meses. No dia seguinte começou a correr e de há umas 2 semanas para cá, consegue correr atrás de uma bola e chutar. É um pouco trôpego, eu ainda não confio 100% nas suas capacidades de equilíbrio. Cai muitas vezes e outras tantas atira-se para o chão de propósito. Às vezes não lhe corre bem. Os móveis não se desviam e dia-sim-dia-não temos direito a uma mossa nova.


Só agora começa a beber o biberão sozinho e, mesmo assim, nem sempre. É um bocado "atado" e eu às vezes acho que a culpa é minha, mas no fundo penso que tem tempo para aprender e nós não temos pressa. Só agora começa a perceber o significado de trincar [uma peça de fruta, uma bolacha]. Até aqui, ou eu lhe dava à boca já tudo partido em bocados com tamanho adequado ou ele enfiava tudo de uma vez na boca e depois era um sarilho. Não come sozinho. Se eu lhe der para a mão uma colher com arroz, por exemplo, leva-a à boca quase na perfeição, mas ainda não tem destreza para comer sozinho com colher. Beber pelo copo nem pensar. No máximo, beber pela garrafa e, mesmo assim, faz muitas vezes a piadola de guardar a água na boca e depois deitá-la fora... Enfim, gostava que em Setembro [quando for para a creche] já tivesse mais alguma autonomia neste aspecto, mas creio que está perfeitamente enquadrado na idade que tem.


Continua a comer bem e de tudo. Provou gelado pela 1ª vez e a reacção foi "É bom. Mãe, qué mais"! De resto, mastiga cada vez melhor e já é hábito fazer a refeição com direito a 2º prato a sério. :)


O meu bebé já não é tão bebé assim. Isso deixa-me feliz, claro, adoro vê-lo percorrer este caminho para a independência, mas estaria a mentir se dissesse que não sinto uma pontinha de nostalgia. Costumo dizer que estou a gostar tanto desta fase, que não me importava que durasse até aos 18 anos :)))

terça-feira, 15 de março de 2011

Uma ajudinha, se fazem favor


Mães/pais, preciso da vossa ajuda.


O piolho lá de casa sempre adorou tomar banho. A hora da banhoca sempre foi encarada com alegria, ainda que, devido à pele atópica, não possa ser tão demorada como ele gostaria.


No entanto, nos últimos 2 ou 3 dias, tenho notado que fica incomodado quando lhe molho a cabeça, seja com o chuveiro ou com ajuda de um recipiente. Sou sempre eu que lhe dou o banho e estamos sempre que possível os dois [eu e o pai] na casa-de-banho. Nem eu nem o pai notámos nenhum episódio que o pudesse ter assustado e ele não se recusa nem faz fita para entrar na banheira, pelo contrário, continua a mostrar-se agradado quando falamos em "banho". O que é certo é que quando lhe molho a cabeça, choraminga, levanta-se imediatamente e quer sair :(


Estou a tentar não dar demasiada importância, não valorizar muito, para que aos poucos a normalidade regresse, mas tenho medo de insistir e fazer pior.


Hei-de falar nesta questão ao pediatra na consulta da próxima semana. De qualquer forma, e até lá, gostaria de ter o vosso feed-back. Como são os banhos dos vossos piolho(as)? Passaram por fazes destas? O que fizeram?


Bem haja.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

14.2.2011


Extra, extra!

Desenvolvimentos na piolholândia.

Chegámos à fase dos passinhos. Dois para aqui, três para ali. Quatro, vá! Se estiver inspirado. Ainda não é oficial que caminhe, mas que o miudo dá passos, isso dá! :)))))))))))

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Habemus tagarela


Há muito que eu já tinha reparado que o piolho é um fala-barato. Desde bebé, sempre se mostrou muito interessado nos sons que conseguia ele próprio produzir.

Começou a falar cedo, já não sei bem quando, mas cedo. Está registado algures num post e sei que a primeira coisa que disse foi "dá cá".

Entretanto, foi começando a dizer as palavras "básicas", o mamã, papá, papa, caca, nã [que depois virou não], a cá [que evoluiu para um perfeito anda cá], cão e assim por diante.

Ultimamente, comecei a notar que diz palavras novas com cada vez mais frequência, mas esta última semana tem sido alucinante. Eu perco-me em tanta novidade. Esta semana já aprendeu mais de uma dúzia de palavras. Tenho de registar pelo menos aquelas de que me lembro. É fascinante esta fase...


"Paula", "meia", "pêia" [pêra], "machã" [maçã], "tia", "Naia" [Noddy], "vaca", "pé-i" [pé], "cámã" [comando]...


Eu hei-de lembrar-me de mais. Além destas, repete tudo o que dizemos. E ainda diz como faz o cão, o gato e o porquinho :)
Lovely!

sábado, 8 de janeiro de 2011

1A1M3s


Um ano, um mês e três semanas.


Até à data, as evoluções do piolho têm sido uma constante. Verdadeiras conquistas, ora maiores, ora mais pequenas, todas significativas, todas nos fazem babar de tanto orgulho.


Das palminhas que aprendeu a bater lá pelos 7 meses, as gracinhas que se seguiram, onde está o juizo? e como faz a pitinha? e o índio? o sentar-se sem apoio, o gatinhar que teimava em não acontecer, as primeiras palavras, tantas e tão bem pronunciadas, as expressões marotas, o apontar, onde está a mãe ou o pai [mesmo usando os nossos nomes próprios]?, onde está o avô?, a avó?, o tio? a prima?, como faz o orangotango?, eu sei lá... tantas, tantas coisas que ele foi aprendendo... Tudo levava o seu tempo, claro. Algumas coisas por repetição, outras por incentivo nosso e outras ainda com alguma insistência da nossa parte.


Mas eis que chegámos a uma fase em que as novas "gracinhas" acontecem em catadupa, sem que nós próprios tenhamos tempo e capacidade para absorver tanta novidade. Todos os dias aprende, as palavras já não são meras repetições, são aplicadas em contextos muito próprios, a capacidade de se mover e de conseguir sozinho as mesmas coisas que antes era o pai e a mãe a fazer por ele é maior todos os dias. Estou absolutamente apaixonada por esta fase.
Não sei explicar-me bem. Quando ele nasceu apaixonei-me por ele, pela ideia de ter um bebé, um filho que foi desde o início o fruto de um projecto a dois, pela novidade de ter nos meus braços aquele ser miudinho que fazia aulas de kick boxing na minha barriga, apaixonei-me pelo meu novo estatuto, o de mãe.
Mas a minha paixão por ele hoje é diferente, é ainda maior, é mais intensa, é mais livre de toda a pressão dos primeiros meses, das cólicas, do jogo da adivinha [adivinha lá porque é que eu estou a chorar, vá], dos baby blues, das inseguranças. E é um amor que cresce com ele, com as suas conquistas que se tornam minhas. E eu estou tão admirada, tão estupefacta com as suas façanhas!

Deixo-vos aqui a última, de que me lembro, mas garanto-vos que são tantas, que um dia vou duvidar que ele aprendeu tudo, que não nasceu já ensinado...


"Piolho, a mãe de manhã foi fazer o quê? Foi ganhar..."
Ele: "Tão" [tostão]

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Mas onde é que eles aprendem estas coisas?


É impossível reproduzir a pinta com que o meu filho nos desarma na hora do ralhanço. É preciso ter um enorme auto-controle para não me partir a rir.

Ele faz asneiras e eu ponho uma cara séria. "Ai, ai, ai, estás-te a portal mal"!

A técnica dele:
1. Põe uma expressão que é um misto de ofendido e triste, tipo "cachorro arrependido"
2. Faz um beicinho irresistível que diz qualquer coisa como "mamã, eu não fiz por mal, eu sou lindo"
3. Começa com uma ladaínha que normalmente inclui "um-cá-cá, um-cá-cá", mas em versão sussurro.

Não aguento. Tenho de me esconder dele para me poder rir.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Oh God

Cenário: piolho na cadeira de refeição, final da sopa
Personagem: piolho com ar comprometido e vermelho como um tomate
Diálogo:.

"Piolho, que 'tás a fazer?"
Ele (orgulhoso): "Cáca!"

Está bonito, isto! :)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

2.1.2011

Foi ontem. Já se punha de pé sozinho, mas sempre com ajuda de uma qualquer alavanca [um brinquedo, um banco, o sofá, as nossas pernas...].

Ontem levantou-se do chão sozinho, sem qualquer apoio e aguentou-se largos segundos. Fica doido de alegria quando consegue. É giríssimo ver esta conquista diária pela independência.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

De pé


Confirma-se o que sempre suspeitei: o meu filho é um safado rosqueiro. Está ali a por-se de pé a cada 20 segundos. Eu pego na máquina para filmar. Ele senta-se. Eu desligo a máquina. Ele põe-se de pé e olha para mim a rir-se. "Querias apanhar-me? Querias?"

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Conversa surreal...


"Então o teu miúdo?"

Eu - "Está bom, obrigada."

"Já caminha?"

Eu - "Não."

"Não???? Então mas já não fez um ano???"

Eu - "Até já fez 13 meses. Mas porquê? Está escrito nalgum livro que eu não li que eles têm de caminhar quando fazem um ano?"

"Ah... não, realmente não..."



Dass...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Curtas


"Piolho, tens cocó?"
- "Côcô"



"Então, filho?"
- "Atãaao"



- "Oh pá!"



"Vá, levanta-te."
- "Upa"



"Olha, acabou o Pocoyo"
- "Um cá cá..."



"Onde está a tua orelha?"
E ele leva a mão à orelha :)



"Quem é este?"
- "Pan-pan!" (panda)



"Como faz o 'tango-tango' (orangotango)"?
E ele bate com as duas mãos no peito e fica à espera que alguém faça "uh-uh-uh", é o delírio :)



Está giro que se farta! E eu estou a esquecer-me de metade...